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Segundo turno, incerteza total
• Por Wellington da Fonseca RibeiroTerça-feira, 30/09/2008 - 11:28
Em 2004, em condições menos propícias, houve um bom segundo turno. Agora, em 2008, antecedendo as eleições gerais de 2010, o quadro evidenciado nas pesquisas reforçam muito expressivamente um palpitante e sensacional segundo turno, com condições maiores do que na eleição municipal anterior.

Com 4% nas pesquisas, Hilton Coelho, quinto colocado, candidato do PSol de Heloísa Helena, pode desequilibrar, porquanto tem uma perspectiva de até 80 mil votos, podendo chegar a 100 mil, embalado pelo jingle reggae "Eu quero Hilton 50 na capital da resistência", que está batendo forte, emocional e culturalmente, nos corações de crianças e jovens soteropolitanos.

Diante deste quadro plúmbeo e incerto, Hilton Coelho pode desequilibrar mesmo.

Não existem favoritos para a primeira e segunda colocações em direção ao second time, o segundo tempo do campeonato municipal da política.

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Para Wagner, João Henrique 'é um cara confuso'.
Terça-feira, 30/09/2008 - 11:11
Deu no Valor Econômico:

Na reta final da campanha, a eleição embolou em Salvador, Bahia. Talvez mais que em qualquer outra cidade, o clima entre os aliados é tenso. Os três dos dois candidatos cotados para passar para o segundo turno são da base de apoio do governo Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Jacques Wagner: João Henrique, do PMDB, atual prefeito, e Walter Pinheiro, do PT. O terceiro é Antonio Carlos Magalhães Neto, ACM Neto, do DEM e herdeiro do carlismo.

Em poucos Estados a disputa pelo uso da imagem do presidente foi tão intensa, a ponto de levar o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), um dos fiadores da aliança PT-PMDB, ao ponto de ameaçar um rompimento com o governo. Jaques diz que não é de "esquentar" briga. Acredita na recomposição, apesar da "tensão" entre os aliados.

O governador da Bahia acha que não basta a popularidade para eleger "um poste". É preciso haver sinergia com o eleitorado. "Há uma maximização da imagem do governador e do presidente da República, que eu acho que contam, mas não é uma coisa absoluta de o cara sair de zero para 60%!", disse ao Valor, em conversa na sexta-feira. O petista também não vê o governador de Minas Aécio Neves como candidato pelo PMDB com o apoio de Lula. "Só se for na oposição", diz.


A seguir, os principais trechos da entrevista:

Valor: O apoio do presidente e do governador desequilibra a eleição?

Jaques Wagner: Quando alguém diz 'eu sou Lula desde criancinha', quando é Lula só a partir do ano passado, as pessoas se dão conta. Até porque eu acho que as pessoas lêem errado as pesquisas. Quando ela diz assim: 60% dos eleitores dizem que o apoio do presidente Lula é benéfico, o que eles estão dizendo é que, para 66% do eleitorado, saber que o candidato que ele escolheu é aliado do presidente Lula, aumenta a vantagem dele em 60%. Mas é o que eu digo aqui é que 60% de 1% é 0,6%. Então o cara sairá de 1% para 1,6%. É que as pessoas querem ler assim: se o presidente Lula botar a mão eu saio de zero para 60%. O que não é verdade.

Valor: Não é automático.

Wagner: Não existe isso. É óbvio que quando você cria uma sinergia, quando há uma consciência coletiva, as pessoas raciocinam assim: eu vou votar nesse cara que ele é amigo do governador, é amigo do presidente e não é um babaca, para falar um termo bem objetivo. Agora, se o cara for um babaca, diz assim 'pô Lula, você vai me perdoar mas nesse aí eu não voto não'. Então não funciona aquela idéia de eu 'elejo um poste'. Não existe isso.

Valor: No entanto, o senhor acha que o PT vai crescer mais que os outros.

Wagner: Com essa identificação do 13, eu acho que os candidatos do PT ganham mais que os outros. Não é em detrimento dos outros.

Valor: O fato é que há reclamação. Como é que a base vai chegar em Brasília para as votações?

Wagner: Óbvio que a volta é uma volta com pontos de tensão. Não tem como. Toda eleição, evidente que mais na eleição municipal, não é um mar de rosas. A lógica municipal é mais intensa que a estadual e que a nacional. O que está em jogo agora? Os deputados estaduais e federais lutam fortemente para a eleição do seu prefeito, e isso na contabilidade dele significará uma posição melhor para a eleição dele em 2010. É essa a briga. E o governador? O prefeito pesa X para deputado estadual e federal e pesa um pouco menos para governo do estado e presidente da República. Evidente. Isso porque ele consegue muito mais coordenar o voto para deputado estadual e federal.

