Salvador - Administrar a Área de Proteção Ambiental (APA) Lagoas e Dunas do Abaeté, buscando intensificar as atividades relacionadas ao Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE). Com esse objetivo, 25 representantes de diversos segmentos da sociedade civil organizada, de ONGs, de universidades e dos poderes públicos municipais, estadual e federal foram empossados como membros do conselho gestor. A primeira reunião do conselho está prevista para acontecer no início de dezembro.
Gestora da APA, Indira Niara, pretende orientar o conselho a elaborar projetos que minimizem os impactos ambientais causados pela ocupação desordenada da área, localizada no Litoral Norte da Bahia, vetor de expansão urbana da região metropolitana. “O Zoneamento Econômico-econômico da APA, conforme a resolução do Cepram de 2002, é a solução para dar prosseguimento ao desenvolvimento sustentável da área”, afirmou.
Para solucionar outros problemas detectados, como o assoreamento das dunas, o despejo de lixo e a supressão de flora nativa, também estão sendo aplicadas novas estratégias. De acordo com Sarah Alvez, coordenadora de Gestão das Unidades de Conservação da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), os representantes do conselho gestor devem firmar um compromisso que garanta a realização de ações concretas para a preservação dos recursos, geração de receita e manutenção da qualidade de vida da população. “É um espaço aberto para discussões e sugestões com relação ao processo de gestão ambiental do espaço”, explica.