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PT não quer que Geddel faça sucessor
Sexta-feira, 30/10/2009 - 10:11
Os petistas estão fazendo carga contra a decisão do presidente Lula de montar um ministério de secretários-executivos na reta final do governo. Em pelo menos uma pasta eles não querem nem ouvir falar disso: a da Integração Nacional. Como o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) vai concorrer ao governo da Bahia contra o governador Jaques Wagner (PT), os petistas estão em campanha para desestabilizar o secretário-executivo João Santana. Dizem que é um risco deixar a máquina nas mãos de Geddel na eleição. Santana tem o apoio do PMDB para ficar, e conta a seu favor conhecer profundamente a transposição do Rio São Francisco. (Informações de O Globo)

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Geddel minimiza racha no PMDB após acordo com PT
Quarta-feira, 28/10/2009 - 16:32
De Márcio Falcão, na Folha Online:

O ministro peemedebista Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) minimizou nesta quarta-feira as divergências internas no PMDB com o pré-acordo nacional entre o partido e o PT para a disputa à Presidência em 2010.

"Primeiro quero deixar claro que os problemas internos não são um triste privilégio do PMDB. É natural ter dificuldades, mas o ideal é conversarmos e tentarmos chegar a um entendimento", disse ele.

O apoio precipitado do PMDB à candidatura da ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil) rachou o partido e pode ser prejudicado em alguns Estados.

Na Bahia, por exemplo, o governador petista Jaques Wagner já disse que uma aliança local não deve ocorrer em seu Estado, já que ele deve ter Geddel como adversário na disputa ao governo. O racha entre os partidos no Estado foi formalizado em agosto, quando o PMDB deixou a base aliada do governo.

Geddel disse, no entanto, não temer ser prejudicado no Estado pelo acordo nacional. "Não vejo motivo para ser prejudicado, só posso ser estimulado", afirmou.

Sobre a indefinição do candidato do PSDB à Presidência, enquanto o PT já lançou o nome da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), o ministro disse que há uma vantagem da petista.

"Esta não é a minha praia, mas é evidente que você, quando tem uma pré-candidatura de um lado e do outro há dúvida, acaba tendo alguma vantagem, porque o eleitor já está com os ouvidos abertos."

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Aliança enganosa
Segunda-feira, 26/10/2009 - 18:27
O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, denunciará o governador da Bahia, Jaques Wagner, por propaganda enganosa no Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Geddel diz que Wagner anuncia como dele obras que são financiadas essencialmente com recursos federais. Geddel, do PMDB, pretende enfrentar Wagner, do PT, na eleição para governador no próximo ano. Como se vê, a aliança entre os dois partidos não é assim tão sólida. (Informações da Revista VEJA)

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Contra o PT, Geddel quer apoio de Lula e Dilma
Segunda-feira, 26/10/2009 - 08:19
De Leandro Cólon e Marcelo de Moraes em O Estado de S.Paulo:

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, simboliza os rachas regionais entre PT e PMDB. Candidato ao governo da Bahia em 2010 contra a reeleição do petista Jaques Wagner, Geddel garante, em entrevista ao Estado, que a legenda não vai abandonar a candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT) mesmo que não deslanche nas pesquisas, como desconfiam setores do governo. "Essa postura é imutável, sob pena de perder a respeitabilidade da opinião pública. Se a Dilma não decolar, perde-se a eleição", afirma.

O acordo entre as duas legendas foi fechado na terça-feira. O PMDB vai indicar o vice de Dilma. Geddel garante apoio, mas avisa que, em troca, espera a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra também em seu palanque na Bahia, mesmo que no Estado haja um candidato do PT.

Para ele, as relações pessoais de Wagner com o presidente e a ministra não devem prevalecer sobre os acordos políticos. "Não faço política com faca no pescoço, nem chantagens. Eu quero isso (apoio a Dilma), não estou negociando posições alternativas. Só terei posições alternativas se for hostilizado. Se perceber que a construção de um projeto político está condicionada às relações pessoais e não política."

No primeiro mandato do governo Lula, o apoio do PMDB não era unânime. Hoje, praticamente todo o partido fechou com o PT no campo nacional. O que conquistou o PMDB? Cargos, fisiologismo?

