No palco, ela agora é um travesti e sobre um trio elétrico, neste domingo, ela será coroada madrinha da V Parada Gay da Bahia. Preta Gil, que estreou este mês em São Paulo no teatro, vivendo a transformista Linda Lee no espetáculo "Um Homem Chamado Lee", é uma das atrações da V Parada Gay da Bahia.
No domingo, dia 3, Preta estará sobre o principal carro da parada, usando com muito orgulho uma faixa e um vestido com as cores do arco-íris, feito especialmente para a ocasião pelo estilista Walerio Araújo, o mesmo que assina o figurino do espetáculo "Um Homem Chamado Lee".
| | Preta vai ser a madrinha da Parada Gay, posto que já foi de Ivete Sangalo, Simone Sampaio, Carla Cristina e Edson Cordeiro. | "Estou muito feliz com o título, principalmente por ser na Bahia, que para mim é muito especial", afirmou Preta, que vai ocupar o posto que já foi de Ivete Sangalo, Simone Sampaio, Carla Cristina e Edson Cordeiro nos anos anteriores. "Estou vivendo um momento totalmente gay" conta a cantora e atriz, que tem lotado o Teatro Folha, em São Paulo, em sua primeira experiência no palco.
O espetáculo, "Um Homem Chamado Lee", conta a história de Ivanildo Pereira - ou Linda Lee, uma drag obcecada pela cantora Rita Lee, que decide sequestrar sua ídola e trancá-la num banheiro abandonado do Metrô, para ocupar seu lugar no palco. Escrito por Rodrigo Pitta e Fábio Mendes, o espetáculo fica em cartaz em São Paulo até o final do mês, e depois deve viajar pelo país.
Além da parada gay, onde será aclamada como madrinha e atuará como DJ, Preta também é convidada da Pride Party, festa oficial da Parada, que acontece no sábado (2) no Solar da União, na Avenida Contorno. No sábado passado Preta Gil esteve em Juiz de Fora, Minas Gerais, onde foi presidente do Jurí que elegeu a Miss Brasil Gay 2006, no tradicional concurso realizado na cidade mineira há 30 anos. |