Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificadosEmpregosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Domingo, 21 de Março de 2010    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!











Um produto da
Texto Pronto Comunicação

:: Brasil ::
Finanças
Imposto sobe mais para quem ganha menos
  • Do site www.congressoemfoco.com.br
  • Segunda-feira, 25/09/2006 - 09:40

    Brasília - Estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da Universidade de São Paulo (USP), revela que as famílias mais pobres estão pagando 73% a mais de impostos do que há dez anos. De acordo com a pesquisa, divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo, o governo já abocanha 49% da renda das famílias que ganham até dois salários mínimos por mês (R$ 700). Em 1996, essa mordida era de apenas 28,2% - uma diferença de 21 pontos percentuais. Famílias com renda superior a 30 salários mínimos (R$ 10,5 mil) também sofreram aumento da carga no período, mas bem menos doloroso: de 18% para 26%.

    Segundo a reportagem de Marcelo Rehder, a transferência de renda dos pobres para o governo atinge 61,4 milhões de brasileiros, o que representa 70% dos 87,1 milhões de ocupados em todo o país no ano passado, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A maior parte da sangria tributária imposta à população de baixa renda é provocada pelos chamados impostos invisíveis, embutidos nos preços das mercadorias (como IPI, ISS, Cofins, PIS e ICMS), assim chamados porque a maioria das pessoas não tem idéia do peso que têm em seu orçamento nem sobre o destino do dinheiro.

    No período pesquisado pela Fipe, a carga invisível aumentou de 26,5% para 45,8% da renda das famílias que ganham até dois mínimos. Já o impacto da tributação direta (como IR, INSS, IPTU e IPVA) passou de 1,7% para 3,1%.

    Para chegar a esses números, a pesquisadora da Fipe responsável pelo estudo, Maria Helena Zockun, se baseou nos dados das pesquisas de orçamentos familiares do IBGE, que considera todas as remunerações do trabalho, transferências (aposentadorias, pensões, bolsas de estudos, mesadas, doações), lucros recebidos, rendimentos de aluguel e aplicações financeiras e de capital. Ela usou ainda informações da Receita Federal sobre a carga tributária até 2004. Segundo ela, as conclusões são válidas para o período atual. "Em questões de desigualdade social, o Brasil consegue se superar", diz ela ao Estadão.

    | Próxima Notícia >>

    Leia Também


    JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
    Primeiro Nome:
    Profissão:
    E-Mail:
    Assinar  
    Cancelar  
    Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

    << Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


    BLOG DO JM

    ALÔ BAHIA

    :: Plantão
    (23:40) Lula está de olho no cargo de secretário-geral da ONU, diz 'The Times'
    (23:34) Ninguém acerta na Mega-Sena. Prêmio vai a R$ 12 milhões
    (23:18) Defesa de Jefferson faz acusações a Joaquim Barbosa
    (22:19) Santo André goleia e é o novo líder do Paulistão
    (22:06) Brasileira cai do segundo andar de hotel em Buenos Aires


    :: Enquete
    A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
    Desculpe-nos pelo transtorno.

    Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


    CapaClassificadosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

    Copyright 2001-2007 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.