[an error occurred while processing this directive]


Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificados Recomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!











Um produto da
Texto Pronto Comunicação

:: Blog do Jornal da Mídia ::

Próxima Página >> Há nesta página 30 notas de um total de 124 << Página Anterior

FHC afirma que não é contrário à privatização da Petrobas e do BB
Terça-feira, 17/10/2006 - 12:21
Do Portal Terra, citando entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à Rádio CBN:

O ex-presidente do País, atual presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso disse hoje que não é contra a privatização da Petrobras. Segundo FHC, a empresa poderia deixar de ser uma estatal, de controle do Governo, para passar a ser de controle público, formado por grupos da sociedade.

Ele questionou a forma como o Governo administra a Petrobras, sugerindo que as verbas de publicidade seriam negociadas a partir de interesses específicos: "repare para quem eles dão a publicidade?". O Banco do Brasil também foi citado como exemplo. "O BB deve ser público e não servir para 'Valerioduto'".

Para o ex-presidente, o Brasil precisa passar por uma reformulação das instituições que devem atender as demandas da população para chegar a uma democracia moderna. "Por exemplo, a Justiça não atende e satisfaz a população, e ainda é suspeita de uso da máquina pública", disse durante entrevista à rádio CBN.

Na sua visão, a organização da sociedade em classes é um erro que o PT estaria cometendo, já que a estrutura de classes no Brasil é fragmentada.

• 

Trabalho do PSDB é vender patrimônio, diz Lula no Roda Viva
Terça-feira, 17/10/2006 - 07:47
Em entrevista ao programa Roda Vida, exibida nesta ontem (16) à noite pela TV Cultura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve o discurso de atacar as privatizações promovidas pelos governos tucanos.

O candidato lembrou que Fernando Henrique privatizou “quase tudo que existe no país”, e que Alckmin privatizou o que pôde em São Paulo. “O trabalho deles é vender o patrimônio público. A prática do PSDB tem sido essa”, afirmou.

“É preciso reconhecer que o sistema de telefonia melhorou com a privatização, mas o do setor ferroviário foi um desastre”, ressalvou, afirmando que a venda do patrimônio público não é a solução para os problemas do país. Como comparação, disse que em toda sua vida como trabalhador não precisou “vender a geladeira para pagar dívida”.

“Somente com crescimento econômico vamos ter dinheiro para fazer o que é preciso no país”, afirmou.

Ao responder sobre o envolvimento de membros do governo em escândalos, Lula lembrou que todos foram afastados, e serão julgados. “Não existe amigos para essas coisas. Na hora em que você faz as coisas erradas, paga por elas”.

• 

Lula tem agenda secreta de cortes e reformas azedas
Segunda-feira, 16/10/2006 - 23:11
Do Blog de Josias de Souza, na Folha Online:

Favorito na corrida presidencial, Lula mantém em segredo um lote de providências e planos que seus ministros e auxiliares consideram incontornáveis num eventual segundo mandato. São temas que, por impopulares, não freqüentam os palanques e a propaganda eletrônica do candidato. A agenda secreta de Lula inclui cortes nos gastos públicos e o envio ao Congresso de propostas de reforma da Previdência e da legislação trabalhista.

O blog conversou com dois ministros de Lula a respeito dos temas que vêm sendo escamoteados na campanha eleitoral. Falaram sob a condição do anonimato. Disseram que, internamente, as providências vêm sendo consideradas há meses. Os cortes no orçamento público são vistos como inevitáveis no próximo ano.

As mudanças na Previdência e nas leis que regem as relações entre empregadores e empregados compõem o que o governo chama de “novo ciclo de reformas”. Reformas que, a depender da vontade de Lula, serão negociadas num amplo entendimento com os partidos de oposição.

Um dos ministros informou que os cortes de gastos são necessários inclusive para compensar novas despesas que foram criadas neste ano eleitoral. Só no primeiro semestre, informou o auxiliar do presidente, as despesas do governo cresceram 14%. Acima da arrecadação de tributos, que aumentou 11%.

(...)

Quanto às reformas, o seu formato final ainda não foi fechado. Há detalhes sobre os quais ainda não há consenso. Alguns deles, se explicitados publicamente, decerto afugentariam eleitores. Na discussão previdenciária, por exemplo, desde a hipótese de fixação de uma idade mínima para a aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada e até a reformulação do sistema de benefícios do setor público.

(...)

O esconde-esconde eleitoral vem sonegando ao eleitor a discussão de assuntos que interessam diretamente ao seu cotidiano. A prática não é exclusividade da campanha de Lula. Na semana passada, o economista Yoshiaki Nakano, um dos autores do programa de Geraldo Alckmin, ousou prever corte de gastos num eventual governo tucano. O candidato apressou-se em desautorizá-lo: “Não vai cortar. Isso não consta do meu programa”.

Consta, sim. Está escrito: "O governo não pode gastar mais do que arrecada”. Ou ainda: “Esse programa visa a criar condições para zerar o déficit nominal, com corte de despesas correntes dos governos, incluindo juros, da ordem de 4,4% do PIB no decorrer do próximo mandato".


• Blog de Josias de Souza

• 

Lula diz que Alckmin foi ao debate 'ensandecido'
Segunda-feira, 16/10/2006 - 22:09
Do Blog de Josias de Souza, na Folha Online:

Lula concedeu nesta segunda uma entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. Foi gravada pela manhã, no Palácio da Alvorada, e vai ao ar a partir de 22h. Instado a comentar o seu primeiro confronto televisivo que teve com Geraldo Alckmin, o presidente disse:

--Eu estranhei o comportamento do meu adversário porque sempre foi uma pessoa tranqüila, leve. Ele estava ensandecido naquele programa. Eu acho que ele pensou que poderia resolver o problema da guerra com uma única batalha.

O sinônimo mais banal do verbo “ensandecer” é “enlouquecer”. Mas há outras acepções. Uma delas, contemplada tanto no Caldas Aulete como no Aurélio, é “tornar-se sandeu”.

E o que diabos é um sandeu? Ensina o velho Aulete: “Mentecapto, idiota, tapado, que não diz senão sandices”. Anota o novíssimo Aurélio: “idiota, parvo, tolo, néscio, estúpido.”

Fica no ar uma dúvida: o Alckmin “ensandecido” a que se referiu Lula portou-se no debate da TV Bandeirantes como “louco”, como “idiota” ou como as duas coisas? Seja como for, para Lula o que importa é que o eleitor não estaria interessado em diatribes, mas em propostas.


Clique aqui e leia no Blog de Josias de Souza matéria na íntegra

• 

PDT decide não apoiar nem Lula nem Alckmin
Segunda-feira, 16/10/2006 - 18:39
César Baima, do Portal G1, no Globo.com:

Reunido no Rio nesta segunda-feira (16), o Diretório Nacional do PDT decidiu que o partido não apoiará nenhum dos dois candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno.

Ao final do encontro, o deputado federal eleito Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que defendeu o apoio a Geraldo Alckmin (PSDB), disse que com a "liberdade" que o partido deu aos militantes, ele, pessoalmente, oficializará o apoio ao tucano em São Paulo.

