Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificadosEmpregosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!













Um produto da
Texto Pronto Comunicação

Publicação produzida com o sistema JornalFácil da
PBP Interativa

:: Brasil ::
Infra-Estrutura
Furlan culpa burocracia pelo baixo ritmo dos investimentos
Segunda-feira, 21/08/2006 - 17:42

São Paulo - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, disse hoje (21) que embora o governo federal tenha priorizado investimentos na área de portos, considerada estratégica no escoamento dos produtos vendidos ao exterior, não conseguiu imprimir um ritmo à altura das necessidades do setor produtivo.

“Não conseguimos levar as obras na velocidade que o Brasil precisava”, queixou-se ele durante palestra em encontro promovido pela Câmara de Comércio Suíço-Brasileira.

Na justificativa dada aos executivos e empresários presentes, Furlan apontou o excesso de burocracia nos processos de licitação pública como o grande responsável pela falta de agilidade na execução de obras em infra-estrutura.

Segundo ele, há situações em que os processos demoram de cinco a seis meses. Diante dessa morosidade, defendeu “uma reforma no sistema de licitações e uma ação forte de penalidade para evitar fraudes”.

Furlan informou que estudos nesse sentido estão sendo realizados pelo Ministério do Planejamento.

Os investimentos em infra-estrutura como solução para tornar os produtos brasileiros mais competitivos no mercado internacional são motivos de preocupação permanente do ministério, assegurou Furlan. Conforme observou, “não faltam diagnósticos para solucionar a questão e sim imprimir um ritmo mais veloz”.

“Nós escolhemos a modernização dos portos por ser esse meio de transporte responsável por 92% da distribuição do comércio externo via marítima”, informou.

Durante a palestra, o ministro defendeu que há espaço para ampliar as relações comerciais entre o Brasil e a Suíça. Como exemplo, citou a venda de etanol, cujos embarques para aquele mercado alcançaram 9,5 milhões de litros no ano passado.

Entre as mercadorias exportados pelo Brasil estão os produtos primários como alumínio, pasta química de madeira, carne, café, fumo, zinco, minérios de manganês, além de álcool , artefatos de joalheria e suco de laranja. Na contrapartida, as importações brasileiras do mercado suíço incluem medicamentos, geradores de eletricidade, motores a diesel e produtos químicos.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que, em 2004, as importações brasileiras somaram US$ 1 bilhão, volume bem abaixo das exportações que atingiram US$ 348 milhões.

| Próxima Notícia >>

Leia Também


JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
Primeiro Nome:
Profissão:
E-Mail:
Assinar  
Cancelar  
Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

<< Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


BLOG DO JM

ALÔ BAHIA

:: Plantão
(20:44) Deputado quer investimentos imediatos para a Copa de 2014
(20:26) Defensores públicos paulistas protestam contra salários
(20:12) Crianças com dislexia sofrem com preconceito, aponta fonoaudióloga
(19:59) Nasce o primeiro bebê britânico sem o gene do câncer de mama
(19:41) Cobrança de ponto extra de TV a cabo foi tema de debate na CCT


:: Enquete
A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
Desculpe-nos pelo transtorno.

Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


CapaClassificadosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

Copyright 2001-2007 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.