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Bush brinca com Lula e pede know-how para ganhar eleição nos EUA
Terça-feira, 31/10/2006 - 13:11
De Carolina Pimentel, da Agência Brasil:

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, elogiou o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de domingo e, em tom de brincadeira, pediu que ele lhe repassasse um pouco da sua experiência.

“Você teve uma vitória espetacular. Você tem que me dar um pouco do seu know how (experiência), porque estou precisando para ganhar agora”, disse Bush. O relato da conversa foi feito pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que presenciou a ligação telefônica.

As eleições para o Parlamento nos Estados Unidos serão em novembro e o eleitor americano tem questionado, principalmente, a atuação dos Estados Unidos no Iraque. Com isso a popularidade de Bush vem caindo, o que pode dificultar a posição de seu partido nas eleições.

Lula também recebeu na manhã de hoje telefonema de cumprimentos do primeiro ministro da Grã-Bretanha, Tony Blair. Segundo Amorim, a conversa de Lula com os chefes de governo foi sobre a Organização Mundial de Comércio (OMC) e formas de continuar trabalhando para aprimorar o comércio mundial.

O primeiro ministro da Espanha, José Luís Zapatero, também telefonou para cumprimentar Lula e ainda hoje ele deve receber ligações dos presidentes da Argentina, Néstor Kirchner, da Bolívia, Evo Morales, da Venezuela, Hugo Chávez, e da Colômbia Alvaro Uribe.

Há pouco, o presidente deixou o Palácio da Alvorada para gravar pronunciamento à Nação que será transmitido hoje à noite em cadeia nacional de rádio e televisão.

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Quinze governadores apóiam o Governo Lula
Segunda-feira, 30/10/2006 - 11:40
Do Globo.com:

Dos 27 governadores eleitos neste ano, 15 apóiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre os partidos que compõem a base de apoio nos estados estão, além do PT, PMDB, PDT e PSB.

Quadro de governadores eleitos
PMDB - 7 (AM, ES, MS, PR, RJ, SC e TO)
PSDB - 6 (AL, MG, PB, RS, RR e SP)
PT - 5 (AC, BA, PA, PI e SE)
PSB - 3 (CE, PE e RN)
PPS - 1 (RO)
PDT - 2 (AP e MA)
PP - 1 (GO)
PFL - 1 (DF)
Sem partido - 1 (MT)


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Jackson Lago compara José Sarney a ACM
Segunda-feira, 30/10/2006 - 11:13
Jackson Lago (PDT), o governador eleito do Maranhão, afirmou que sua eleição põe fim ao legado da família Sarney no Estado, assim como a derrota de Paulo Souto (PFL) na Bahia foi uma derrota também de Antônio Carlos Magalhães (PFL). Ao ser indagado sobre o "fim da oligarquia" maranhense, o pedetista respondeu: "O Brasil muda; tivemos o mesmo grupo governando a Bahia nos últimos 10 mandatos; mas podemos dizer que tem relação sim".

Jackson ainda enfatizou a boa relação que tem com o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, no segundo turno das eleições para o governo do Estado, apoiou sua adversária, Roseana Sarney (PFL). "Eu tenho relações antigas com o presidente Lula; eu já o apoiei várias vezes, e ele já me apoiou aqui no Maranhão várias vezes também", afirmou.

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Wagner diz que Lula vai aprofundar programas sociais
Domingo, 29/10/2006 - 16:42
Da BBC Brasil:

Em depoimento à BBC Brasil, o governador eleito da Bahia, Jaques Wagner, afirmou que o segundo mandato de Lula será de aprofundamento e abertura de novas fronteiras de programas sociais. Para Wagner, o Brasil só vai se livrar desses problemas de crime de colarinho branco, de corrupção e organizado quando as pessoas tomarem consciência que as instituições funcionam do ponto de vista republicano.

Na matéria publicada na BBC, Wagner apontou três motivos para justificar por que considera que Lula tem o melhor projeto para governar o país.

"(Os três motivos por que Lula deve ser reeleito são:) a estabilidade econômica, os programas sociais e de distribuição de renda e a atuação republicana da Polícia Federal e do Ministério Público Federal no combate ao crime organizado.

O eleitor seguramente sabe, porque sente na sua vida pessoal e pelos números, que o presidente Lula teve, ao longo de três anos e dez meses, uma política econômica voltada para o crescimento, com o controle da inflação, melhoria das contas externas, o pagamento da nossa dívida com o Fundo Monetário Internacional, a nossa balança comercial melhorada, a diminuição da relação entre dívida e PIB e, mesmo que em números ainda modestos, a continuidade do processo de crescimento, com geração de 4,5 milhões novos empregos formais, combate ao trabalho escravo e melhoria da agricultura familiar.

Do ponto de vista da economia, acredito que estamos com uma economia muito mais saudável. Avançamos em muitos itens como a oferta de crédito e a desoneração de investimentos produtivos.

O maior programa social do presidente Lula é a capacidade que tivemos de geração de trabalho, emprego e renda. Mas esse trabalho de distribuição de renda deve se aprofundar agora. No Luz para Todos, há uma projeção de que até o final de 2008 a gente possa zerar esta demanda. Mas ainda temos muitas outras coisas a fazer na área habitacional, de saneamento e na oferta de água para as regiões do semi-árido. Um Fundeb aprovado vai representar uma melhoria no ensino médio.

Portanto, o segundo mandato será de aprofundamento e abertura de novas fronteiras de programas sociais.

O Brasil só vai se livrar desses problemas de crime de colarinho branco, de corrupção e organizado quando as pessoas tomarem consciência que as instituições funcionam do ponto de vista republicano. Ou seja, elas atuam independentemente de quem quer que seja o acusado.

