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Nova York - O barril do petróleo foi cotado nesta quarta-feira no pós-fechamento de Nova York a US$ 134, o que motivou o líder da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Abdulah al Badri a se declarar "inquieto", embora tenha atribuído o recorde a especulações.
Após um dia frenético, o barril fechou a US$ 133, mas alcançou US$ 134 nas cotações posteriores ao fechamento.
Além da tensão entre oferta e procura, e da desvalorização do dólar, a disparada esteve relacionada pela queda inesperada das reservas norte-americanas.
O Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou que as reservas caíram na última semana para 5,32 milhões de barris.
O secretário-geral da Opep disse estar "inquieto" pela escalada do preço, mas apontou que isso se deve à especulação, dado que o mercado não enfrenta desabastecimento.
"O preço aumentou substancialmente por problemas especulativos, pela desvalorização do dólar e pela inflação mundial", explicou Abdulah al Badri.
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