Valor: Mas a eleição de prefeitos agora não dará uma base melhor para a eleição do presidente e de governador de 2010?

Wagner: A população está estabelecendo uma linha direta entre ela e os cargos majoritários, principalmente governador e presidente da República. Vou dar o meu exemplo: eu tinha 50 prefeitos em 417. E ganhei na faixa de 230 cidades. Significa que nem os prefeitos que trabalharam contra convenceram a população. Eu não estou menosprezando, evidentemente que ele é um elemento da política, e da base de apoio, mas ele pesará muito mais na eleição de deputado estadual e federal, eventualmente na de senador, do que na de governador e presidente da República.

Valor: Por quê?

Wagner: Eu me convenço cada vez mais que as pessoas não querem intermediário para escolher governador e presidente. Por que dá tensão? Dá uma tensão maior aqui e vai dar uma tensão menor em nível nacional. É uma coisa até curiosa: onde você vai e ganha, em geral o cara vai dizer que foi ele que ganhou. Onde você não vai e o cara perde, ele vai dizer que você é que foi o culpado pela derrota dele.

Valor: A base fica unida?

Wagner: Está todo mundo mais maduro e todo mundo dá importância a estar participando de um projeto, até agora, exitoso, que é o do presidente Lula, em nível nacional, e na Bahia. até agora, a gente está bem. Então eu não acho que vá haver alguma sangria desatada.; Agora é fato que haverá uma tensão pós eleitoral normal. Eu, por exemplo, estou tentando ser o mais equilibrado possível. Há uma maximização da imagem do governador e do presidente da República, que eu acho que contam, mas não é uma coisa absoluta de o cara sair de zero para 60%. Quando está pau a pau, digamos um está com 40% e outro está com 38%, aí eu concordo que pode fazer a diferença.

Valor: O senhor e o ministro Geddel saem como entraram nessa eleição?

Wagner: Temos um ponto de conflito que foi produzido por alguém que não era meu nem dele, que é o prefeito atual, que foi eleito pelo PDT, com vice do PSDB, e baixíssima participação do PMDB, que não tinha nem interesse em ficar no governo. Tinha lá uma secretaria marginal. De repente, quando o cidadão viu que estava com problemas de sobrevivência política, ele teve de sair de um partido pequeno e procurar um partido maior para se abrigar. Ele é muito midiático. Eu até gosto dele, não é um mau caráter, não é um larápio, mas é um cara confuso. Confuso na política e confuso na gestão. Ele precisava de tempo de televisão. Quis vir para o meu partido, coisa que eu recomendei.

Valor: Mas o PT não quis?

Wagner: O vício do cachimbo deixa a boca torta. A gente vai amadurecendo mas alguns vícios vez por outra aparecem. Então apesar de o governador dizer: 'rapaz, põe o cara pra dentro. A gente já está no governo, põe logo o cara no PT', o meu partido não acolheu a minha sugestão, o pedido de seu governador. E ele acabou indo para o PMDB. Ao ir para o PMDB gerou então um pólo de tensão. Não por culpa dele, por culpa da conjuntura. Geddel e o PMDB receberam esse presente - tinham pouquíssima coisa em Salvador e ganharam um prefeito e uma prefeitura, como máquina política para fazer a operação da política, no bom sentido. É óbvio que gostariam de ter todo mundo em torno deles. Então lutaram por isso. Eu defendi a tese da minha base de sustentação (um candidato só), pelo menos na capital. As pessoas não se convenceram. Até porque diziam que ele é ruim de compromisso. O pessoal de pesquisa dizia que ele tinha dificuldade de ir até para o segundo turno. O argumento é que era melhor não jogarmos com uma hipótese só e perdermos para o PFL. A outra hipótese era o Imbassahy, com quem eu tenho relação. Mas isso não animava muita gente exatamente porque era um alinhamento com o PSDB nacional e as pessoas aqui não tinham interesse óbvio nessa aproximação. Quando acabar a eleição tem um rescaldo a ser tratado. E eu tenho que ficar administrando esse conjunto todo.

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Ibope: ACM Neto lidera e João Henrique empata com Pinheiro
Segunda-feira, 29/09/2008 - 19:19
De Lauro Jardim, na VEJA On-Line:

Daqui a pouco o Ibope divulga a nova pesquisa de  intenções de voto na disputa em Salvador - e vai dar o que falar, seja pelo resultado, seja pela diferença da pesquisa divulgada no sábado pelo Datafolha.

