Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificadosEmpregosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!













Um produto da
Texto Pronto Comunicação

Publicação produzida com o sistema JornalFácil da
PBP Interativa

:: Mundo ::
Conflito
China quebra silêncio e diz que crise no Cáucaso preocupa
  • AGÊNCIA LUSA
  • Quarta-feira, 27/08/2008 - 12:08

    Moscou - A pressão sobre a Rússia, muito criticada depois de ter reconhecido os separatistas georgianos, aumentou nesta quarta-feira, com a China manifestando-se "preocupada", enquanto que o ocidente apela a Moscou para não "começar" uma nova guerra fria.

    A China está “preocupada” com os últimos desenvolvimentos na Ossétia do Sul e na Abkházia”, anunciou a agência Nova China, citando um porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Qin Gang.

    Até aqui a China esteve silenciosa, exprimindo apenas esperança que as partes envolvidas encontrem “uma solução adequada para este problema através do diálogo”.

    Esta declaração saiu pouco antes de um encontro do presidente russo, Dmitri Medvedev, com o seu homólogo chinês Hu Jintao em Duchambé, capital da ex-república soviética do Tadjiquistão, no quadro de uma cúpula dos países da Organização de Cooperação de Xangai (OCX).

    Os dois Chefes de Estado vão discutir o assunto mas isso não quer dizer que os chineses se sintam compelidos a reconhecer (as duas Repúblicas depois da Rússia). Os chineses têm os seus próprios problemas”, declarou a porta-voz do Kremelin, Natalia Timakova.

    Medvedev, que escolheu a China para fazer a sua primeira grande viagem oficial ao exterior, após a sua investidura em maio, deseja como o seu antecessor, Vladimir Putin, construir um eixo Moscou-Pequim num momento em que as suas relações com o Ocidente estão mais tensas.

    Aumentando a pressão, o ministro britânico das Relações Exteriores, David Miliband, declarou em Kiev que competia à Rússia "não iniciar" uma nova guerra-fria, adiantando que seria contraproducente isolar Moscou.

    A França, que ocupa a presidência em exercício da União Européia (UE), acusou Moscou de se colocar “fora da lei internacional” na Geórgia e de ter “outros objetivos” depois de reconhecer a independência da Ossétia do Sul e da Abkházia, entre os quais a “Criméia, Ucrânia e Moldávia”.

    A UE deve apoiar claramente uma adesão da Ucrânia para evitar que este país não venha a se tornar, depois da Geórgia, “o próximo alvo das pressões políticas” da Rússia, disse o Comissário europeu para a ampliação, o finlandês Olli Rehn.

    A Otan apelou à Rússia para “retroceder na sua decisão” de reconhecimento da independência da Abkházia e da Ossétia do Sul, que “viola várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU” sobre a integridade territorial da Geórgia.

    | Próxima Notícia >>

    Leia Também


    JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
    Primeiro Nome:
    Profissão:
    E-Mail:
    Assinar  
    Cancelar  
    Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

    << Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


    BLOG DO JM

    ALÔ BAHIA

    :: Plantão
    (11:19) Bomba é jogada em agência do Banco do Brasil
    (11:04) Carla Bruni diz que Michelle Obama é uma 'grande mulher'
    (11:01) Otan e governo do Paquistão fecham acordo contra Talibã
    (10:58) Maradona atrai patrocínio para a Argentina
    (09:48) Farmácia Popular chega a 500 unidades em 4 anos


    :: Enquete
    A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
    Desculpe-nos pelo transtorno.

    Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


    CapaClassificadosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

    Copyright 2001-2007 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.