Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificadosEmpregosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Segunda-feira, 22 de Março de 2010    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!











Um produto da
Texto Pronto Comunicação

:: Brasil ::
Sanguessugas
Senadores citados por CPI ainda podem renunciar
Quinta-feira, 24/08/2006 - 20:38

Brasília - Os senadores Ney Suassuna (PMDB-PB), Serys Slhessarenko (PT-MT) e Magno Malta (PL-ES), investigados por envolvimento na compra superfaturada de ambulâncias com recursos do Orçamento, ainda podem renunciar ao mandato parlamentar para fugirem da abertura de processo de cassação de seus mandatos e de correrem o risco de perder o direito da elegibilidade pelos próximos oito anos.

Isso, porque mesmo estando no Conselho de Ética as representações da Mesa Diretora do Senado pedindo a abertura de processos de cassação dos parlamentares, a instauração dos processos depende de manifestação escrita do presidente do colegiado, senador João Alberto (PMDB-MA).

O presidente do Conselho de Ética ainda não anunciou quando fará a instauração dos processos de cassação dos senadores. Segundo o advogado geral do Senado, Alberto Cascais, não há um prazo regimental para o presidente do Conselho abrir os processos. "Como na justiça comum, o inicio do processo pode se dar por um despacho singular do presidente do Conselho de Ética", explica. De acordo com Cascais, abertos os processos os senadores não poderão mais renunciar para evitar uma possível cassação de seus mandatos e de parte dos direitos políticos pelos próximos oito anos.

O senador João Alberto já convocou reunião do conselho para o dia 5 de setembro, durante o segundo esforço concentrado do Congresso Nacional no período pré-eleitoral. O senador, que viajou para o interior do Maranhão, já anunciou que pretende instaurar os processos rapidamente. Segundo o advogado Alberto Cascais, para evitar questionamentos, a abertrua dos processos deve ser feita em documento oficial com a assinatura do presidente do conselho, não devendo valer por exemplo assinatura eletrônica.

O advogado informou, também, que até o momento não houve manifestação nenhuma e nem qualquer declaração de que os senadores poderiam renunciar. "Pelo contrário, o interesse de todos os senadores é que haja um processamento rápido para que se chegue a uma conclusão logo e decida esse futuro deles", disse Alberto Cascais.

Abertos os processos no Conselho de Ética, os senadores têm direito a amplo direito de defesa. Os relatores de cada um dos processos terão a responsabilidade de promover as investigações e apresentar parecer aos demais membros do conselho recomendando ou não a cassação do senador.

Caberá aos conselheiros, em votação aberta, decidir se o senador deverá ou não perder o mandato. No caso do Conselho aprovar a perda do mandato e de parte dos direitos políticos, o parecer será encaminhado à comissão de Constituição e Justiça do Senado para exame dos aspectos constitucional, legal e jurídico. A CCJ tem o prazo de cinco sessões ordinárias do Plenário do Senado para decidir sobre a matéria.

| Próxima Notícia >>

Leia Também


JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
Primeiro Nome:
Profissão:
E-Mail:
Assinar  
Cancelar  
Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

<< Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


BLOG DO JM

ALÔ BAHIA

:: Plantão
(11:44) Lula deixará para seu sucessor uma conta alta por causa de atrasos no PAC
(11:40) Cultura Inglesa oferece bolsas para oficina de teatro
(11:32) Água poluída mata mais do que todos os tipos de violência, alerta ONU
(11:27) Ciro Gomes hoje no programa do Lobão da MTV
(11:19) Effa Motors projeta crescimento expressivo no Nordeste


:: Enquete
A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
Desculpe-nos pelo transtorno.

Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


CapaClassificadosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

Copyright 2001-2007 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.