A reunião durou cerca de 3 horas e meia. A proposta da Comissão Executiva era a neutralidade, entretanto, 17 presidentes de diretórios regionais, entre eles São Paulo, queriam apoiar Alckmin. Oito diretórios haviam pedido neutralidade e apenas dois defendiam aliança com o presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


Leia no Globo.com

• 

Em carta ao PDT, Alckmin se compromete a não privatizar
Segunda-feira, 16/10/2006 - 13:09
De Catia Seabra, na Folha Online, hoje:

Chamado diariamente de privatista pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, enviou ao PDT uma carta em que se compromete com a manutenção da Petrobras, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e da Empresa de Correios e Telégrafos "sob controle estatal".

Alckmin negou, porém, que seja uma resposta ao adversário, que, no segundo turno, investe na estratégia de rotulá-lo como privatista. "Não levo muito a sério. O Lula não tem compromisso com a verdade."

O documento foi enviado na terça-feira, mas só foi incluído no site do PDT depois de Lula também se comprometer, ainda que genericamente, com as reivindicações do partido, na quarta-feira.

"Meu governo manterá sob controle estatal e estimulará os papéis estratégicos que cumprem a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e os Correios", diz a carta de Alckmin.

Apesar de o texto sinalizar com a possibilidade de venda de ações que excedam ao controle estatal, Alckmin foi categórico ontem, após visita ao Capão Redondo, zona sul de São Paulo. "Exatamente", disse ele, ao responder se assinara um compromisso antiprivatização.

"Recebi [do PDT] o documento com a questão da não-privatização, do piso do salário para a Previdência, o direito dos trabalhadores, a educação e o crescimento. É a minha proposta. Quero ser presidente para isso e quero o apoio do PDT."

Em reunião ontem à noite com o presidente da Força Sindical, o pedetista Paulo Pereira da Silva, Alckmin descreveu os esforços para obter o apoio do partido. Disse ter procurado todos os líderes regionais do partido, "de Alceu Collares [RS] a Jefferson Perez [AM]".


Clique aqui e leia matéria na íntegra

• 

Não é só a Globo que quer e chora por Geraldo Alckmin
• Por Redação do Jornal da MídiaDomingo, 15/10/2006 - 21:44
Foto
A capa desta semana da revista Carta Capital
Aliás...aliás...não é só a Globo que tá dando bandeira demais. Existe na imprensa, principalmente nos grandes jornais, um claro, mas claro mesmo, apoio a Geraldo Alckmin. E não é agora no segundo turno, não. Teve jornalista, de grande jornal, que chegou a divulgar, no primeiro turno, uma "pesquisa" que mostrava o tucano à frente do petista. Depois veio a pesquisa real e a barrigada foi confirmada.

Portanto, é bom ler o texto abaixo do jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, na revista Carta Capital. Não custa nada.

Pode-se começar a contar a história do famoso dossiê que os petistas teriam tentado comprar para incriminar os candidatos do PSDB José Serra e Geraldo Alckmin pela sexta-feira 15 de setembro, diante do prédio da Polícia Federal, em São Paulo. É uma construção pesada, com cerca de dez pavimentos, de cor cinza-escuro e como que decorada com uma espécie de coluna falsa, um revestimento de ladrilho azul brilhante, que vai do pé ao alto do edifício, à direita da grande porta de entrada. Dentro do prédio estão presos Valdebran Padilha e Gedimar Passos, ligados ao Partido dos Trabalhadores e com os quais foi encontrado cerca de 1,7 milhão de reais, em notas de real e dólar, para comprar o tal dossiê. Mas essa notícia é ainda praticamente desconhecida do grande público.

É por volta das 5 da tarde. A essa altura, mais ou menos à frente do prédio, que fica na rua Hugo Dantola, perto da Ponte do Piqueri, na Marginal do rio Tietê, na altura da Lapa de Baixo, estaciona uma perua da Rede Globo. Ela pára entre duas outras equipes de tevê: uma da propaganda eleitoral de Geraldo Alckmin e outra da de José Serra.

Com o tempo vão chegando jornalistas de outras empresas: da CBN, da Folha, da TV Bandeirantes. E a presença das equipes de Serra e Alckmin provoca comentários. Que a Rede Globo fosse a primeira a chegar, tudo bem: ela tem uma enorme estrutura com esse objetivo. Mas como o pessoal do marketing político chegou antes? Cada uma das duas equipes tem meia dúzia de pessoas. A de Serra é chefiada por um homem e a de Alckmin, por uma mulher. As duas pertencem à GW, produtora de marketing político. Seus donos foram jornalistas: o G é de Luiz Gonzales, ex-TV Globo, e o W vem de Woile Guimarães, secretário de redação da famosa revista Realidade, do fim dos anos 1960. Entre os jornalistas, logo se sabe que foi Gonzales quem ligou para a Globo, avisando do que se passava na PF.

E quem avisou Gonzales? Foi alguém da Polícia Federal? Foi alguém do Ministério Público, de Cuiabá, de onde veio o pedido para a ação da PF? Uma fonte no Ministério da Justiça disse a CartaCapital que as equipes da GW chegaram à PF antes dos presos, que foram detidos no Hotel Ibis Congonhas por volta da 6 da manhã do dia 15 e demoraram a chegar à sede da polícia. Gente da equipe da GW diz que a empresa soube da história através de Cláudio Humberto, o ex-secretário de imprensa do ex-presidente Collor, que tem uma coluna de fofocas e escândalos na internet e que teria sido o primeiro a anunciar a prisão dos petistas.

Pode ser que sim, o que apenas leva à pergunta mais para a frente: quem avisou Cláudio Humberto? Mesmo sem ter a resposta, continuemos a pesquisar nessa mesma direção: a de procurar saber a quem interessava a divulgação da história do dossiê e como essa divulgação foi feita. Para isso, voltemos à região do prédio da PF duas semanas depois.


• Clique aqui para ler a matéria completa.

• 

Lula volta a criticar elite e diz que só quer 'partilhar o pão'
Domingo, 15/10/2006 - 15:14
De Ricardo Amaral, no portal Terra:

O presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva criticou neste domingo a "parcela da elite brasileira" que, segundo ele, seria contrária aos programas sociais do governo e às ações oficiais voltadas para "índios, negros e pobres". "Tem sempre gente achando que, do jeito que está, está bom; que se a gente for dar para todos vai tirar um pouco deles", disse Lula a cerca de 50 educadores convidados por sua campanha para o café da manhã num hotel de Brasília.

"Ninguém quer tirar nada de ninguém", prosseguiu, "O que nós queremos é partilhar corretamente o pão de cada dia e o resultado do trabalho de cada dia."

Lula fez a afirmação em seu discurso, dizendo-se inspirado no filme "Mauá", que narra a vida do empresário do século XIX Irineu Evangelista de Souza. Pioneiro do capitalismo no Brasil, Souza, Barão de Mauá, enfrentou resistências a seus empreeendimentos na sociedade escravagista do Segundo Império.

"Vi ontem o filme e ele mostra o que é uma parcela da elite conservadora desse país, que não quer permitir que o país avance", comentou o candidato-presidente, depois de afirmar que a educação democratiza as oportunidades.

"Acabou o tempo em que o Brasil era governado apenas para um terço da população", disse Lula, sem fazer referência direta aos críticos de seu governo.


