Salvador - A humanização na assistência à saúde delineou a trajetória ao longo dos 20 anos de atividades da SOS VIDA - Soluções em Saúde no estado da Bahia. Nessas duas décadas, completas em 2007, a empresa lançou novos serviços e se tornou referência no estado em Internação Domiciliar. A participação da família no tratamento e o cuidado personalizado por uma equipe de saúde multidisciplinar são os principais diferenciais do atendimento médico domiciliar, o que projeta maior qualidade de vida ao paciente.
A empresa, genuinamente baiana, com sede em Brotas, é líder em Internação Domiciliar no estado. Desde 1996, mais de 2.000 pacientes já receberam cuidados médicos em casa pela equipe da SOS VIDA. “Destes, cerca de 42% receberam alta médica, comprovando a eficácia desta modalidade de assistência e o padrão de qualidade dos serviços ofertados pela SOS VIDA”, ratifica o diretor-presidente da SOS VIDA, José Espiño Silveira.
“A relação médico-paciente-família é muito grande na Internação Domiciliar. O médico tem um entendimento maior que transcende a questão da doença”, afirma José Espiño, que também verifica outros benefícios, como maior aprendizado dos familiares e paciente sobre a doença. A indicação da Internação Domiciliar deve ser realizada pelo médico do paciente, levando em consideração o quadro clínico do mesmo. Os principais motivos de internação domiciliar são as doenças neuro-degenerativas, cardiopatias, neoplasias, pneumopatias e infecções.
O envelhecimento da população e o aumento na expectativa de vida do brasileiro, que segundo IBGE passou de 62,6 anos, em 1980, para 71,7 anos, em 2004, também apresenta novos desafios para a medicina e exige a necessidade de mudança de visão em relação a questões complexas como a terminalidade da vida.
A Internação Domiciliar é um benefício oferecido aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e de planos de saúde. A Lei Nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 estabelece, no âmbito do SUS, o Atendimento Domiciliar e a Internação Domiciliar, nos quais incluem-se, principalmente, os procedimentos médicos, de enfermagem, fisioterapêuticos, psicológicos e de assistência social, entre outros necessários ao cuidado integral dos pacientes em seu domicílio. Em 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), estabeleceu, através da RDC 11, os critérios para os prestadores deste serviço. No panorama Brasil, a modalidade de assistência e Internação Domiciliar está em fase de regulamentação junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão do Ministério da Saúde. |