A operação da Polícia Federal prendendo desde o dólar na cueca (escândalo que resultou na prisão de petistas no Ceará), passando pela Daslu (investigada por sonegação fiscal), pelo dinheiro do bicho ou do Cícero Lucena (político do PSDB preso em 2005 por desvio de verbas), mostra que a orientação dada pelo Palácio do Planalto é de que eles têm o respeito à lei como critério máximo.

Como esses são problemas que precisam ser combatidos diuturnamente, nós não podemos depender da honestidade deste ou daquele gestor, apesar de que a honestidade é um pré-requisito para se entrar na vida pública.

A única forma que a sociedade tem de se proteger contra o crime é ter instituições que garantam a investigação e a punição. Como esse sistema está muito trabalhado nesse um ano e meio, nós não avaliamos um governo pela honestidade deste ou daquele, mas pelas instituições que esse governo constrói em combate à corrupção. Nesse aspecto, o governo do presidente Lula tem um serviço muito grande prestado ao Brasil."


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Fernando Henrique diz que '3º turno' é 'golpismo'
Domingo, 29/10/2006 - 16:24
Epaminondas Neto, na Folha Online:

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou na manhã deste domingo que "terceiro turno" é "golpismo", mas sinalizou que a oposição deve insistir que as denúncias contra o governo sejam apuradas até o fim.

FHC negou que as eleições estejam sob suspeição. "A eleição não tem nenhuma suspeição porque é limpa. Suspeição tem em cima de quem praticou algo errado, inclusive do presidente [Luiz Inácio Lula da Silva (PT)], que não explicou como é que tanta gente próxima a ele se meteu em confusão."

O ex-presidente ainda comentou a tese de um "terceiro turno" --a possibilidade de que seja mantido o tom agressivo da campanha mesmo após as eleições. "Isso não existe, isso é conversa. Terceiro turno é coisa de golpista, que quer imaginar fazer um impeachment [do presidente Lula, caso reeleito]."

"Eu fui contra o governo militar e, na época, era difícil. Não vai ser agora que eu vou [embarcar] em qualquer manobra golpista", acrescentou ele.

Fernando Henrique, no entanto, indicou que a oposição deve insistir sobre a questão das denúncias contra o governo. "Outra coisa e não confundir: tem que pagar pelo crime. Crime não tem nada a ver com golpe. Cometeu crime, paga", disse o tucano.

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Wagner aposta na reeleição do presidente Lula
• Por Redação do jornal da MídiaDomingo, 29/10/2006 - 16:17
O governador eleito da Bahia, Jaques Wagner, tem como certa a vitória do presidente Lula no segundo turno. Wagner disse esperar que a Bahia tenha apoio total do governo federal agora que presidente e governador são do mesmo partido.

O governador eleitor votou em uma escola públuca da localidade de Arembepe, município de Camaçaria, Região Metropolitana de Salvador.

Saudado por eleitores e acompanhado por cerca de 200 militantes do PT, Wagner seguiu no início da tarde para São Paulo, de onde acompanhará a apuração ao lado do presidente Lula.

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José Dirceu quase foi agredito ao votar
Domingo, 29/10/2006 - 16:11
Do portal OI citando a Agência Estado:

A eleição na Zona Eleitoral 258, na região de Moema, zona sul de São Paulo, foi marcada neste domingo por uma grande confusão. É que neste local votou José Dirceu, ex-deputado e ex-ministro da Casa Civil do governo Lula. Ele foi recebido pelos demais eleitores com muitas vaias e gritos de "ladrão" e quase foi agredido por um deles.

O caso aconteceu quando Dirceu atendia alguns jornalistas e foi reconhecido. Ele foi salvo por policiais militares e correligionários do PT que estavam no local. Antes da confusão, Dirceu declarou que vai retomar a carreira política e que acredita na reeleição do presidente Lula. Para ele, o maior derrotado nestas eleições é o PSDB.

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Lula agradece 2º turno e diz que país viverá um novo momento
Domingo, 29/10/2006 - 11:12
Da Rádio Jovem Pan:

Depois de votar no colégio João Firmino de Araújo, no Jardim Lavignia, em São Bernardo do Campo, o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, agradeceu a Deus o fato de ter ocorrido o segundo turno porque, segundo ele, foi ‘um momento mágico’ em que o brasileiro foi às ruas.

  • Clique aqui e ouça a entrevista de Lula

    Lula falou que sai da votação feliz com a certeza de que o maior vencedor nesse processo é o povo, que consolidou a idéia de que o Brasil é indivisível. O petista disse ainda que o Brasil viverá a partir de agora um outro momento, de distribuição de renda, crescimento econômico, e que terá como prioridade a educação.

    Lula volta agora para seu apartamento em São Bernardo e depois, segundo sua assessoria, deve seguir para um hotel na região dos Jardins, onde irá acompanhar a apuração.
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    Pesquisas Ibope e Datafolha apontam vitória de Lula
    Sábado, 28/10/2006 - 21:10
    Pesquisas Ibope e Datafolha, divulgadas há pouco pelo Jornal Nacional da Rede Globo, apontaram como certa a vitória do presidente Lula na votação que ocorrerá amanhã (29) em todo o país.

    De acordo com o levantamento realizado pelo Ibope, Lula alcançou 61% dos votos válidos contra 39% do tucano Geraldo Alckmin. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    O instituto entrevistou 8.680 eleitores em 465 municípios de vários estados brasileiros entre os dias 27 e 28 de outubro.

    Já segundo o Datafolha, o petista também deverá vencer com 61% dos votos válidos enquanto Alckmin somará 39%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    A pesquisa ouviu 12.561 eleitores em 356 municípios brasileiros entre os dias 27 e 28 de outubro.