Aos números: segundo o Ibope, ACM Neto (DEM) está na liderança, com 28%. Depois, aparecem empatados Walter Pinheiro (PT) e João Henrique (PMDB), com 20% cada um. Antonio Imbasshay (PSDB) tem 13%.

São números razoavelmente diferentes dos divulgados no fim de semana pelo Datafolha. Por eles, os três primeiros colocados estavam embolados: Neto (25%), João Henrique (23%), Pinheiro (21%) e Imbassahy (15%).

Esta discrepância será suficiente para alimentar horas e horas de debates sobre pesquisas eleitorais.


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Mãos à obra
Segunda-feira, 29/09/2008 - 17:05
Do colunista Cláudio Humberto:

O ex-ministro da Defesa Waldir Pires vai escrever seu livro de memórias políticas, desde a época de consultor-geral da República de João Goulart, em 1963, até o governo Lula. Ele não precisa de ghost-writer.

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Tucano petista
Domingo, 28/09/2008 - 22:15
Do colunista Cláudio Humberto:

O presidente do DEM, Rodrigo Maia, apareceu pela primeira vez na campanha de ACM Neto à prefeitura de Salvador. Até chamou o candidato tucano Antônio Imbassahy de “oportunista a serviço do PT”.

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É só um jogo
Domingo, 28/09/2008 - 16:33
Do colunista Cláudio Humberto:

O presidente Lula acha, sem modéstia, que vai mudar a história da eleição de Salvador, derrotando ACM Neto (DEM) e elegendo Walter Pinheiro (PT) -- muito embora admita na intimidade que detesta o petista.

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Igreja Católica critica propaganda de ACM Neto
Domingo, 28/09/2008 - 10:08
De Luiz Francisco, da Folha de São Paulo:

Sem citar o nome do candidato a prefeito, a Arquidiocese de Salvador emitiu uma nota criticando o comportamento de Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM) por distribuir cerca de 15 mil panfletos em que aparece recebendo a comunhão do papa João Paulo 2º (morto em 2005) e beijando a mão do cardeal primaz do Brasil, d. Geraldo Majella.

No panfleto "Neto tem fé em Deus", o candidato aparece recebendo a comunhão do papa durante a segunda visita de João Paulo 2º à Bahia, em 1991 --na época, o Estado era governado pelo avô do candidato, o senador Antonio Carlos Magalhães (morto em 2007).

O outro lado do panfleto traz ACM Neto beijando a mão de Majella, além de um texto citando que o seu vice, o deputado federal Márcio Marinho (PR), é da Igreja Universal e também "um cristão".

"A Arquidiocese de São Salvador da Bahia não autoriza o uso de imagens fotográfica ou em vídeo de qualquer autoridade eclesiástica em peças publicitárias de campanhas de candidatos a cargos eletivos nas eleições de 2008, conforme tradição amplamente conhecida por toda a sociedade baiana", diz a nota, assinado pelo padre Manoel Folho, coordenador de comunicação da instituição.

O panfleto de ACM Neto diz ainda que ele é primo de um padre que o teria levado para comungar com o papa. Segundo o texto, se o democrata vencer as eleições vai permanecer à frente da prefeitura até 2012.

Por sua assessoria, o deputado disse que lamenta a nota emitida pela Arquidiocese de Salvador e acrescentou que as imagens foram fatos jornalísticos de caráter público, divulgados pela imprensa.

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PT avança em Salvador
Quinta-feira, 25/09/2008 - 21:31
De Lauro Jardim, na VEJA On-Line:

As pesquisas internas dos partidos para a eleição de Salvador são unânimes: Walter Pinheiro (PT) passou mesmo Antonio Imbasshay (PSDB) e João Henrique (PMDB) e está bem acomodado na segunda colocação. Atrás somente de ACM Neto (DEM). Na madrugada de sábado, sai uma nova pesquisa do Ibope.

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PSDB rifa Imbassahy
Segunda-feira, 22/09/2008 - 11:45
Da coluna Panorâmico Político, no jornal O Globo:

A cúpula do PSDB não se surpreendeu com a queda de Antonio Imbassahy nas pesquisas de intenção de voto para a prefeitura de Salvador. Líderes tucanos reclamam que ele não tem identidade política. É da base de apoio ao governador Jaques Wagner (PT) e não faz oposição ao presidente Lula. A direção do PSDB está mais preocupada em garantir o apoio do partido a ACM Neto (DEM) no segundo turno, de olho em uma aliança em 2010 para a Presidência da República.

