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GDK vai implantar complexo naval em Candeias
Terça-feira, 28/09/2004 - 09:50

Salvador - O município de Candeias esteve em festaontem (27) com a solenidade de assinatura do protocolo de intenções para a implantação da GDK Engenharia. A empresa vai funcionar em área reservada para a industria naval, no Porto da Ponta da Laje, na Baía de Aratu.

Segundo informações da empresa, serão investidos inicialmente R$160 milhões para implementação de um complexo industrial voltado para a construção de módulos off-shore (plataformas marítimas para exploração petrolífera) e on-shore (plantas terrestres para petróleo e gás) e um porto para reparo e conversão de navios em plataformas petrolíferas. "Até 2006, quando o projeto estiver concluído, os investimentos totalizarão cerca de R$400 milhões", comentou Otto Alencar, secretário da Industria, Comércio e Mineração.

Alencar lembrou que esse é o segundo maior investimento feito na Bahia nesse ano. O primeiro, foi a implantação da fábrica de pneus Continental, em Camaçari, no total de R$ 700 milhões. "A indústria naval volta à Bahia com força e o Governo do Estado promoveu todos os incentivos necessários para que essa empresa viesse se instalar aqui", observou Otto Alencar.

Conforme explicou o secretário, outros estados da Federação estavam interessados nesse empreendimento, mas a Bahia venceu. "Esse é um segmento econômico muito intensivo em mão-de-obra", falou. Inicialmente, a GDK vai criar no município de Candeias cerca de 1.500 postos de trabalho diretos. "Para cada emprego direto na indústria naval, são criados mais seis empregos indiretos", lembrou o secretário.

Para Otto Alencar, a área do canal da Baía de Aratu, onde fica o Porto de Ponta da Laje, é muito importante, pois tem toda a adequação para a implantação da indústria naval, sobretudo por seu calado, que atinge até 15 metros de profundidade. "Esse complexo que será implementado será o mais moderno da América Latina, com linha de produtos que fazem parte da estratégia de fortalecimento dos segmentos naval e petrolífero da Bahia, com a atração de investimentos de grande porte para o estado", frisou.

A GDK vai ocupar uma área de 172 mil m2 e contará com cerca de 30 mil m2 de galpões cobertos. "A localização que teremos aqui será privilegiada e estratégica, sobretudo para a exportação para a África Ocidental, um mercado onde já atuamos com escritório em Angola", comentou Gilvan Amorim, diretor da GDK, afirmando que a ajuda do governo baiano, através da Sudic, foi imprescindível para a vinda do empreendimento para o estado. "A Sudic nos orientou muito bem para a escolha desse local", disse.

A estimativa é que o empreendimento destine 90% de sua produção ao mercado externo, pois atualmente todas as plataformas e navios da Petrobras estão sob a propriedade da subsidiária holandesa da empresa brasileira.

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