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    Lula fez divisão social aparecer nas urnas, diz cientista
    Sábado, 28/10/2006 - 10:12
    De Carolina Glycerio, da BBC Brasil:

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez com que a divisão social do Brasil aparecesse no voto de forma até então inédita, avalia o cientista político Fábio Wanderley Reis.

    "Neste país desigual, é até notável que tenha demorado tanto para que as desigualdades se expressassem nas urnas", disse Reis em entrevista à BBC Brasil.

    Para o cientista político, a própria figura de Lula e os programas sociais que promoveu durante o seu governo contribuíram para estabeceler uma "correlação" mais clara entre voto e posição socioeconômica.

    Reis destaca que as políticas de Lula acentuaram uma identificação do eleitorado mais pobre com o presidente e colocaram o tema da polarização social na agenda nacional "de uma maneira que nunca tinha estado antes".

    Radicalização - O temor de uma extrapolação para uma divisão do país entre os que apóiam e os que se opõem a Lula, como ocorre na Venezuela em torno do presidente Hugo Chávez, é descartado pelo acadêmico, em um eventual segundo mandato do petista.

    "Não vejo razão para que isso se torne uma coisa à moda Hugo Chávez, com gente na rua (se enfrentando). A maioria das pessoas que apóiam Lula são pouco atentas, pouco envolvidas na política."

    Na avaliação de Reis, a radicalização política da campanha também tende a se arrefecer quando o vencedor for definido.

    Em caso de reeleição do presidente Lula, o cientista político diz acreditar que haverá um "azedume" inicial por parte dos derrotados, mas que dificilmente a disputa será levada à Justiça.


    • Clique aqui e leia mais

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    Muita tensão no último debate dos presidenciáveis
    Sábado, 28/10/2006 - 01:04
    Deu Folha Online:

    O último debate antes do segundo turno da eleição presidencial foi o mais tenso entre os quatro confrontos promovidos pelas TVs com os dois presidenciáveis. A Rede Globo abriu espaço para que eleitores indecisos fizessem perguntas para os candidatos. O objetivo era evitar o confronto direto e estimular a discussão de propostas, dando liberdade para os candidatos se movimentarem por um tablado circular e se dirigirem aos eleitores.

    Ambos, no entanto, mantiveram o confronto em alto nível de tensão, com muitas ironias e trocas de acusações, apesar de utilizarem as perguntas feitas pelos eleitores nos ataques. Lula chegou inclusive a segurar o braço e a tocar Alckmin.

    Durante todo o debate, a estratégia de Lula foi mostrar que estava inteirado dos números de sua administração e da gestão anterior, e indicar que seu adversário não sabia do que falava. O candidato à reeleição chegou ao detalhe de citar o número da página de um livro para sustentar um argumento.

    O tucano, por sua vez, insistiu na tecla de que a situação geral poderia melhorar e que faltou ao governo empenho ou competência. Em um dos momentos mais tensos do debate, ele se dirigiu ao adversário e começou a listar os escândalos ocorridos na gestão do petista. "Como é que pode não saber o que se passou na sala ao lado", questionou Alckmin.

    Lula não perdeu a calma. "Nós resolvemos combater a corrupção, nós não jogamos para debaixo do tapete", rebateu.

    A tensão chegou em seu ápice no quarto e último bloco, quando os candidatos finalmente puderam dirigir perguntas um ao outro. Nesse momento, Alckmin chegou até a insinuar que o PCC (Primeiro Comando da Capital) teria ligações com o PT. "O PCC não é ligado ao meu partido, não", afirmou. Era uma resposta à alfinetada do petista: "A perfeição da polícia de São Paulo resultou no PCC."

    O mediador William Bonner, a cada participação, precisava chamar a atenção dos candidatos para que não ultrapassem o tempo de participação. "Tempo esgotado" foi a frase mais dita pelo apresentador nas duas horas do debate.

    Corrupção - A corrupção foi o tema que predominou no terceiro e no último bloco do debate. O assunto também foi responsável pelos momentos mais nervosos do confronto. Os candidatos, especialmente Lula, tentaram aproveitar o formato para fazer perguntas cara a cara e bem próximos um do outro.

    Alckmin não perdeu a chance de citar o número de dias em que ainda é desconhecida a origem do dinheiro do "dossiegate". O tucano se dirigiu para Lula e começou a desfiar as denúncias contra o governo. "Como é que pode não saber o quê se passou na sala ao lado", disse ele, olhando para o petista.

    Lula não perdeu o sangue-frio e rebateu com uma resposta provavelmente já ensaiada. Citou um livro do procurador Cláudio Fontelli, inclusive com o número da página, para sustentar sua argumentação de que no governo dele a corrupção foi mais investigada. "Nós resolvemos combater a corrupção, nós não jogamos para debaixo do tapete", afirmou Lula.


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    Arquivado inquérito contra delegado que vazou fotos do dinheiro
    Sexta-feira, 27/10/2006 - 22:45
    Da Folha Online:

    A 9ª Vara Federal Criminal de São Paulo acatou a sugestão do Ministério Público Federal e arquivou o inquérito policial que investigava o "vazamento" das fotos do dinheiro (R$ 1,75 milhão) apreendido pela Polícia Federal com os petistas Gedimar Passos e Valdebran Padilha. O dinheiro seria usado para comprar o dossiê contra políticos tucanos por integrantes do PT.

    A imagem do dinheiro apreendido pela PF -- que vinha sendo mantidas em sigilo -- foram "vazadas" para a imprensa pelo delegado Edmilson Bruno, de São Paulo.

