São Paulo - A receita bruta global da PricewaterhouseCoopers atingiu US$ 22 bilhões no ano fiscal 06, que vai de 1º de julho de 2005 a 30 de junho de 2006. Pelo segundo ano consecutivo, a PwC obteve crescimento de dois dígitos. O resultado é 11% maior do que no ano anterior (taxa de câmbio constante).
Os países emergentes foram os que tiveram os maiores aumentos, especialmente China e Rússia, mas o desempenho foi melhor em todas as regiões. Nos países do centro e do leste europeu a receita foi 26,4% maior; nas Américas do Sul e Central, 22,7%; no Oriente Médio e África, 16,8%. Na América do Norte e Caribe, o aumento foi de 21,1% e na Ásia, 11,9%. Nos países da Europa ocidental e na região do Pacífico, a receita teve crescimento de 8,8% e 9,6%, respectivamente.
“Tivemos um crescimento consistente em todo o mundo, sustentado pela força da marca PwC, pelas condições econômicas favoráveis e pelo trabalho e dedicação de nossos 140.000 profissionais”, disse Sam DiPiazza, CEO da PwC.
Os serviços de consultoria foram os que apresentaram maior expansão, 19,7%, refletindo o sucesso da estratégia de mercado implementada em escala global e o maior foco em clientes prioritários. A consultoria tributária também registrou excelente desempenho com crescimento de 12,1% em receita, em decorrência, principalmente, da ênfase em serviços para não-clientes de auditoria.
Os serviços de auditoria mantêm sua trajetória, priorizando a qualidade, e, apesar de uma redução na demanda por trabalhos relacionados à Lei Sarbanes-Oxley, obtiveram crescimento de 7,8% em relação ao ano anterior. “A estratégia de atuação regional e a segmentação de mercado adotadas nos propiciaram crescimento em 2006 e continuarão a fazê-lo em 2007. O desafio é continuar a investir na consolidação de uma organização sustentável cujos fundamentos são uma equipe de profissionais capacitados, clientes qualificados e serviços de qualidade”, afirma Fernando Alves, presidente da PwC – Brasil. |