Salvador - Nos próximos três anos, a Bahia deve receber cerca de R$ 18 bilhões em investimentos. Entre os novos projetos estão fábricas de celulose e papel, borracha e plástico, e também dos segmentos químico, extrativo mineral, agropecuária, turismo e serviços, como os shopping centers, por exemplo. A eficiência do estado na atração de empreendimentos e sua política forte de incentivos foram temas de destaque durante a abertura do II Encontro de Economia Baiana, hoje (14), no Centro de Convenções da Bahia.
O encontro prossegue até amanhã e é promovido pela Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) e Universidade Federal da Bahia (Ufba), com apoio da Petrobras. A abertura também contou com o lançamento do quinto número da Revista Desenbahia, publicação especializada em economia baiana e regional que traz alguns dos trabalhos discutidos ao longo do evento.
"A guerra de incentivos, a partir da segunda metade dos anos 90, além de atrair uma série de investimentos, promoveu a diversificação industrial no estado da Bahia, trazendo empresas do ramo calçadista, eletroeletrônico, automotivo, entre muitos outros", destacou o economista Oswaldo Guerra, doutor em economia pela Universidade de Campinas (Unicamp) e professor da Ufba, durante sua palestra sobre a economia baiana. |