    A PF abriu inquérito para apurar o "vazamento" e concluiu que houve prática de crime de violação de sigilo profissional. Mas o Ministério Público Federal entendeu não estar configurado crime.

    Em nota, o Ministério Público informa que "não surgiu nenhuma prova de que o delegado [...] tenha recebido vantagem indevida pela divulgação das fotos, afastando, assim, a caracterização de crime de corrupção passiva".

    Além disso, o MPF entendeu que não houve crime de violação de sigilo funcional, "pois as fotos do dinheiro apreendido somente revelam que o dinheiro existe, o que não constitui fato sigiloso".

    Em nota, o Ministério Público Federal lembra que "a conduta padrão da Polícia Federal [..] é a divulgação ampla das operações realizadas, das prisões efetuadas e dos materiais apreendidos".

    É que o diretor-geral da PF, Paulo Lacerda, assinou uma instrução normativa em 26 de agosto de 2004 que determina que materiais apreendidos sejam exibidos para ilustrar reportagens e evitar estimativas equivocadas.

    "Em consonância com os princípios, diretrizes e fundamentos jurídicos e regimentais da política de Comunicação Social do DPF, deverão ser adotadas as seguintes condutas na divulgação: A apresentação de material apreendido em operações policiais, visando ilustrar reportagens, evitando-se em tais atribuir-se valores estimativos", diz o inciso VII do artigo 31 da norma.


    • Clique aqui para ler a matéria completa.

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    Polícia Federal pede prisão de 'laranja' que mentiu sobre dossiê
    Sexta-feira, 27/10/2006 - 20:15
    Priscilla Mazenotti, da Agência Brasil:

    A Polícia Federal em Minas Gerais abriu inquérito para investigar o falso testemunho de ''Agnaldo Henrique Delino'', cujo nome verdadeiro é Armando Silvestre Ramosque, foi indiciado por falsidade ideológica ao dizer, sem provas, que teria emprestado sua conta bancária para movimentar parte do dinheiro apreendido na negociação do dossiê contra políticos do PSDB. Na gíria policial, "laranja" é quem fornece seu nome para uma outra pessoa cometer um ato ilícito.

    A versão inicial de Armando, cuja falsidade foi atestada pelas diligências da PF, era de que teria repassado R$ 250 mil ao ex-coordenador de comunicação da campanha do PT ao governo de São Paulo Hamilton Lacerda. Essa linha de investigação da Polícia Federal era uma das hipóteses para identificar o dinheiro apreendido na negociação do dossiê com o empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin, acusado de chefiar as fraudes das ambulâncias.

    O delegado da PF Daniel Daher também pediu a prisão cautelar de Armando, mas a Lei Eleitoral impede a prisão de qualquer eleitor no período. A previsão é que a PF tentará prendê-lo somente na terça-feira. Os investigadores descobriram que Armando, morador do município de Varginha (MG), usava identidade falsa.

    A Polícia Federal confirmou hoje (27) que investiga o caso, inclusive a denúncia de participação da secretaria-executiva do PSDB em Pouso Alegre, Rosely Souza Pantaleão, ao apresentar a testemunha falsa. “As investigações que foram desenvolvidos em Varginha e Pouso Alegre não se mostraram verdadeiras. E ele irá responder com falsidade ideológica”, disse o superintendente pela manhã.

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    Falsa jornalista que apresentou laranja é tucana
    Sexta-feira, 27/10/2006 - 20:14
    Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada:

    A mulher que apresentou o falso laranja, Aguinaldo Henrique, à Polícia Federal, é secretária do diretório municipal do PSDB em Pouso Alegre (MG). Essa informação foi confirmada ao Conversa Afiada pelo vereador da cidade Walter Modesto (PSDB).

    Rosely Souza Pantaleão é conhecida em Pouso Alegre como Rosy Pantaleão. Segundo uma outra fonte, que pediu para não revelar o nome, Rosy não é jornalista, mas mantém um site de informações na cidade. O site de Rosy Pantaleão é o www.tvuai.com.br.

    Até as 16h43 desta sexta-feira, dia 27, o site de Rosy ainda mantinha a informação de que Aguinaldo Henrique era um laranja que levou dinheiro para Hamilton Lacerda (clique aqui).

    Ainda segundo esta fonte, Rosy é uma pessoa muito conhecida em Pouso Alegre. Ao contrário do que a imprensa divulgou, ao que se sabe em Pouso Alegre, Rosy Pantaleão não é uma funcionária pública.


    Em sua página no site de relacionamentos Orkut, Rosy Pantaleão se intitula jornalista e participa de comunidades relacionadas ao PSDB. Uma delas é a comunidade “PSDB na cabeça”.


    Clique aqui e leia o Conversa Afiada

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    Testemunha mentiu para incriminar o PT, diz PF.
    Sexta-feira, 27/10/2006 - 15:18
    Deu no Estadão:

    “Agnaldo Henrique Lima mentiu quando disse que levou R$ 250 mil para o então coordenador da campanha do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), Hamilton Lacerda, para a compra do dossiê Vedoin. A informação é da Polícia Federal.

    "A história é inconsistente e não se mostrou verdadeira", disse o superintendente da Polícia Federal, em Cuiabá, Daniel Lorenz. Agnaldo será indiciado por falsidade ideológica.

    Segundo Lorenz, a farsa foi descoberta depois que a PF foi ao banco e constatou que não havia os saques alegados por Agnaldo. Agnaldo Lima agora será indiciado por falso testemunho.”

    “Segundo a assessoria de imprensa da PF, em Brasília, Agnaldo foi levado à mídia por Rosely Souza Pantaleão, que se apresentou como jornalista. As investigações do órgão descobriram que ela é servidora pública em Pouso Alegre e secretária-executiva do PSDB local.”

