Brasília - Começou hoje, em Pequim (China), a 29ª Olimpíada. A cerimônia de abertura, iniciada há pouco no estádio olímpico Ninho de Pássaro, na capital chinesa, conta com a presença de diversos chefes de Estado. Entre eles, o presidente Lula participa do evento, que buscará apoio para a candidatura do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos de 2016.
Segundo o ministro do Esporte, Orlando Silva, o Brasil já definiu a estratégia para tentar angariar apoio para ser sede das olimpíadas. A estratégia será mostrar quais as vantagens que as olimpíadas trará para o país.
O governo brasileiro irá argumentar que a infra-estrutura deixada, a importância para a juventude e para o esporte trazidos pelos Jogos Olímpicos são essenciais para o desenvolvimento do país. “O que vai ficar para a cidade pode ser o diferencial do Rio de Janeiro, porque Chicago, Madri e Tóquio são cidades prontas”, disse o ministro do Esporte à Agência Brasil.
Ainda que defenda que a “herança” de uma olimpíada é o melhor argumento para a candidatura do Rio, Orlando Silva admite que os Jogos Panamericanos, realizados no ano passado na capital carioca, deixaram a desejar. “Poderíamos ter tido mais legados”, reconhece citando como diferenciais do Rio o Maracanã, o Maracananzinho, o Engenhão, o Parque Aquático e o velódromo.
O Rio de Janeiro está entre os finalistas para a candidatura como sede dos Jogos de 2016. A cidade concorre com Chicago, Madri e Tóquio. Em sua viagem a Pequim, Lula teve encontro com o presidente da China, Hu Jintao, e com o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge. Em ambas as ocasiões, Lula falou sobre as olimpíadas.