Vlique aqui e leia matéria na íntegra

• 

Prefeitos do PFL já fazem campanha para Lula na Bahia
• Por Redação do Jornal da MídiaDomingo, 15/10/2006 - 14:57
"...Uma alma que vive de rancor, nós temos que derrotá-la mais ainda na segunda vez".

A frase é do governador eleito da Bahia, Jaques Wagner (PT), ao comentar para prefeitos do Sudoeste baiano a necessidade de ACM ser derrotado mais uma vez nas urnas no segundo turno das eleições.

Wagner se encontrou em Vitória da Conquista com mais de 20 prefeitos do PFL, antes ligados ao carlismo.

Muitos prefeitos do interior baiano ligados a ACM e ao govrnador Paulo Souto já debandaram e estão fazendo abertamente campanha para Lula.

O governador eleito da Bahia disse que está trabalhando para aumentar significativamente a vantagem de Lula, que ficou com 66,65% dos votos do baianos.

"Vamos chegar a 80%. É importante que isto aconteça", disse.

• 

Comparação entre os governos FHC e Lula
Domingo, 15/10/2006 - 14:52
Editorial de O Estado de S. Paulo:

Quem quiser avaliar os feitos econômicos do atual governo e compará-los com o de seu antecessor - um exercício que parece deliciar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva - deve olhar, antes de mais nada, para as condições mundiais e regionais.

Se a economia brasileira crescer 3,5% neste ano, terá acumulado em quatro anos uma expansão de 11,6%. Terá crescido em média, portanto, modestíssimos 2,8% ao ano. No mesmo período, a produção mundial terá aumentado robustos 4,8% ao ano, enquanto a América Latina terá avançado ao ritmo anual médio de 4,2% - um desempenho raramente observado na região. Foi desperdiçada uma fase de oportunidades excepcionais.

Nos oito anos anteriores, a economia brasileira cresceu em média 2,3% ao ano - mas a expansão mundial, afetada por violentas crises financeiras, não passou da média anual de 3,6%. O crescimento latino-americano ficou em 1,5% ao ano. Antes de ser atingida pela crise cambial de janeiro de 1999, a economia brasileira atravessou as crises do México, em 1995, do Leste da Ásia, em 1997, e da Rússia, em 1998.

Mas o pequeno crescimento do período foi compensado pelas mais ambiciosas reformas realizadas em décadas, sem as quais teria sido impossível domar a inflação e reorganizar a economia nacional - premissas que, respeitadas por Lula, resultaram nos poucos êxitos de seu governo.

Já a gestão petista ocorreu numa fase de bonança internacional e com dinheiro de sobra nos mercados, condições que o governo Lula deixou passar quase sem proveito para o Brasil, apesar de ter recebido como “herança bendita” uma base institucional amplamente modernizada.

(...)

Qualquer pessoa capaz de uma comparação honesta poderia contentar-se com esses dados. Mas há muitos mais. O presidente Lula costuma dizer que encontrou o Brasil quebrado e imerso na inflação e que precisou reerguê-lo. Mas a crise de 2002, como sabe qualquer pessoa razoavelmente informada, foi conseqüência das tolices de um partido que defendia o calote da dívida pública e outras irresponsabilidades.

O Executivo e o Banco Central só puderam vencer a crise, a partir de 2003, porque herdaram instrumentos monetários e cambiais forjados na gestão anterior. A maior parte dos preços havia sido desindexada - contra a resistência do PT. A política monetária havia sido restaurada, graças ao saneamento e venda dos bancos estaduais, as metas de inflação estavam implantadas, o câmbio era flexível e já funcionava o sistema de metas fiscais - tudo isso também a despeito da oposição do PT.

O ministro Antonio Palocci, que sustentou o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, contra a opinião do PT e de vários conselheiros presidenciais, reconheceu mais de uma vez a importância do que fora realizado nos anos 90, sem o que não poderia ter tido o êxito que teve em sua política macroeconômica. O presidente Lula nunca teve grandeza para isso.

(...)

Estes são alguns fatos que o presidente procura esconder, para não ter de admitir que as políticas sociais que lhe renderam a liderança na disputa eleitoral não teriam sido possíveis sem a herança bendita de FHC.


• Clique aqui para ler o editorial completo.

• 

'Veja' acusa Bastos de montar operação para blindar Lula
Sábado, 14/10/2006 - 17:53
Do portal Oi Internet:

São Paulo- A revista Veja traz em sua edição desse fim de semana uma reportagem na qual acusa o ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos de participar de uma operação para blindar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dos efeitos do escândalo da negociação de um dossiê contra candidatos do PSDB.

Segundo a revista, que centraliza a reportagem no ex-assessor especial de Lula Freud Godoy, Thomaz Bastos conversou com Godoy assim que o escândalo estourou e lhe indicou um advogado, além de cobrar diariamente esforços dos dois para fazer com que Gedimar Pereira, um dos presos com R$ 1,7 milhão, recuasse em suas declarações citando Freud Godoy como o mandante da compra do dossiê.

A revista afirma que, tão logo Gedimar foi preso, o ministro telefonou para o superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Geraldo José Araújo, para perguntar: "Isso respinga no presidente?".

Thomaz Bastos também teria, segundo a revista, se mobilizado para defender o governo depois da notícia divulgada pelo O Estado de S. Paulo dando conta de um depósito de 396.000 reais que teria sido feito pelo investidor Naji Nahas na conta bancária de Freud. Partiu do ministro Bastos a orientação final sobre a forma pela qual Freud e Nahas deveriam negar a história.

A revista também afirma que a operação contou com a participação do tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, e José Carlos Espinoza, um ex-segurança de Lula que, como Godoy, era funcionário da Presidência da República e que se afastou do cargo para trabalhar na campanha de reeleição do petista. Segundo a Veja, Espinoza foi um personagem ativo na negociação para Gedimar dizer que foi pressionado pelo delegado que o prendeu a envolver Freud Godoy.

Visita - Citando um relato escrito por três delegados da Polícia Federal, a Veja diz que Espinoza e Freud, acompanhados de dois homens não identificados, fizeram uma visita a Gedimar na noite de 18 de setembro, quando ele ainda estava preso na carceragem da PF em São Paulo. A visita, segundo a revista, teria ocorrido fora do horário regular e sem um memorando interno a autorizando.

"De acordo com o relato dos policiais, o encontro foi facilitado por Severino Alexandre, diretor executivo da PF paulista. O encontro ocorreu logo depois da acareação regular entre Freud e Gedimar, um encontro de cinco minutos que, segundo o relato oficial, transcorreu em silêncio da parte de Gedimar."

(...)


• Clique aqui para ler a matéria completa.
• Clique aqui para ler a matéria da revista Veja.

• 

PF revela que PT e órgãos públicos estão envolvidos com dossiê
Sexta-feira, 13/10/2006 - 23:22
De Nelson Francisco, no Estadão:

CUIABÁ - Pelo menos dez órgãos e instituições públicas e o PT estão envolvidos na trama do dossiê Vedoin, revelam investigações da Polícia Federal. O vínculo de entidades, possivelmente na esfera federal, foi descoberto com base na quebra do sigilo telefônico de 150 números.