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    Paulo Henrique Amorim diz que a Globo é 'incurável'
    Sexta-feira, 27/10/2006 - 14:25
    De Paulo Henrique Amorim, hoje, no Conversa Afiada:

    A primeira coisa que farei quando sentar naquela cadeira será questionar aquele monopólio.

    É o que dizia Leonel Brizola, o único político brasileiro de envergadura que se propôs “questionar” o monopólio da Globo.

    No léxico brizolista, “questionar” era a forma gentil – e Brizola era uma pessoa gentil – de dizer “partir para a jugular”.

    Esta eleição de 2006 mostrou que a Globo é incurável. É da natureza da Globo intervir no processo político para engendrar resultados anti-trabalhistas.

    Um próximo Governo Lula terá de olhar a Globo olho no olho. Não “questionará o monopólio”, porque não é da natureza do Presidente Lula.

    Mas, esta eleição de 2006 mostrou que a mídia brasileira é uma ameaça à democracia. A Globo, à frente.

    Os presidentes Chávez e Kirchner poderiam contribuir para o aprendizado do Presidente Lula, nessa matéria:

    Como a mídia, escondida atrás do manto da “liberdade de imprensa” e de um Judiciário tíbio, abandonou a clássica separação entre “igreja” e “estado”, opinião e informação, para se tornar, apenas, opinião. Até as colunas sociais tem opinião política (sem falar no Horóscopo, que fui obrigado a parar de ler ...).

    Já expus aqui o meu ponto de vista: um novo Governo Lula tem que dar o salto tecnológico “para a frente” e investir maciçamente na mídia da internet. (clique aqui para ler “Como governar quando TODA a mídia é contra”).

    Porém, não resisto a fazer uma segunda sugestão.

    Como se sabe, São Paulo é uma cidade que teve uma avenida cujo nome era uma homenagem aos membros da Junta Militar, que sucedeu o Presidente Costa e Silva. Não digo os nomes dos membros da Junta, mas a junta, em si.

    Como se sabe, também, São Paulo é a única grande cidade brasileira que não tem uma Avenida Presidente Vargas.

    E o PT, quando recentemente ocupou a prefeitura da cidade, realizou a proeza de renomear uma das principais avenidas da cidade como “Jornalista Roberto Marinho”.

    Foi a prefeita Marta Suplicy, que agora conclama a oposição ao “bom mocismo” da conciliação. Sugiro que, diante do papel que desempenharam nesta eleição os herdeiros e funcionários de Roberto Marinho, que ela, se for eleita de novo, em 2008, renomeie a Avenida e passe a chamá-la de Avenida Presidente Vargas.

    Ou que, pelo menos, tire o “jornalista” do nome.

    Roberto Marinho não era jornalista. Era empresário.

    E o Brasil, como diz o Mino Carta, é o único país em que jornalistas chamam o patrão de colega.


    Leia aqui e leia o Conversa Afiada

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    Dilma Rousseff: FHC tentou privatizar Petrobras.
    Sexta-feira, 27/10/2006 - 11:20
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou hoje que a privatização de empresas do Estado é algo que faz parte da gestão do PSDB. Ela exemplificou a afirmação dizendo que, quando Fernando Henrique Cardoso foi presidente, ele elaborou um plano de mudança da marca Petrobras para Petrobrax, mudando o nome e o símbolo da estatal para deixá-la mais atrativa ao mercado internacional. "Privatizar está intrínseco na gestão do PSDB".

    Dilma atacou também a privatização da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista de São Paulo (CTEEP), dizendo que Geraldo Alckmin (PSDB) a privatizou "ontem", quando foi governador de São Paulo. Durante entrevista à rádio CBN, a ministra disse que a privatização da empresa não deveria ter acontecido, porque "a transmissão de energia não deveria estar em mãos de grupos privados" devido a questões de segurança nacional. Quanto à reestatização da Vale do Rio Doce, a ministra disse que não adianta querer mudar o que está feito. Para ela, as discussões sobre privatizações devem ser sobre "o que não pode ser feito".


    Leia mais

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    Ibope: Lula tem 62% dos votos válidos
    Quinta-feira, 26/10/2006 - 20:35
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, manteve a sua vantagem sobre o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, em 24 pontos. De acordo com a pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira no Jornal Nacional, da rede Globo, Lula tem 62% dos votos válidos, e Alckmin totalizou 38%.

    Na última apuração, divulgada em 20 de outubro, os porcentuais estavam neste patamar. A pesquisa mostrou ainda que para 86% dos eleitores o voto já é definitivo.

    Com base nos votos totais, Lula subiu para 58% - estava em 57% - e Alckmin caiu para 35% - estava em 36%. Votos em branco e nulos mantiveram-se em 3% e indecisos também, em 4%. Neste tipo de apuração, a diferença dos dois candidatos é de 23 pontos percentuais.

    A avaliação do presidente Lula também se manteve estável em relação ao último levantamento: 63% aprovam a gestão do petista contra 31% que desaprovam. Outras duas pesquisas divulgadas nesta quinta-feira (26) confirmaram a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, sobre o adversário Geraldo Alckmin (PSDB).

    Levantamento CNT-Sensus mostra a maior diferença entre os candidatos já registrada em pesquisas do segundo turno: 24 pontos. De acordo com a pesquisa, Lula tem 63,2% e Alckmin, 36,8W,5% dos votos válidos.