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Supremo decide futuro dos pataxós na Bahia
Segunda-feira, 22/09/2008 - 11:40
Deu no Correio Braziliense:

Um mês depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) adiar a decisão sobre a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, os ministros voltam a se reunir para apreciar um processo sobre terras indígenas. Está marcada para a próxima quarta-feira (24) o julgamento da ação que pede a nulidade de títulos de propriedades de terra concedidos a fazendeiros que ocupam o território habitado pelos índios pataxó-hã-hã-hãe, no sul da Bahia. Desde a semana passada, lideranças indígenas da reserva Caramuru-Catarina Paraguassu estão em Brasília para um corpo-a-corpo com os ministros. Na terça-feira, eles vão à Câmara pedir apoio aos deputados.

A discussão sobre o direito de 3,4 mil índios pataxós sobre 54 mil e 105 hectares se arrasta desde 1982 quando a Fundação Nacional do Índio (Funai) recorreu ao STF na tentativa de anular títulos concedidos pelo governo da Bahia à ruralistas na década de 1960 e 1970. A área havia sido delimitada pelo antigo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) em 1937.

De acordo com parecer do Ministério Público enviado ao STF, provas decorrentes dos estudos etno-históricos desenvolvidos pela Funai e por perícias judiciais convergem para a comprovação da ocupação tradicional dos índios pataxó-hã-hã-hãe e sua expulsão de parte de território, nos municípios baianos de Itajú do Colônia, Camacan e Pau Brasil.

Apesar de a questão ser tida como menos complexa, a decisão poderá servir de base para a definição dos limites da Raposa Serra do Sol. A expectativa era de que os ministros do STF concluíssem o julgamento sobre a situação em Roraima antes de iniciar a análise sobre as terras na Bahia. Na semana passada, o ministro Marco Aurélio Mello chegou a classificar a demarcação da Raposa como uma das decisões mais importantes do ano. Há hoje no tribunal 143 ações que tratam de demarcação de terras indígenas.

“Nesses anos todos só conseguimos reaver 16 mil hectares de pequenos agricultores que aceitaram a indenização da Funai e deixaram o local”, explica o pataxó Luiz Vieira Titiaih, 35 anos. Segundo Luiz, 460 fazendeiros permanecem nas terras da reserva, sendo 80 grandes pecuaristas.


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Bem-humorado
Quinta-feira, 18/09/2008 - 14:45
Do colunista Cláudio Humberto:

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), reagiu com bom humor à notícia que esta coluna publicou, ontem, sobre sua preferência pela cachaça do “Bar do Cravinho” no Pelourinho, em Salvador: “Morri de rir da mensagem, você está cada vez mais sagaz, meu nobre!”.

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Salvador: clima esquenta em campanha
Quinta-feira, 18/09/2008 - 13:35
Do colunista Cláudio Humberto:

A campanha em Salvador surpreende: está sendo espalhado na rua que o candidato democrata, ACM Neto, mandou matar a mulher que o esfaqueou em janeiro (Rita de Cássia, que está presa na carceragem feminina da capital baiana). Neto apenas se defende, mas amigos próximos ao candidato garantem: se os ataques continuarem, não restará outra alternativa a não ser “jogar mais pesado, embora não goste do jogo sujo”.

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Faz sentido
Quinta-feira, 18/09/2008 - 12:29
Do Correio Braziliense:

Não é exagero dizer que o ministro Geddel está bravo. É que, além de Salvador e Feira de Santana, o desempenho dos peemedebistas não está dos melhores em cidades como Itabuna e Juazeiro. E Geddel vai ficar pior quando ver as imagens de Lula com Walter Pinheiro (PT) no programa eleitoral. Afinal, Pinheiro aproveitou a presença de Lula em Salvador e fez várias imagens suas bem pertinho do presidente.

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Lula vai subir no palanque de Walter Pinheiro
Quinta-feira, 18/09/2008 - 11:59
Da coluna Informe JB, no Jornal do Brasil:

Terra da Magia

O PT de Salvador está uma festa. Com a queda do tucano Antonio Imbassahy nas pesquisas ­ aliás, um aliado lá o Planalto já avisou que o presidente Lula subirá, com prazer, no palanque de Walter Pinheiro contra ACM Neto.