Nos telefonemas, os interlocutores comentam sobre a compra da documentação contra políticos tucanos. Nesta sexta-feira, 13, a PF pediu à Justiça a quebra de sigilo telefônico de mais 100 pessoas, informou o delegado Diógenes Curado, que conduz as investigações, sem citar nomes.

Ao todo, já são 750 pedidos de quebra de sigilo telefônico para rastrear a origem de R$ 1,75 milhão apreendidos em 15 de setembro, no hotel Ibis, em São Paulo. O dinheiro, em dólares e reais, estava com Gedimar Passos e Valdebran Padilha. A PF pretende esclarecer o escândalo do dossiê antes do segundo turno das eleições.

(...)


• Clique aqui para ler a matéria completa.

• 

Collor visita o Senado, 14 anos após impeachment.
Sexta-feira, 13/10/2006 - 19:44
Descrição da Foto
Collor mostrou as instalações do Senado a Carolina Medeiros. Em Brasília, ele não pretende morar na Casa da Dinda, onde viveu no período em que ocupou a Presidência da República
Quartorze anos depois de seu impeachment, o ex-presidente Fernando Collor de Mello, eleito senador no estado de Alagoas pelo PRTB, visitou nesta sexta-feira (13) as instalações do Senado Federal. Collor, 57 anos, esteve acompanhado de sua esposa, Caroline Medeiros, 29, e do diretor-geral do Senado, Agaciel da Silva Maia. Ele sorriu para imprensa, mas não quis falar. Alegou que estava rouco e prometeu uma coletiva em breve.

Além do Plenário, Collor visitou as instalações de um gabinete na ala Teotônio Vilela, uma das mais próximas do Plenário do Senado, para conhecer a estrutura das salas destinadas aos senadores. De acordo com ato administrativo do Senado, ex-presidentes da República estão entre os que têm prioridade na escolha da localização do gabinete.

Dezenas de crianças de uma escola, que estavam participando do programa de visitação ao Congresso, fizeram questão de passar cerca de meia hora esperando na porta do gabinete em que o ex-presidente visitava, para vê-lo de perto. Ao sair, Collor abraçou o jornalista Vicente Limongi e deu autógrafos.

Segundo Agaciel da Silva, diretor-geral do Senado, Collor terá direito a apartamento funcional em uma quadra residencial na Asa Sul, como todos os senadores, mas ainda não decidiu onde vai morar.

De acordo com a Folha Online, Collor não pretende morar na Casa da Dinda, onde viveu no período em que ocupou a Presidência da República, e deve optar por um apartamento mais próximo ao Senado.

• 

PT defende reajuste menor a servidores no próximo governo
Sexta-feira, 13/10/2006 - 17:02
Do Blog do Noblat, no Estadão:

O funcionalismo público pode esperar reajustes salariais menores numa eventual reeleição de Lula. O coordenador da campanha, Marco Aurélio Garcia, adiantou há pouco em entrevista coletiva que uma forma de melhorar as contas do governo, tão criticadas pela oposição, será diminuir o ritmo do aumento aos servidores.

- Não precisaremos dar os pinotes que foram necessários para atender à necessidade do nosso funcionalismo público (...) Fizemos alguns reajustes importantes no que diz respeito aos salários que vão nos dar hoje uma situação mais equilibrada no que se refere aos reajustes futuros.

As carreiras que tiveram aprovados planos de cargos e salários no primeiro mandato não deverão ter reajustes adicionais. Esses planos foram suficientes, de acordo com Garcia, para reduzir as perdas acumuladas pelos servidores nos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso.

O receituário da campanha de Lula prevê ainda queda dos juros para reduzir as despesas do governo com a dívida pública e crescimento maior da economia para aumentar a arrecadação de tributos.


• Blog do Noblat

• 

Alckmin corre atrás do prejuízo no Nordeste
Sexta-feira, 13/10/2006 - 13:57
De Julio Cruz Neto, da Agência Brasil:

O candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB-PFL) busca hoje (13) conquistar votos no Nordeste, região onde teve o pior desempenho no primeiro turno, perdendo para Luiz Inácio Lula da Silva (PT-PCdoB-PRB) em todos os estados.

Alckmin vai a João Pessoa e Maceió. Na capital paraibana, faz caminhada no início da tarde. Em seguida, parte para a capital alagoana, onde faz campanha ao lado do governador eleito Teotônio Vilela Filho, do PSDB.

Vilela venceu a eleição no primeiro turno de virada, obtendo 55,85% dos votos válidos contra João Lyra (PTB). No embalo da vitória do governador eleito, Alckmin vai investir em Alagoas, estado que lhe proporcionou a segunda melhor votação no Nordeste (37,79% dos votos válidos) e onde Lula teve o pior resultado na região (46,63%, inferior à sua média nacional, de 48,61%).

Na Paraíba, o contexto político é outro. Alckmin teve votação bem pior do que em Alagoas (27,87%, contra 65,31% de Lula) e a disputa para o governo está acirrada. Cássio Cunha Lima (PSDB) e Zé Maranhão (PMDB) terminaram o primeiro turno em empate técnico. O senador peemedebista Ney Suassuna, acusado de envolvimento com a “máfia dos sanguessugas”, perdeu a disputa para o Senado para o tucano Cícero Lucena.

Alckmin tem investido fortemente na campanha para conquistar os nordestinos. No debate da TV Bandeirantes, domingo passado, em entrevistas e no horário eleitoral, afirma sempre que vai promover o desenvolvimento da região se for eleito, citando sempre o programa Novo Nordeste.

• 

Lula e Alckmin prometem Bolsa Família melhor no programa de rádio
Sexta-feira, 13/10/2006 - 10:13
Deu no Portal G1, do Globo.com:

Pelo menos um projeto estará garantido para os próximos quatro anos, qualquer que seja o candidato à Presidência eleito neste segundo turno: o Bolsa-Família. É o que se conclui das campanhas tanto de Geraldo Alckmin quanto de Luiz Inácio Lula da Silva. O tucano, em seu programa eleitoral no horário gratuito nas rádios, prometeu não somente manter, mas ampliar e melhorar o atual Bolsa-Família, levando o benefício para ainda mais pessoas, de modo mais eficiente. O petista, candidato à reeleição, seguiu a mesma linha e também acenou com melhorias e ampliação no serviço. E a concordância entre ambos termina aí.

O horário gratuito de hoje trouxe Alckmin e Lula mais incisivos em suas críticas mútuas. O programa tucano aproveitou a data, sexta-feira 13, para pedir ao eleitor que não "dê chance ao azar" e vote 45 (evitando o 13 petista). Geraldo Alckmin rebateu o que diz serem acusações sem fundamento de Lula: "Não vou privatizar (estatais) nem acabar com o Bolsa-Família. Lula fala isso para assustar as pessoas. Jamais decepcionei as pessoas".

Lula, por sua vez, disse que o PSDB faz uma campanha que semeia o "ódio", dividindo o País, e adiantou que Geraldo Alckmin faria um governo para proteger e beneficiar "uma pequena elite", enquanto ele, Lula, e seu partido, o PT, trabalhariam pensando no povo e na união do Brasil.


