Servidor público recebe chaves de imóveis no Imbuí
Quarta-feira, 06/12/2006 - 20:07
Salvador - Com oferta de imóveis para diversos tipos de renda, o Programa Habitacional do Servidor Público entregou hoje (6) mais um condomínio residencial de alta qualidade voltado para o funcionalismo estadual. Com dois quartos (uma suíte), garagem, piscina, sala de ginástica, parque infantil e salão de festas, os apartamentos das duas torres dos edifícios do Residencial Vog Alto do Imbuí, no bairro do Imbuí, vão atender a 112 famílias de servidores.
Ao fazer a entrega simbólica das chaves aos moradores, o governador Paulo Souto anunciou outro novo empreendimento, a ser construído no bairro da Fazenda Grande. Serão 380 unidades, no valor de R$ 32 mil cada. Ainda este mês, o Estado lançará um outro novo empreendimento, também no Imbuí.
“Dentre tantas outras ações, a Bahia mais uma vez deu exemplo de pioneirismo e inovação ao formular e concretizar o Programa Habitacional do Servidor Púbico”, declarou Souto. Ele ressaltou que desde o lançamento do programa, em 1996, cerca de 15 mil imóveis já foram financiados em condições favoráveis para o funcionalismo público. Só em dezembro, entre lançamentos e entrega de unidades, 870 mil famílias estão sendo beneficiadas.
A grande vantagem do programa é que, mesmo contando com a alta qualidade dos imóveis, os servidores acabam pagando prestação com valor reduzido à metade, considerando os valores normais de mercado. No caso do Residencial Vog Alto do Imbuí, os apartamentos foram vendidos, entre R$ 70,6 mil e R$ 89,8 mil, com prioridade absoluta para os servidores: apenas 28 apartamentos foram comercializados para o público em geral, do total de 140 imóveis do edifício. Cada prédio, de 12 andares, tem 70 apartamentos.
O servidor público vai pagar, durante quinze anos, uma prestação de cerca de R$ 400 e só depois o restante. Pelas condições normais do mercado, a prestação de imóvel semelhante não fica por menos de R$ 800. O programa é desenvolvido em parceria com a Caixa Econômica Federal, sendo que o Governo do Estado acaba assumindo, em até 50%, a diferença da prestação, em relação ao valor de mercado para beneficiar os servidores.