    Na pesquisa Vox Populi, Lula manteve diferença de 20 pontos nos votos totais e 22 nos votos válidos. O petista registrou 57% das intenções de voto contra 37% do tucano, mesmos percentuais obtidos em 19 de outubro. Votos brancos e nulos somaram 3% e indecisos totalizaram 3%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

    Confira os números do Ibope

    Votos válidos (excluindo-se os votos brancos, nulos e indecisos)

    Lula (PT): 62%
    Alckmin (PSDB): 38%

    Intenções de voto

    Lula (PT): 58%
    Alckmin (PSDB): 35%
    Brancos e nulos: 3%
    Indecisos: 4%

    Possibilidade de mudança de voto

    Mudariam o voto: 12%
    Não mudariam o voto: 86%
    Não sabem ou não opinaram: 2%

    O Ibope ouviu 3.010 pessoas, em 202 municípios, entre terça (24) e ontem (25). A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 23351/06.

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    Mino Carta: 'A tramóia da mídia foi desmascarada'.
    Quinta-feira, 26/10/2006 - 16:08
    Do Portal IG:

    O diretor de redação da Carta Capital, Mino Carta disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 25, que um dos motivos de Lula “disparar” nas pesquisas é que “a tramóia da mídia foi desmascarada”. “A tramóia da mídia, a tentativa da mídia de criar problemas no primeiro turno acabou desmascarada. Isso também contribuiu”, disse Carta.

    Para Mino Carta, outro motivo que explica o distanciamento de Lula para Alckmin é o desempenho dos candidatos nos debates. “Alckmin parece um mauricinho, lembra Buster Keaton em suas melhores apresentações”, disse Mino Carta.

    Mino Carta adiantou também que a edição extra da Carta Capital traz um debate entre o repórter da revista Raimundo Pereira e o procurador da República do Ministério Público de Mato Grosso, Mário Lúcio Avelar. Carta lembrou que Avelar é o procurador do caso Lunus.

    Segundo Mino Carta, o debate entre Pereira e Avelar é “desopilante do fígado”. “Eu diria, como outrora, quando os caras agarravam o lóbulo do ouvido e diziam que é da ‘pontinha’. Eu diria que é da pontinha”, disse Mino Carta.

    Em sua carta de editor da Carta Capital que chega às bancas nesta quinta-feira, Mino Carta evoca os momentos em que esteve com Raimundo Pereira. Ele lembra primeiro a reportagem sobre a tortura (1969) na revista Veja. Depois, Carta lembra de um debate sobre mídia no teatro Ruth Escobar (1976), quando um jovem Luis Nassif interpelou asperamente Ruy Mesquita.

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    Lula dispara na pesquisa CNT/Sensus com 63,2% dos votos válidos
    • Por Redação do Jornal da MídiaQuinta-feira, 26/10/2006 - 12:28
    Faltando apenas três dias para as eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT, disparou na pesquisa CNT/Sensus que acaba de ser divulgada. Lula abriu 26,4 pontos de vantagem dos votos válidos para Geraldo Alckmin, candidato do PSDB. Lula aparece com 63,2% e Alckmin, 36,8%

    De acordo com a pesquisa, Lula tem 57,5% das intenções de voto e Alckmin, 33,5%. Votos brancos ou nulos somam 3,3%, e 5,9% afirmaram que estão indecisos. Levando em conta somente os votos válidos, em que são excluídos os brancos e os nulos, Lula aparece com 63,2% e Alckmin, 36,8%, uma diferença de 26,4 pontos percentuais.

    A pesquisa ouviu 2000 eleitores em 195 municípios entre os dias 23 a 25 deste mês. A pesquisa avaliou ainda a rejeição aos candidatos e perguntou em qual dos dois o eleitor não votaria de jeito nenhum. Lula aparece com 33,6% e Alckmin, 45%.

    O levantamento mostra que Lula tem 74,8% dos votos no nordeste, contra 18,6% de Alckmin. No sudeste, o petista aparece com 50,9%, e o tucano com 36,7%. No norte e centro-oeste, Lula vence Alckmin por 58,3% a 38,4%. A disputa é acirrada no sul, segundo a pesquisa. Lula tem 45,5% contra 45,2 do adversário.

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    Campanha presidencial é a mais cara da história
    Quinta-feira, 26/10/2006 - 08:59
    Deu no Correio Braziliense, hoje:

    Tanto Lula quanto Alckmin pediram autorização ao TSE, nos últimos dias, para elevar a previsão de gastos na corrida eleitoral. Se atingir o valor máximo permitido, ao final da campanha as despesas do petista chegarão a R$ 115 milhões. As do tucano, a R$ 95 milhões. Na prestação de contas referente a 2002, o total declarado por Lula e Serra ficou em R$ 73 milhões, praticamente um terço do teto de R$ 210 milhões estimado pelo PT e PSDB para este ano.

    Caso os dois candidatos utilizem todo esse dinheiro, este será o embate presidencial mais caro de que se tem notícia no país. O mais surpreendente é que se esperava gasto bem menor. Principalmente depois das medidas para reduzir a influência do poder econômico nas eleições, como a proibição de outdoors dos candidatos, de showmícios e da distribuição de brindes a eleitores.

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    Tucano admite derrota e culpa marqueteiros de Alckmin
    Quarta-feira, 25/10/2006 - 17:58
    Maria Clara Cabral, do Portal Terra, em Brasília:

    Faltando três dias para o segundo turno das eleições e com a pesquisa Datafolha apontando 21 pontos de vantagem para o candidato Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) já admite uma derrota de Geraldo Alckmin e tenta achar culpados para o desempenho do tucano. Em sua opinião, um dos pontos que mais pesou contra o ex-governador de São Paulo foram os programas eleitorais.