"Temos um projeto de nação diferente", pronunciou Lula. "Eles trabalharam para uma pequena elite; nós, para todos. Eles fazem uma campanha de ódio para dividir o Brasil; nós, para unir. Eles privatizaram, encolheram os salários e diminuíram o emprego; nós acabamos com a inflação, nos libertamos do FMI, diminuímos a pobreza e a desigualdade".

Lula ainda acusou o governo tucano de acobertar escândalos e impedir a realização de CPIs. No seu governo, segundo Lula, os escândalos são investigados ao ponto de o governo ter de "cortar a própria carne", em caso da necessidade de punição de algum de seus pares. Lula terminou seu programa reiterando que ampliará o Bolsa-Família e prometendo levar luz elétrica às zonas rurais ainda sem energia.

(...)

Geraldo Alckmin enumerou projetos para diferentes Estados e regiões brasileiras. Para Minas Gerais, prometeu repassar recursos para conter a violência na Grande Belo Horizonte. O governador mineiro, Aécio Neves, participou do programa: "Eu voto na seriedade e no trabalho, por isso eu voto Alckmin".

A proposta para Minas é semelhante à feita para o Rio de Janeiro, onde, além da violência, segundo o candidato, os recursos repassados visarão à despoluição da lagoa e da Baía de Guanabara. O prefeito carioca, Cesar Maia, também pediu votos ao presidenciável: "Com Alckmin presidente, teremos um novo Rio de Janeiro".

O Nordeste terá a "atenção que precisa e merece", segundo Alckmin. Para Pernambuco, o candidato prometeu tirar do papel e construir a refinaria da Petrobras. Para a Bahia, o tucano se comprometeu a construir moradias populares e introduzir um projeto de mutirão pela saúde da mulher.


Clique aqui e leia no G1

• 

Lula confirma participação em mais três debates na TV
Sexta-feira, 13/10/2006 - 07:51
Do jornal O Globo, citando a agência Reuters:

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quinta-feira, em Valparaíso (Goiás) sua participação em três debates que estão sendo programados por grandes emissoras de TV no país.

- O último debate seria na Rede Globo, mas eu gostei tanto do debate que marquei outro no SBT e na Record. Nós vamos a todos os debates - disse Lula, em comício na cidade de Valparaíso, na região do entorno do Distrito Federal.

O presidente compareceu ao comício acompanhado do ministro Tarso Genro (Relações Institucionais), do deputado Agnelo Queiroz (ex-ministro dos Esportes), do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), e do candidato ao governo do Goiás, senador Maguito Vilela (PMDB), para quem pediu votos.

Ainda no clima do debate, do qual participou na TV Bandeirantes, no último domingo, Lula criticou a administração de Alckmin no governo paulista e revidou a sugestão do governador de vender o avião presidencial, o chamado Aerolula, para a construção de cinco hospitais.

- Não me incomodei porque aquela gente só sabe vender o que não é deles - disse Lula, referindo-se, indiretamente, às privatizações do governo de Fernando Henrique Cardoso.

Falando a uma platéia com cerca de 5 mil pessoas, segundo dados da Polícia Militar de Goiás, Lula comparou-se a Mahatma Gandhi, líder pacifista da Índia.

- Ele era ofendido, mas ele não perdia a postura porque tinha o objetivo de libertar a Índia - disse Lula.

Em Valparaíso, Lula venceu o primeiro turno com 55,61% dos votos, contra 36,01% de Alckmin, conforme dados do TSE.


Clique aqui e leia a matéria na íntegra

• 

Turma que mama nas tetas do Estado é contra privatização
Quinta-feira, 12/10/2006 - 23:41
De Antonio Machado no Cidade Biz:

Turma que há séculos mama nas tetas do Estado foi competente em dar às estatais aura de coisa santa


De repente, meio assim do nada, não constando da pauta de nenhum candidato, afora de Heloísa Helena, que virou passado mas quando sonhava com o futuro prometia rever uma a uma, eis que reapareceu na campanha presidencial o tema das privatizações – uma espécie de Cuca, meio jacaré, meio gavião, do imaginário político: a bruxa má de Monteiro Lobato, que no entanto só se ferra, invocada por pais nada corretos para pôr medo nos filhos. Quem está a assombrar com o risco de outra onda privatizante é o presidente Lula e o PT, que tentam carimbar a ameaça na testa do opositor Geraldo Alckmin.

Alckmin ficou bravo para chuchu durante o debate na Band devido a essa, segundo ele, maledicência de petistas e de Lula, a quem, sem mais, chamou de “mentiroso” e desafiou a dizer onde estaria dito em seu programa de governo a intenção de privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e os Correios - estatais que o presidente não negou ter listado entre as que correm o risco de virarem privadas num eventual governo Alckmin.

E por que o receio? Por que, explicaram os petistas, se no governo FH, tucano como o atual candidato Alckmin, foram privatizadas a Vale do Rio Doce, as teles do sistema Telebrás, ferrovias e empresas de distribuição de energia elétrica, a história só poderia repetir-se.

Ainda que se deixe de lado que a história se repete como farsa, e sem entrar na polêmica, que é puramente eleitoreira, o que há para questionar é a procedência da “ameaça” ou de “risco” a que o país estaria sujeito se viesse outra rodada de privatizações, como Lula e seus defensores advertem, provocando em Alckmin uma reação de fúria, como se privatizar – aliás, praticada por ele no governo de São Paulo – fosse um crime de lesa-pátria, ofensa grave a exigir o repúdio de todos os brasileiros.

De lógica a questão nada tem, mas de sentimentos mal resolvidos da nacionalidade têm de sobra.

A turma que há séculos mama nas tetas do Estado foi competente em criar para as empresas públicas e mesmo à gestão estatal a aura de coisa santa, última fronteira contra a besta-fera dos capitais de fora, os trustes, como as multinacionais eram conhecidas lá atrás.

Pouco importa que foi com elas que se cevou a absurda concentração de renda que envergonha o país no cenário das nações. Décadas a fio de administrações relapsas, roubalheira e empreguismo fizeram de muitas, se não todas, um sorvedouro de dinheiros que eram para estarem aplicados na educação pública, na saúde, em estradas, em obras que teriam pavimentado lá atrás o desenvolvimento nacional.

(...)

Orgulhosos foram e são todos os que se engajaram na criação desses gigantes empresariais de pés de barro, porque fortes à custa da miséria da maioria, já que pagas e sustentadas por subsídios orçamentários antes que se começasse a exigir de cada uma resultados e transparência de seus atos.

Muitos sinceros, porém ingênuos, as defendiam como patrimônio do povo. Eram na verdade feudos dos tecnocratas que as dirigiam como se fossem propriedades da família em cumplicidade com os políticos de plantão, uns e outros enriquecendo nas sombras do Estado, como o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, demonstrou em relação aos Correios e a Furnas.

Os dirigentes se digladiam para tomar assento nas estatais, ensinou Jefferson, para tirar proveito pecuniário em favor dos partidos, campanhas eleitorais e a própria conta bancária. Quem lamenta a privatização sente a falta destes condutos fáceis de riqueza pessoal. Desconfie deles.

Não há do antigo sistema Telebrás tele alguma que, privatizada, ficou pior que antes. O que se investiu neste setor, mais de R$ 135 bilhões, não há precedente no país, nem em dinheiro atual no caso da chegada das montadoras nos anos 50.

