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'Valerioduto' teria pago juiz para favorecer tucanos
Domingo, 30/09/2007 - 22:10
Da VEJA On-Line:

Relatório da Polícia Federal (PF) revelou que Rogério Lanza Tolentino, atual advogado do publicitário Marcos Valério, recebeu dinheiro do chamado “valerioduto” durante a campanha de 1998, quando atuava como juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, para supostamente favorecer o então candidato à reeleição ao governo do estado, Eduardo Azeredo (PSDB). Tolentino votou favoravelmente ao candidato tucano em decisões próximas a depósitos em sua conta e na de sua mulher.

Entre agosto e outubro de 1998, foram feitos cinco pagamentos no total de 302.350 de reais ao então juiz e a sua mulher, Vera Maria Soares Tolentino. Para a PF, seriam "recursos de estatais desviados para o caixa de coordenação financeira da campanha", de acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo deste domingo.

Réu do mensalão do PT pelos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, Tolentino foi juiz eleitoral no biênio 1998/2000, indicado para vaga de advogado em lista tríplice e nomeado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso. Advogados, juízes e promotores – ouvidos com a condição de terem os nomes preservados – dizem que Tolentino sistematicamente decidia a favor da coligação do governador tucano. (..)


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Escocês bate recorde de ressaca após beber 35 litros de cerveja
Domingo, 30/09/2007 - 09:50
Do Portal G1:

Um homem de 37 anos entrou em um hospital em Glasgow, na Escócia, queixando-se de uma dor de cabeça que não passava e de estar vendo tudo rodando. Os sintomas já duravam quatro semanas, disse ele.

Depois de exames e perguntas, os médicos, perplexos, deram o diagnóstico: era a maior ressaca da história da cerveja. A história aconteceu em outubro de 2006 e foi publicada pelo jornal britânico "The Lancet" na última sexta-feira.

"O paciente não tinha antecedentes de ferimentos na cabeça ou perda de consciência. Seu histórico médico era irrepreensível, e ele não estava tomando remédios", afirmou Zia Carrim e dois outros médicos do Southern General Hospital.

A temperatura e a pressão estavam normais. O exame neurológico deu negativo. Foi só quando um oftalmologista foi chamado é que as coisas começaram a ficar menos nebulosas.

Segundo o oculista, o paciente estava com pequenas hemorragias e com os discos óticos dilatados. "Fomos atrás então de uma história mais detalhada do paciente", afirmou Zia.

Ele acabou revelando que havia consumido 60 canecas de cerveja (cerca de 35 litros) durante quatro dias, depois de uma "crise doméstica".


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O pesado custo da anistia
Domingo, 30/09/2007 - 00:21
De Vasconcelo Quadros no Jornal do Brasil:

BRASÍLIA. As indenizações milionárias, que fizeram a fortuna de perseguidos políticos e já provocaram uma despesa estimada em cerca de R$ 3 bilhões ao Tesouro, estão com os dias contados. Uma mudança de critério nas concessões, já colocada em prática pelo governo, por determinação do ministro da Justiça, Tarso Genro, poderá reduzir entre 50% a 80% do montante que vinha sendo concedido caso a caso.

As dez maiores indenizações retroativas já deferidas pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça desde que a nova lei entrou em vigor, em 2001 - e sobre as quais não há mais como recorrer - alcançam a colossal cifra de R$ 29,878 milhões. São valores que o governo já pagou ou terá de pagar integralmente aos favorecidos. A maior delas entre os civis, num total de R$ 3,4 milhões pertence ao anistiado Sérgio da Silva Del Nero. As dez maiores indenizações a militares chegam a metade do valor pago aos civis, R$ 14.987.017,84. A mais valiosa, de R$ 1,9 milhão pertence a Hélio de Castro Alves Anízio.

Num outro grupo de beneficiários, além do valor retroativo, os anistiados ainda recebem uma pensão mensal equivalente ao salário que estariam ganhando hoje se estivessem no posto de trabalho em que se encontravam quando tiveram de abandoná-lo ou foram demitidos por perseguição política. Nesse grupo, os dez mais ganharam um total de R$ 16,1 milhões e apenas um, Joacyr de Assis Andreta, deixou de receber a bolada, embora tenha tido o rendimento mensal reajustado para R$ 22.988,88. O maior valor retroativo entre eles é o de Ditmar Friedrich Muller. Recebeu R$ 2,89 milhões, além do pagamento mensal de R$ 18.488,85. O nome mais conhecido do grupo é o jornalista Carlos Heitor Cony, favorecido com uma bolada de R$ 1,4 milhão e prestação mensal de R$ 19.115,17. No grupo dos militares anistiados, os dez maiores abocanharam R$ 7 milhões. A maior indenização entre eles foi concedida a Rui Barbosa Moreira Lima, que ganhou R$ 1,39 milhão. O mais conhecido, no entanto, é o ex-capitão Carlos Lamarca, um dos comandantes da luta armada, cuja família recebeu uma bolada retroativa de R$ 902 mil e uma prestação mensal de R$ 11.444,40. Os dois filhos de Lamarca também foram indenizados, com prestações única e individuais de R$ 100 mil.

O presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão admitiu que, em alguns casos, os valores são absurdos e injustificáveis, mas explica que foram deferidos com o que determina a lei de anistia. Abrão acha, no entanto, que as concessões milionárias não devem ser usadas para descaracterizar o alcance político e social da lei. Ele assumiu o cargo no início do ano e disse que recebeu determinação expressa do ministro da Justiça, Tarso Genro, para rever os critérios sobre valores, que se tornaram escandalosos porque teria faltado bom senso a quem estava reivindicando apenas o reconhecimento da condição de anistiado ou perseguido político.

- Quando assumi a comissão, o ministro pediu mais rigor na concessão das indenizações. Já que ninguém chegou lá pelo dinheiro, era necessário mudar os critérios e usar valores compatíveis com a realidade social do país - disse Abrão.

Ele garante que casos como o de Cony não se repetirão porque a Comissão de Anistia, em vez de consultar os sindicatos sobre valores salariais atualizados, agora está usando como padrão o valor de mercado, recorrendo aos índices sobre categorias profissionais publicados diariamente nos cadernos de economia dos jornais. Foi assim, por exemplo, que a comissão conseguiu convencer uma professora da sétima série do ensino fundamental no interior de Goiás, cujo sindicato apresentara uma declaração informando que o salário atual seria de R$ 6.500.

- Se o salário que recebo como professor universitário (Direito) com títulos de pós-graduação é de R$ 4.200,00, não é possível que uma professora primária estivesse recebendo aquele montante. Expliquei a ela e mudamos o valor - afirma Abrão. - O objetivo da anistia não é patrimonial. A finalidade é o reconhecimento formal da perseguição política. A indenização deve ser conseqüência - diz.


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