    "O programa de Alckmin é claramente inferior ao de Lula", admitiu o senador. Para ele, em um país tão grande como o Brasil e com os novos termos da campanha, sem showmícios, por exemplo, os programas eleitorais fazem toda a diferença. "O programa tem que ser criativo, inovar todos os dias. Mostrar emoção e indignação. Não pode falar de crise lendo um teleprompter", afirmou.

    Apesar das críticas, Álvaro Dias admitiu que agora não há mais tempo de fazer alteração que mude a opinião do eleitor. O senador afirmou também que teve diversos encontros com os marqueteiros responsáveis pela camapanha - encabeçada pela empresa GW, de São Paulo - propondo as mudanças. "Mas os marqueteiros se consideram muito acima dos candidatos", criticou.

    "Os programas não estavam no nível de Alckmin. Se perdemos a eleição não foi por causa do candidato, pois ele tem todas as qualidades". Um dos exemplos dado pelo senador do que poderia ter sido diferente foi o modo de tratar o caso dossiê. Em sua opinião, o programa não deveria ter usado todos os dias indagações sobre a origem do dinheio que seria usado para comprar o dossiê contra o governador eleito de São Paulo, José Serra, mas sim, fazer afirmações.


    Clique e leia matéria na íntegra

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    Alckmin entra com recurso contra veto do TSE
    Quarta-feira, 25/10/2006 - 17:22
    Do Portal G1, no globo.co:

    O comitê de campanha do PSDB entrou nesta quarta-feira (25) com recurso contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que vetou a autorização para que Geraldo Alckmin ampliasse os gastos de campanha em R$ 10 milhões, mas liberou a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a aumentar seus gastos em R$ 26 milhões.

    A campanha de Alckmin quer que a decisão sobre o aumento dos gastos seja decidida pelo plenário do TSE, como ocorreu no caso da campanha do PT. Na terça-feira (24), o veto sobre os gastos de campanha do PSDB foi decidido por decisão isolada do ministro José Delgado.

    Segundo a assessoria de campanha do PSDB em Brasília, caso seja aprovado o recurso para julgamento pelo plenário, são grandes as chances de o PSDB conseguir autorização para ampliação de gastos, já que já há um precedente em caso semelhante (o da campanha de Lula).

    Com a ampliação dos gastos de campanha, o comitê de Lula pode gastar até R$ 115 milhões na campanha eleitoral. No primeiro turno, o comitê do petista havia informado a Justiça Eleitoral um teto máximo de gastos de R$ 89 milhões.


    Clique aqui e leia matéria na íntegra

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    PPPs representam a forma petista de privatização
    Quarta-feira, 25/10/2006 - 17:03
    De Elio Gaspari na Folha de S.Paulo:

    Nosso Guia fez uma boa piada quando disse que o tucanato não pode ver um carro parado sem sentir a compulsão de vendê-lo. Seu caso é mais grave: quer arrendar o desejo das pessoas de comprar um carro. O tucanato vendeu R$ 200 bilhões do patrimônio da Viúva. Torrou ferrovias, bancos e empresas elétricas. Mesmo assim, não custa lembrar que os teletecas queriam monopolizar o acesso à internet. Em fevereiro de 1995, informavam que nos dois meses seguintes ofereceriam à patuléia mil conexões, nada mais. Havia 15 mil vítimas na fila.

    Os tucanos argumentavam que a liquidação ajudaria a reduzir a dívida nacional. Lorota. Ela representava 30% do PIB em 1994. Em 2003, o PSDB deixou-a em 55%.

    Quando Lula assumiu, não restava o que vender. (Entendendo- se que a Petrobras e o Banco do Brasil resistiram à compulsão privatista.) Foi quando ocorreu ao comissariado e aos felizes empreiteiros a idéia das Parcerias Público Privadas, ou PPPs, que podem ser chamadas de Prebendas da Privataria Petista. Se o tucanato vendeu a Rede Ferroviária Federal (que era um desastre, mas existia), o comissariado quer vender ferrovias, portos e estradas inexistentes. (...)


    • Clique aqui para ler o artigo completo (assinantes da Folha).

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    Lula alcança a maior taxa de aprovação de um presidente
    • Por Redação do Jornal da MídiaQuarta-feira, 25/10/2006 - 07:12
    Além de chegar à véspera das eleições como favorito absoluto, com 22 pontos à frente do tucano Geraldo Alckmin, o presidente Lula tem um motivo a mais para comemorar o resultado da pesquisa: ele alcançou a maior taxa de aprovação de um presidente desde que o Datafolha começou a fazer pesquisas nacionais de avaliação do governo federal, em 1990.

    Segundo informou o instituto, 53% dos entrevistados consideram o governo “ótimo ou bom”; a maior taxa (52%) havia sido registrada também por Lula, em pesquisa divulgada no dia 22 de agosto deste ano. A taxa dos que consideram o governo Lula “regular” passou de 33% para 31% e a dos que classificam o desempenho do governo como “ruim” se manteve em 15%.

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    Lula é alvo de um novo adesivo preconceituoso
    Terça-feira, 24/10/2006 - 21:08
    Do Blog de Josias de Souza, na Folha Online:

    Em onze de cada dez discursos que pronuncia, Lula diz que “a elite desse país” destila preconceito contra ele. Atribui à aversão por sua "origem humilde" a tentativa da “direita” política, associada ao que denomina “mídia conservadora”, de caracterizar a sua gestão como um mar de escândalos.

    O presidente-candidato erra na causa. Impossível ignorar as ondas de malfeitorias que banham a soleira da porta de seu gabinete. Mas Lula acerta no efeito. São inegáveis os traços de intolerância de parte da sociedade contra a figura do ex-operário.