Se foram vendidas a preços hoje considerados vis é porque, quando estatais, eram como a Varig em sua débâcle: sem caixa, sem futuro, sem seriedade, um instrumento de assalto ao Erário. As estatais remanescentes são em boa parte empresas modelo, mas poderiam ser privadas sem problema.

(...)

Alega-se que os lucros das estatais privatizadas “engordavam os cofres do Estado” e que “foram vendidas a preço de banana”. Não é bem assim. O lucro, quando havia, era de monopólio. E doadas é o que não foram, não na telefonia, pela qual o governo recebeu mais que o avaliado e isso vendendo o que já estava no fim: a telefonia fixa.

Houve fraudes? Pode ser, mas nunca se provou nada. Nem o PT.


• Clique aqui para ler a matéria completa.

• 

Lula abre 14 pontos de vantagem sobre Alckmin
Quinta-feira, 12/10/2006 - 20:51
Do site Congresso em Foco:

Pesquisa Ibope divulgada há pouco no Jornal Nacional da Rede Globo revelou que o presidente Lula continua levando vantagem na disputa pela reeleição. De acordo com o levantamento, Lula alcançou 52% das intenções de voto, enquanto o candidato tucano Geraldo Alckmin ficou com 40%. Brancos e nulos somaram 4%. Quanto aos indecisos, também representaram 4% dos entrevistados.

Já na soma dos votos válidos (desconsiderando brancos, nulos e indecisos), Lula venceria a disputa pelo Palácio do Planalto por 57% da preferência do eleitorado contra 43% de Alckmin.

O levantamento, primeiro realizado pelo Ibope nesse segundo turno, entrevistou 3100 eleitores em 199 municípios brasileiros entre os dias 10 e 11 de outubro (de dois a três dias depois do debate presidencial promovido pela Rede Bandeirantes).


Congresso em Foco

• 

Governador do Mato Grosso abandona Alckmin e fica com Lula
Quinta-feira, 12/10/2006 - 01:19
Mais uma baixa na campanha do candidato Geraldo Alckmin (PSDB). O governador reeleito do Mato Grosso, Blairo Maggi (PPS), fechou seu apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A decisão de Maggi , anunciada nesta quarta-feira, contraria a orientação do seu partido, o PPS, que é aliado de Alckmin. Maggi vai encaminhar duas cartas ao presidente do PPS, Roberto Freire: na primeira Blairo Maggi vai sugerir o próprio afastamento do partido e na outra a sua desfiliação.

Se sair do PPS, Maggi leva seis deputados estaduais, um federal e mais de 140 prefeitos filiados ao PPS no Mato Grosso.

O apoio de Maggi, vice-presidente nacional do PPS, é considerado fundamental pelos estrategistas da campanha de Lula para reverter a tendência de voto dos empresários do agronegócio no candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

• 

Irmão do presidente Lula vira eleitor de Geraldo Alckmin
Quarta-feira, 11/10/2006 - 23:32
De Pedro Cunha de A Tribuna, de Santos (SP):

“Nunca mais voto no PT’’. A frase, dita por um mestre-de-obras de 52 anos, enquanto tentava pela quarta vez um atendimento médico para a esposa no Hospital Municipal de Mongaguá, poderia passar desapercebida, não fosse um fato peculiar. A crítica partiu de Jachson Ignácio da Silva que, além de ser irmão do presidente da República e candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores, Luiz Ignácio Lula da Silva, foi um ativo defensor da legenda desde sua fundação, há 25 anos.

Com as mãos sujas de cimento, como de costume, o irmão do presidente repetiu ontem, já em casa, todo o discurso que fez durante os quatro dias que passou na porta da unidade de saúde (entre o domingo da eleição e a quarta-feira da semana passada) tentando agendar uma consulta para a mulher, Lusenilde Albuquerque da Silva.

Ao criticar o irmão para cada pessoa com quem conversava na frente do hospital, mostrando-se indignado com a política social adotada pelo PT e com as denúncias de corrupção que pipocaram durante a gestão de Lula, Jachson acabou fazendo uma campanha indireta ao candidato do PSDB à presidência, Geraldo Alckmin, em quem votou no primeiro turno. ‘‘Mas o meu motivo de não votar no PT, que está aí, no presidente, é porque sou contra a reeleição,’’ justificou-se.

O irmão de Lula assegurou que esta posição contrária à reeleição sempre esteve na boca dos petistas. ‘‘Mas quando chegam no poder, não querem sair mais. São contra o reinado, mas parece que viram rei,’’ condenou. O mestre-de-obras reforçou que, mesmo que o irmão estivesse fazendo um governo nota 10, não votaria nele. ‘‘Sou contra o continuísmo,’’ disse Jachson, ‘‘deveríamos experimentar coisa nova. Na minha opinião, democracia é isso’’.

(...)

Jachson vê no Bolsa-família uma compra indireta de voto. ‘‘A maioria da classe pobre, que está numa pindaíba há muitos anos e continua no Governo do PT, ele conseguiu prender pelo Bolsa-família e pelo vale-gás. O pessoal está com medo do Geraldo (Alckmin) entrar e acabar com isso’’.

(...)

Ao revelar ter votado em Geraldo Alckmin no primeiro turno, Jachson disse que não votou em candidatos do PT para os demais cargos porque entende que ‘‘os que não roubaram, foram coniventes’’. Como exemplo dos petistas que seriam idôneos, mas que erraram por terem compactuado com os demais, citou Eduardo Suplicy e Aloizio Mercadante.

(...)

‘‘Hoje, vejo que é tudo igual e não quero mais saber do PT’’. Sobre as afirmações feitas pelo irmão, de que nada foi escondido e tudo, apurado, ele rebateu dizendo que ‘‘se não fosse a imprensa, nós jamais saberíamos dessas coisas. Felizmente, ela ainda é independente’’.

(...)


• Clique aqui para ler a matéria completa.

• 

Lula envia carta convidando PDT para 'reencontro político'
Quarta-feira, 11/10/2006 - 21:26
Iolando Lourenço, da Agência Brasil:

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) recebeu hoje uma carta do candidato à reeleição, presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT/PRB/PCdoB). No texto, Lula afirma que há "fortes convergências programáticas" entre PT e PDT. E que "circunstâncias políticas" impediram os dois partidos de "marchar unidos no primeiro turno". O candidato lamenta não ter repetido a aliança de 1998, quando teve Leonel Brizola (PDT) como vice. "Seria um motivo de alegria e uma profunda honra para mim poder reencontrar-me politicamente com os companheiros do PDT", afirma.

Semana passada, a Executiva Nacional do partido elaborou um documento com compromissos de governo a serem assumidos pelos candidatos. O partido decidiu apoiar o candidato que fizer uma adesão formal aos compromissos propostos pelo PDT. O partido não informou o que fará se os dois candidatos apoiarem o documento.

Geraldo Alckmin (PSDB/PFL) respondeu à carta do PDT na segunda-feira (9). Em entrevista à imprensa, o candidato tucano disse ter concordado com o texto e garantiu que "os princípios do PDT são os mesmos" de sua campanha. "A carta dele ao responde às colocações que o partido havia feito, concordando com muitos pontos", afirmou hoje o senador Cristovam Buarque (DF), candidato derrotado do partido à Presidência.

