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Salvador - Um dos três policiais militares acusados pelo assassinato do advogado trabalhista Sílvio Pedra foi condenado a 15 anos de prisão na última terça-feira, dia 11. Rui da Silva Rodrigues, que já possui duas outras condenações e foi acusado pela promotora de Justiça Armênia Cristina Santos, foi o primeiro sentenciado pelo crime que aconteceu em outubro de 2000 no bairro da Graça. Agora, ele, que está preso no Batalhão de Lauro de Freitas, deverá cumprir por todas as condenações 32 anos de prisão.
Segundo a promotora de Justiça, a motivação do assassinato ocorrido há quase oito anos ainda não é conhecida, mas os seus autores já foram todos identificados. Além de Rui, Ednilton Melo Silva, que já responde a vários processos, é mais um dos executores, afirma Armênia, lembrando que o julgamento dele ocorrerá no próximo dia 2 de abril. O outro acusado se suicidou com a mesma arma utilizada para assassinar Sílvio seis meses após ter cometido o crime, informou a promotora.
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