Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificadosEmpregosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Segunda-feira, 15 de Março de 2010    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!













Um produto da
Texto Pronto Comunicação

Publicação produzida com o sistema JornalFácil da
PBP Interativa

:: Brasil ::
Pesquisa
Emprego é mais difícil para mulheres que vivem na periferia
Quinta-feira, 24/01/2008 - 18:42

Brasília - Uma pesquisa divulgada hoje (24) pela organização não-governamental (ONG) Grupo de Mulheres da Cidadania Feminina aponta que as mulheres que vivem na periferia das capitais não têm espaço no mercado de trabalho. O estudo foi feito com 64 mulheres da comunidade de Córrego do Euclides, um bairro de Recife (PE), e identifica as principais atividades, a remuneração e a etnia.

As informações foram reunidas em um catálogo, a ser distribuído nas ruas da capital pernambucana no sábado (26), Dia da Luta Global por um Mundo Melhor. "O problema é mundial, mas estamos tentando trazer visibilidade às mulheres da periferia, que estão cada vez mais pobres. O estudo é um apelo e vai mostrar a luta dessas mulheres", disse Rejane Pereira, coordenadora da ONG.

De acordo com a pesquisa, a maioria das mulheres é negra e recebe entre R$ 30 e R$ 180 mensais em atividades como preparo de alimentos para venda em casa, por não conseguirem ingressar no disputado mercado de trabalho. O resultado, acrescentou a coordenadora, é que "elas entram apenas no mercado informal: costumam vender pipoca, salgados, tapioca e outros alimentos, em barracas montadas geralmente diante das residências".

A coordenadora apontou o racismo como uma das barreiras para a profissionalização das mulheres, ao informar que 94% das domésticas e lavadeiras entrevistadas são negras. "Chegamos à conclusão de que é preciso enfrentar o racismo e chamar a atenção das autoridades para a pobreza dessas mulheres e para as dificuldades que elas encontram”, alertou.

O Mapa da População Negra no Mercado de Trabalho, elaborado em 1999 pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aponta que a mulher negra sofre uma dupla discriminação no mercado de trabalho. E que o desemprego entre negros, em Recife, só fica atrás do de Salvador, que tem taxas de 26,3% (mulheres) e 20,7% (homens). Na capital pernambucana, o índice para mulheres negras é de 25,6% e para os homens, de 18,5%.

| Próxima Notícia >>

Leia Também


JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
Primeiro Nome:
Profissão:
E-Mail:
Assinar  
Cancelar  
Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

<< Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


BLOG DO JM

ALÔ BAHIA

:: Plantão
(21:04) Chanceler de Israel boicota discurso de Lula no Parlamento
(20:58) Sistema Ferroviário volta a operar normalmente
(20:48) Temer se reúne com líderes para definir votações do semestre
(20:40) Eduardo confessa crime de novo e cita 'loucura' e 'informação divina'
(20:12) Procon vai criar metas de redução de queixas para as campeãs de reclamação


:: Enquete
A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
Desculpe-nos pelo transtorno.

Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


CapaClassificadosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

Copyright 2001-2007 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.