Ontem (10), a Executiva afirmou que aguardava resposta de Lula. "Vamos aguardar a carta do presidente Lula para verificar as duas e ver qual delas atente mais às colocações do PDT", afirmou ontem o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Em sua carta enviada hoje, Lula diz compartilhar "as grandes orientações que o PDT expõe em sua nota, com especial ênfase para as questões relacionadas com a ordem econômica e na defesa dos direitos dos trabalhadores".

Entre os compromissos listados pelo PDT estão: iniciar a implementação do ensino em tempo integral nas escolas de ensino fundamental de todo o país; não realizar nenhuma modificação na legislação trabalhista; manter o piso nacional de salário mínimo para pensões e aposentadorias; e não privatizar nenhum órgão público, especialmente o Banco do Brasil, a Petrobrás e a Caixa Econômica Federal. O PDT exige ainda que o candidato se comprometa a adotar política desenvolvimentista para o país, que priorize o pequeno e médio empresário.

• 

Datafolha mostra que Alckmin caiu 7 pontos entre os mais ricos
Quarta-feira, 11/10/2006 - 15:49
André Luís Nery, no Portal G1:

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (11), a primeira após o debate do último domingo na TV Bandeirantes, mostra que o candidato do PSDB à presidência, Geraldo Alckmin, caiu sete pontos percentuais nas intenções de voto entre os mais ricos, que têm renda familiar mensal superior a dez salários mínimos.

Faixa de renda que em tem o melhor desempenho, o tucano viu seu percentual cair de 69% para 62% em relação ao levantamento anterior, que foi divulgado na última sexta-feira (6). Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou de 24% para 31% entre os eleitores que têm renda familiar superior a dez salários mínimos.

Nas demais faixas de renda, Alckmin também caiu, mas o percentual foi menor. Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, oscilou de 34% para 32%. Entre os que têm renda de dois a cinco salários mínimos, caiu de 49% para 45%. E entre os que ganham de cinco a dez salários mínimos, caiu de 51% para 48%.

Lula, por sua vez, manteve o mesmo percentual entre os que ganham até dois salários mínimos (59%), oscilou de 45% para 47% entre os que têm renda de dois a cinco salários mínimos e subiu de 41% para 45% entre os que ganham de cinco a dez salários mínimos.

O Datafolha também aponta uma queda expressiva do tucano na faixa etária dos 25 aos 34 anos. Alckmin perdeu oito pontos percentuais entre estes eleitores, passando de 44% para 36%. Já Lula subiu cinco pontos nesta faixa: de 49% para 54%.

Na faixa etária dos 45 aos 59 anos, o tucano caiu de 42% para 38% e o petista oscilou de 51% para 52%. Na dos 16 a 24 anos, não houve alterações importantes: Lula continua com 47%, enquanto Alckmin oscilou de 47% para 46%.

Nas demais faixas etárias, ambos os candidatos seguem na mesma. Na faixa dos 35 aos 44 anos, Lula e Alckmin mantiveram os mesmos percentuais –51% e 41%, respectivamente. Entre os que 60 ou mais anos, o petista permanece com 54% e o tucano, com 38%.

Regiões
Nas regiões dos País, o instituto mostra que aumentou a vantagem do presidente no Nordeste. Lula subiu de 67% para 71%, enquanto Alckmin caiu de 28% para 24%. Nas regiões Centro-Oeste e Norte, o petista continua com 50%, enquanto o adversário perdeu três pontos percentuais (de 44% para 41%).

No Sul, segundo o Datafolha, o candidato do PT subiu cinco pontos percentuais, passando de 33% para 38%, enquanto o tucano caiu de 57% para 54%. Entre os eleitores do Sudeste, Lula manteve o mesmo percentual (45%) e Alckmin oscilou negativamente de 47% para 45%.

Na pesquisa consolidada, Lula lidera as intenções de voto para o segundo turno, com 51% (oscilou positivamente um ponto em relação ao levantamento anterior), enquanto Alckmin caiu de 43% para 40%. Os votos nulos e brancos somaram 4%, e os indecisos, 5%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa Datafolha realizada na terça-feira (10) foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e publicada nesta quarta-feira. O instituto ouviu 2.868 eleitores em 194 municípios de 25 estados brasileiros. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 21.972/2006.


Portal G1

• 

TSE manda revista Veja retirar outdoor com tucano
Quarta-feira, 11/10/2006 - 15:41
Deu no Portal UOL:

O TSE concedeu ontem liminar à coligação de Luiz Inácio Lula da Silva obrigando a revista "Veja" a retirar em um prazo máximo de 24 horas os outdoors da edição desta semana em que Geraldo Alckmin aparece na capa.

A coligação argumentou que a publicidade promove Alckmin e burla a proibição de uso de outdoors na propaganda eleitoral.

Procurada, a revista "Veja" não quis se pronunciar sobre o assunto.


Portal Uol

• 

Datafolha joga água gelada na cabeça de Alckmin
Quarta-feira, 11/10/2006 - 10:49
Do Blog de Josias de Souza, na Folha Online, hoje:

O resultado da última pesquisa Datafolha, estampado nesta quarta nas páginas da Folha, derrama sobre a calva de Geraldo Alckmin um balde de água fria. A versão “heloisahelenizada” do chuchu, exposta no debate de domingo, não carreou votos para o cesto do presidenciável tucano. Pior: para alegria de Lula, o legume apimentado parece ter azedado o paladar de parte do eleitorado de Alckmin.

(...)

O blog conversou na madrugada desta quarta com um dos integrantes do alto comando do comitê de Alckmin. Ele disse que o resultado do Datafolha, por adverso, ressuscita na campanha o debate sobre a dosagem dos ataques a Lula. Revive-se o receio de que a escalada acusatória possa acomodar sobre a cabeleira de Lula um halo de vítima.

“Não vejo alternativa senão a de manter o questionamento quanto à origem do dinheiro do dossiê e à identificação dos responsáveis”, disse o integrante do comitê de Alckmin. “Foi isso que ajudou a produzir o segundo turno. Mas teremos de acentuar a exposição da nossa proposta de governo, o que já estava previsto.”

A pesquisa traz um dado preocupante para Alckmin. Ele perdeu votos tanto nas áreas em que é favorito quanto nas regiões em que está em desvantagem para Lula. Na região Sul, por exemplo, onde o tucanato lidera, Alckmin perdeu três pontos e Lula ganhou cinco. No Nordeste, região onde o petismo é favorito, Lula cresceu quatro pontos; Alckmin caiu quatro.

Na primeira pesquisa realizada pelo Datafolha depois do primeiro turno, na última sexta-feira, 48% dos eleitores de Heloisa Helena manifestavam a intenção de votar em Alckmin. Agora, o percentual caiu para 39%. Uma erosão de nove pontos. Lula, por sua vez, cresceu quatro pontos nesse segmento. Há cinco dias, 32% dos “helenistas” diziam que votariam em Lula. O percentual subiu agora para 36%.

(...)