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Olha o nível
Quarta-feira, 17/09/2008 - 23:10
Do colunista Cláudio Humberto:

Ao justificar ontem a revitalização do Pelourinho, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT) disse que ali está o [bar do] Cravinho, “onde tomo minha cachaça ou mando buscar, quando quero beber no palácio”.

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Wagner quer logo vídeo com apoio de Lula a Pinheiro
Terça-feira, 16/09/2008 - 11:59
De O Globo:

O presidente Lula fez dezenas de gravações para candidatos petistas nas eleições. O trabalho foi coordenado por Gilberto Carvalho, e as fitas são liberadas a conta-gotas para não criar atritos com os aliados. O governador Jaques Wagner (BA) pressiona pela liberação do apoio ao candidato do PT em Salvador, Walter Pinheiro, que no Ibope de ontem passou o prefeito João Henrique (PMDB).

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ACM Neto lidera com 26%. Imbassahy é o 2º e Pinheiro o 3º.
Terça-feira, 16/09/2008 - 00:51
O candidato do DEM, ACM Neto, manteve a liderança folgada na pesquisa do Ibope divulgada nesta segunda-feira (15) pela TV Bahia. Ele aparece com 26% das intenções de voto, contra 18% de Antonio Imbassahy (PSDB), segundo colocado. Walter Pinheiro, do PT, continua crescendo e tomou a terceira colocação de João Henrique (PMDB). Pinheiro tem 16% e João 16%.

Numa simulação do segundo turno, a pesquisa do Ibope revela um empate técnico entre ACM Neto (34%) e Imbassahy (33%). Segundo turno entre ACM Neto e João Henrique o candidato do DEM venceria com folga: 41% contra 28%. Se o enfrentamento for com Pinheiro, a vantagem também é de Neto: 41% contra 32%.

O Ibope ouviu 602 pessoas entre os dias 11 e 13 de setembro.

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ACM Neto quer tirar do ar vídeo no qual ameaça surrar Lula
Segunda-feira, 15/09/2008 - 13:38
O deputado federal ACM Neto, candidato do DEM à Prefeitura de Salvador, está irritado com o rival Antônio Imbassahy (PSDB), que tem veiculado no horário eleitoral gratuito um vídeo no qual o parlamentar ameaça dar uma surra no presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Embora continue na liderança das pesquisas de intenção de voto, ACM Neto já sentiu o estrago que a divulgação das imagens tem causado à sua campanha para a Prefeitura. Por isso, ameaçou implodir a aliança entre democratas e tucanos para a candidatura pesidencial de 2010.

Além de se queixar aos cardeais do PSDB, ACM Neto acionou os advogados do DEM, que ingressaram com uma ação no TRE na qual pedem a suspensão da veiculação das imagens.

O vídeo foi gravado em 2005 durante a CPI do Mensalão, quando a popularidade do presidente Lula estava em baixa devido ao envolvimento de vários petistas no escândalo.

O deputado tinha, então, o apoio do avô, o senador Antonio Carlos Magalhães, que era presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, e do governador Paulo Souto.

Na época, o jornalista Wellington da Fonseca Ribeiro publicou no Jornal da Mídia o artigo "Surra e Bala", no qual destaca a gravidade da ameaça feita ao presidente. "A ameaça fez emergir a discussão sobre a grandeza, a magnitude, o peso do máximo cargo de Presidente da República", ele escreveu na ocasião.

Artigo Relacionado

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Briga de família
Segunda-feira, 15/09/2008 - 12:14
Do colunista Cláudio Humberto:

A empreiteira OAS, que floresceu à sombra do “Amigo Sogro”, investe pesado para derrotar ACM Neto na disputa pela prefeitura de Salvador.

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TWB está devendo salários a empregados
Quinta-feira, 11/09/2008 - 08:58
A TWB está com salários atrasados e, diga-se de passagem, não é a primeira vez que isto ocorre. Ontem no programa "Que Venha o Povo", apresentado por Casemiro Neto, o repórter Zé Bim disse que os trabalhadores da TWB "estão passando fome".

O vídeo com a denúncia de Zé Bim está no YouTube (assista aqui). Casemiro Neto mostou um e-mail que recebeu de funcionários que falam sobre o caso. A TWB é a concessionária do sistema ferry-boat.

A TWB fatura muito bem com a exploração do sistema ferry-boat, que ela recebeu de graça do Governo do Estado. Aliás, foi no governo de Paulo Souto que a doação foi feita. Não tem motivo nenhum para ficar atrasando salários dos trabalhadores. Chega a ser ridículo para uma empresa que diz ter outros interesses empresariais na Bahia.


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