    Um dia depois de o TSE ter proibido a distribuição de adesivos que faziam alusão a uma deficiência física do presidente –a mão de quatro dedos, reflexo de um mindinho decepado numa presa dos tempos de metalúrgico—, um novo adesivo preconceituoso passou a circular pelas principais capitais do país.

    A peça faz referência aos supostos hábitos etílicos do presidente. Lula jamais negou que tenha apreço pela cachaça. Sabatinado pela Folha na semana passada, disse, porém, que ninguém jamais o viu embriagado. O que é um fato. Ao menos nos seus quase quatro anos de mandato.

    Os adversários de Lula têm munição de sobra para estabelecer com ele o contraditório indispensável a uma campanha eleitoral. Ao apelar para golpes abaixo da linha da cintura, apenas fornecem munição ao adversário. Que não se queixem, pois, quando ouvirem Lula acusá-los de preconceituosos.


    Clique aqui e leia o Blog de Josias de Souza

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    Você vai votar em Lula ou em Alckmin?
    Terça-feira, 24/10/2006 - 17:01
    Do site Charges.Com.Br:



    • www.charges.com.br

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    Energia: Risco de apagão pode chegar a 50% em 2008
    Terça-feira, 24/10/2006 - 16:05
    De Nicola Pamplona em O Estado de S. Paulo:

    Novo cálculo do volume de energia assegurada no sistema pode indicar perigo de déficit e alta iminente de preços


    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) começa a definir na próxima sexta-feira qual é o real risco de racionamento de energia no País. O novo cenário será desenhado a partir da redução do volume de energia assegurada no sistema elétrico nacional, com a retirada das térmicas sem gás para funcionar. Segundo simulações do mercado, a medida pode elevar o risco de déficit muito acima dos 5% aceitos pelo sistema, atingindo 25% no Sudeste em 2007. Para 2008, chegaria a 50%.

    O primeiro reflexo, segundo especialistas, é a alta do custo da energia no curto prazo, acompanhando o aumento do risco de desabastecimento. Isto é, com menos usinas, a construção ou operação de geradores mais caros se torna necessária. 'A Aneel está tomando a atitude correta, porque, se há falta de gás, isso precisa estar contabilizado nos dados sobre a segurança do sistema', avalia o professor Edmar Almeida, do Instituto de Economia da UFRJ.

    Na opinião de Almeida, a situação atual remete ao período anterior ao racionamento de 2001, quando o governo contava em seus dados com um volume de energia que não poderia ser entregue pelo parque gerador nacional. A falta de correção dos dados retardou o alerta sobre o risco de desabastecimento, reduzindo o tempo hábil para reverter a crise.

    'A situação é crítica, mas o nível dos reservatórios ainda é melhor do que em 2000', pondera o professor Luiz Pinguelli Rosa, do programa de planejamento energético da Coppe/UFRJ, que foi presidente da Eletrobrás no início do governo Lula.

    (...)

    A oposição acusa o governo de maquiar os números sobre a energia, evitando debater o tema em período eleitoral. Para o presidente da Light, José Luiz Alqueres, porém, o risco de falta de energia é pequeno, pois há usinas a óleo que podem suprir a carência. 'Faltar não vai, o problema é o preço', diz o executivo, que prevê alta de 40% a 50% no custo da eletricidade nos próximos anos.(...)


    • Clique aqui para ler a matéria completa.

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    Campanha de Geraldo Alckmin cai no vazio na Bahia
    • Por Redação do Jornal da MídiaTerça-feira, 24/10/2006 - 14:50
    Não se sabe mais, a esta altura do campeonato, que tipo de campanha o deputado tucano João Almeida (PSDB-BA) diz estar fazendo no interior da Bahia pelo candidato Geraldo Alckmin.

    É notório que desde o final do primeiro turno, quando Alckmin não conseguiu mais que 26% dos votos no Estado e que o petista Jaques Wagner faturou a eleição de governador, a campanha do chuchu, que já era sem sabor e pra lá de fria, ficou gelada.

    João Almeida, que foi dormir derrotado no dia da apuração e acordou, por um milagre, reeleito, disse que está "viajando" e catando votos para Alckmin no interior.

    "Já fui ao oeste, ao norte e ao sul da Bahia", afirmou. Ele criticou o diretório do PSDB baiano por não ter material de propaganda e por ter abandonado a campanha do tucano.

    O que se sabe, no entanto, é que a própria coordenação nacional da campanha de Alckmin, talvez desmotivada pelo fraco desempenho do candidato na Bahia ou por economia mesmo, tenha deixado de mandar até santinhos do candidato.

    Alckmin esteve em Salvador dois dias depois do primeiro turno, se encontrou separadamente com os tucanos e com a cúpula do PFL. Depois sumiu. É bom lembrar que não é o PSDB-BA que responde pela coordenação da campanha do presidenciável tucano, mas o PFL.

    Logo, o mais lógico seria que todo o material de propaganda fosse distribuído pelos pefelistas. Ou, quem sabe, pelo próprio João Almeida.

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    PT do Maranhão critica apoio de Lula à candidata do PFL
    Terça-feira, 24/10/2006 - 14:43
    Da Folha de S. Paulo:

    A presença do presidente Lula no palanque de Roseana Sarney tem sido tratada com uma mistura de "tristeza" e "revolta" pelo PT maranhense, que sempre teve a família da pefelista como adversária.

    Presidente estadual da sigla, o deputado federal eleito Domingos Dutra trata o apoio como uma "contradição absurda" e ameaça fazer greve de fome, caso o diretório regional sofra algum tipo de retaliação pelo apoio oficial ao pedetista Jackson Lago. (...)


    • Clique aqui para ler a matéria completa (assinantes da Folha).

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