Outras más notícias para o tucanato: 1) Alckmin perdeu oito pontos entre os eleitores com idade entre 25 e 34 anos (24% do eleitorado); Lula ganhou cinco. Alckmin caiu de 51% para 41% na preferência dos eleitores que ganham entre 5 e 10 salários mínimos; Lula subiu de 41% para 45% nessa faixa; 3) entre os eleitores que têm o ensino médio, Lula ganhou quatro pontos; Alckmin perdeu cinco. Entre os que têm ensino superior, Lula oscilou dois pontos para cima; Alckmin, três pontos para baixo.

Clique aqui e Blog de Josias de Souza

• 

Lula sobe e está 12 pontos à frente de Alckmin, diz Datafolha.
• Por Redação do Jornal da MídiaQuarta-feira, 11/10/2006 - 07:48
O "partir para o ataque" do candidato tucano Geraldo Alckmin no debate na TV Bandeirantes não surtiu efeito. Pesquisa do Datafolha divulgada hoje pelo jornal Folha de São Paulo mostra que o presidente Lula, candidato do PT, cresceu 1 ponto e Alckmin caiu 3 em relação à pesquisa anterior.

De acordo com o Datafolha, Lula tem hoje 51% e Alckmin 40% das intenções de voto. Realizado nesta terça-feira (10), o levantamento foi o primeiro finalizado após o debate de domingo (8) na TV Bandeirantes.

Considerados apenas os votos válidos (sem brancos, nulos e indecisos), Lula tem 56% contra 44% de Alckmin, 12 pontos de diferença. Na pesquisa de 6 de outubro, a vantagem do petista era de oito pontos: 54% contra 46% do tucano.

A pesquisa Datafolha foi encomendada pelo jornal "Folha de S.Paulo" e publicada nesta quarta-feira (11). O instituto ouviu 2.868 eleitores em 194 municípios de 25 Estados brasileiros.

• 

Alckmin perde votos no Sul e Nordeste. Lula cresce nas duas regiões.
Quarta-feira, 11/10/2006 - 07:47
A pesquisa do Datafolha divulgada hoje pelo jornal Folha de São Paulo, que mostra uma vantagem de 12 pontos a favor de Lula (leia matéria mais abaixo), traz um dado preocupante para Alckmin. Ele perdeu votos tanto nas áreas em que é favorito quanto nas regiões em que está em desvantagem para Lula.

Na região Sul, por exemplo, onde o tucanato lidera, Alckmin perdeu três pontos e Lula ganhou cinco.

No Nordeste, região onde o petismo é favorito, Lula cresceu quatro pontos; Alckmin caiu quatro.

• 

Só um presidente maluco viaja em avião de carreira, diz Lula
Terça-feira, 10/10/2006 - 22:46
Do Blog do Noblat no Estadão:

Lula chama Papa de maluco

"Só um maluco acha que pode realizar viagens internacionais com um avião de carreira". (Lula, em entrevista, hoje, a emissoras de rádio.)

Perdoem, mas sempre tive vontade de fazer títulos em algum jornal popular - desses de antigamente, que exageravam nas manchetes para vender mais.

O Papa voa em aviões de carreira, mas Lula não o chamou de maluco.

De resto, os jornais populares evoluiram. Não apelam mais para títulos do tipo "Cachorro fez mal à moça" ou "Violada no auditório".

No caso, uma moça passara mal depois de comer um cachorro quente. E o cantor Sérgio Ricardo, irritado, jogara seu violão na platéia.


• Blog do Noblat

• 

Roseana diz que vai 'até o fim' com apoio a Lula
Terça-feira, 10/10/2006 - 19:38
Yala Sena, no Portal Terra:

A candidata do PFL ao governo do Maranhão, senadora Roseana Sarney, ignorou as ameaças de expulsão do Diretório Nacional do partido e disse que vai "até o fim" com o apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição. A senadora, que se encontrou nesta terça-feira com o governador eleito do Piauí, Wellington Dias (PT), em Teresina (PI), declarou ainda que não teme ser expulsa do PFL.

Roseana classificou a decisão do partido como "inexplicável". "Já apoiei o Lula nas últimas eleições, durante o seu governo e também neste primeiro turno. Não posso, agora, ficar distante do Lula", afirmou Roseana.

Ontem, o presidente do PFL, Jorge Bornhausen, afirmou que Roseana Sarney já deveria ter deixado o partido e que o comando da legenda vai se reunir nas próximas semanas para, "no mínimo, ingressar com um processo de expulsão". Para Bornhausen há uma explícita infidelidade partidária com a declaração de apoio da pefelista ao candidato do PT.

A senadora informou que a direção do PFL lhe deu um prazo para que pudesse apresentar uma defesa, mas que não tem medo. "Vou até o fim deste processo com o Lula para presidente", disse Roseana, acrescentando que está no segundo turno com uma ampla vantagem de votos em relação ao outro candidato, Jackson Lago (PDT).


Clique aqui e leia matéria na íntegra

• 

Lula diz que Alckmin agiu como delegado de polícia
Segunda-feira, 09/10/2006 - 17:31
Tiago Pariz, do Portal G1, em Brasília:

O presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (9) que o candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, agiu como delegado de polícia e não como político no debate promovido pela Rede Bandeirantes no domingo.

"Eu achei que o debate teria nível político assimilável. Ontem pensei que não estava na frente de um candidato, mas de um delegado de porta de cadeia. O debate político poderia ter fluído pelas soluções do Brasil. O povo não quer ouvir xingamento, quer saber o que o candidato pode fazer para melhorar a vida dele", afirmou o presidente Lula. "O meu adversário não quer discutir política econômica, política social, o debate para aquele cidadão é um samba de uma nota só", acrescentou.

Lula discursou para uma platéia de 34 cantores gospel, que foram ao Palácio da Alvorada por iniciativa do senador e bispo evangélico, Marcelo Crivella (PRB). Lula listou políticos com quem já debateu, entre eles, Leonel Brizola, Mário Covas, Aureliano Chaves, Guilherme Afif Domingos, Fernando Collor de Mello, Anthony Garotinho e Franco Montoro, para lembrar do alto nível de discussão e rebaixar o primeiro encontro que teve com o candidato do PSDB. "Foi o dia mais triste de um político", disse.

O presidente-candidato arrancou aplausos da platéia ao dizer que tem autoridade para falar sobre corrupção e voltou a repetir o mantra de campanha que seu governo não esconde corrupção. "É facil não sair notícia de corrupção: é só engavetá-las, colocar para debaixo do tapete, do sofá", disse Lula.


Portal G1

• 

Índice Geral | Esta é a página 3 de um total de 5 | Arquivo Mensal
Próxima Página >>   1 | 2 | 3 | 4 | 5   << Página Anterior

JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
Primeiro Nome:
Profissão:
E-Mail:
Assinar  
Cancelar  
Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

<< Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


BLOG DO JM

ALÔ BAHIA

:: Plantão
(00:17) Policiais e bombeiros do Rio decidem entrar em greve
(23:41) Vídeo da Iurd mostra suposto diabo da Igreja Mundial
(23:26) Olodum divulga tema do Carnaval 2012
(23:23) Cuca comanda trabalho tático visando ao jogo contra a Caldense
(23:21) Com saudade de atuar, Fábio será reforço para domingo


:: Enquete
A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
Desculpe-nos pelo transtorno.

Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


CapaClassificados Recomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

Copyright 2001-2011 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.