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Africanas
Mais de 11 mil garotas são mutiladas por ano na Grã-Bretanha
  • Agência ANSA
  • Quinta-feira, 11/10/2007 - 08:09

    Londres - Mais de 11 mil garotas menores de 15 anos de origem africana são mutiladas sexualmente na Inglaterra e no País de Gales a cada ano, e outras 21 mil correm perigo de serem, segundo um informe do grupo Forward financiando pelo Ministério da Saúde Britânico.

    De acordo com a investigação, os pais de tais menores levam suas filhas a seus países de origem na África, onde são praticadas as mutilações genitais.

    No entanto, Forward denunciou que as práticas de mutilação genital feminina também são praticadas na Grã-Bretanha.

    Segundo um levantamento, cerca de 66 mil garotas na Inglaterra e no país de Gales teriam sido mutiladas sexualmente, em um procedimento sem anestesia no qual lhes é retirado o clitóris para impedir qualquer forma de prazer sexual.

    Forward explicou que o número de crianças nascidas de mães que tiveram a genitália mutilada aumentou de 6 mil, em 2001, para 9 mil, em 2004.

    A áreas com maior número de mulheres africanas mutiladas são Londres, Birmingham, Manchester e Leicester.

    Em sua maioria elas provêm de países como Somália, Sudão, Etiópia e Senegal.

    Com relação a isso, um grupo de ativistas pediu às autoridades para que sejam tomadas medidas preventivas para evitar as mutilações.

    Sob as leis britânicas, a mutilação genital feminina é um delito da Grã-Bretanha desde 1985.

    As pessoas vinculadas a essas práticas ilegais enfrentam até 14 anos de prisão, nas até o momento ninguém foi condenado por tal crime.

    Maureen Salmon, diretora interina de Froward, pediu aos professores de escolas de informem sobre suspeitas a respeito de garotas que poderiam ser mutiladas para evitar que tal pratica seja realizada.

    "Se uma garota é retirada da escola por um longo período de tempo para realizar uma viagem ao exterior, as autoridades escolares deveriam descobrir qual é o intuito dessa viagem", destacou a especialista.

    "Também poderiam notar mudanças no comportamento da garota se esta já foi mutilada sexualmente", acrescentou.

    AnsaLatina

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