Salvador - Com a assinatura do convênio com a BR Distribuidora, no último dia 31 de agosto, a Prefeitura do Salvador vai ter condições de realizar o “banho de asfalto” nas principais vias da cidade, proposto pelo prefeito João Henrique. Mas para que isso seja possível, era essencial que o município tivesse auto-suficiência na fabricação de asfalto, o que já ocorre desde 21 de fevereiro deste ano, com a reinauguração da Usina Municipal de Asfalto, localizada na Estrada Velha de Campinas de Pirajá e considerada a maior do Norte-Nordeste.
Com a reforma realizada pela Superintendência de Manutenção e Conservação da Cidade (Sumac), a usina teve a produção de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) triplicada, passando de 40 para 120 toneladas/hora, o que representa uma economia de 28% em relação à compra do produto, antes adquirido de terceiros.
Na verdade, explica o superintendente da Sumac, Wellington Pereira, a nova usina é um dos principais suportes para garantir a conservação e manutenção da cidade, razão porque a principal preocupação da superintendência, desde o início da administração João Henrique, foi exatamente renovar todo o parque asfáltico da Prefeitura.
Foram recuperados as caldeiras e o tanque de insumos asfálticos e de combustíveis, realizada a troca de filtros de mangas para reduzir a poluição e instalado portão de acesso à usina, para maior segurança. Foi feito também um controle efetivo na balança de entrada e saída de material e instaladas escadas para acesso aos silos, com corrimão para evitar quedas.
Além da economia de 28% em relação ao asfalto adquirido anteriormente, a usina passou a ter maior controle de qualidade sobre o produto, acompanhado permanentemente por técnicos do laboratório próprio. A antiga unidade, por estar com os equipamentos obsoletos e em mau estado, não funcionava plenamente, além de quebrar muito, sendo necessária a aquisição de asfalto de usinas particulares, gerando mais gastos para a Prefeitura.