Não acho que esse estigma colocado ao PMDB seja justo. É natural que os partidos queiram contribuir para o crescimento do País. E há exageros no modelo político em todos os partidos. O que conquistou o PMDB foi ter participado institucionalmente no segundo mandato. O presidente da República ouve, reúne o conselho político, muda de posição em função de críticas de seus aliados. E isso agrega.

O PMDB tem as maiores bancadas no Congresso, é o maior partido do País. Por que não consegue ter candidato próprio à Presidência?

Houve empobrecimento das lideranças nacionais. O próprio desgaste da classe política afugenta quem teria vocação na vida pública. E o PMDB, infelizmente, tem tido o pouco salutar hábito de não se escravizar pelo resultado das urnas. O partido precisa ter posição clara. Se é governo ou oposição. O PMDB tem de governar quando vencer as eleições e ser oposição quando perder. Só mudar de posição num novo pleito. O PMDB termina aderindo a posições que não foram aquelas determinadas pelas ruas e perde a credibilidade.

(...)

O senhor é candidato ao governo da Bahia em 2010 contra um petista, o governador Jaques Wagner. Qual garantia o senhor terá de que a ministra Dilma subirá em seu palanque?

A garantia que sustenta a vida pública: os acordos firmados são cumpridos. Estou dizendo de forma clara que desejo oferecer o apoio à continuidade do projeto do presidente Lula. Compreendo que o presidente e a ministra Dilma entendem que a circunstância da vida política por vezes não nos permite realizar o ideal. A gente na política faz o possível. E o possível na Bahia, no momento, é a construção de duas alternativas de apoio ao projeto nacional. Só não estarei nessa posição se for francamente hostilizado por aqueles que desejo apoiar.

Então o senhor quer a ministra Dilma no seu palanque?

É evidente que sim. E quero o presidente Lula. Não é uma questão de relações pessoais, mas política.

O senhor sempre foi próximo ao PSDB. Se o PT criar problemas para a presença de Dilma em seu palanque, poderá apoiar um candidato do PSDB ao Planalto?

Não faço política com faca no pescoço, nem com chantagens. Eu quero isso (apoio a Dilma), não estou negociando posições alternativas. Só terei posições alternativas se for hostilizado, se perceber que a construção de um projeto político está condicionada às relações pessoais e não à política. E o presidente Lula tem biografia e história para compreender que o Brasil é maior que qualquer outra questão. Estou tratando com pessoas de bem, sérias. Se eu tiver de tom...ar posições, serão tomadas antes de alguém imaginar posturas de traição. (...)


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Deputado Popó
Domingo, 25/10/2009 - 21:15
Do colunista Cláudio Humberto:

Arcelino de Freitas, o Popó, envolvido em acusação de homicídio, será candidato a deputado pelo PRB de José Alencar, na Bahia. Aparecerá na TV de calção, luvas e cinturão e o slogan: “Vou brigar por você”.

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Igreja Universal fez remessa clandestina para o exterior
Domingo, 25/10/2009 - 10:07
De Rubens Valente, da Folha de São Paulo:

O Ministério Público Federal tem em seu poder documentos que indicam o uso de uma casa de câmbio chamada Diskline para fazer remessas de pelo menos R$ 17,9 milhões, em valores atualizados, para uma conta bancária em Nova York cuja beneficiária era a Igreja Universal do Reino de Deus.

As remessas ocorreram, segundo as investigações, por meio de dólar-cabo, um sistema clandestino de transações internacionais que foge do controle do Banco Central. Por esse sistema, combatido pela Polícia Federal desde que foi descoberto, em meados dos anos 90, doleiros do país abastecem contas de brasileiros no exterior sem que o BC tenha conhecimento das operações.

É uma espécie de compensação paralela entre contas bancárias abertas no exterior em nome de empresas "offshore" sediadas em paraísos fiscais. O dinheiro é entregue pelo cliente ao doleiro, no Brasil, em espécie. Simultaneamente, o mesmo valor, excluída a "taxa de administração" cobrada pelo doleiro, é transferido de uma conta aberta fora do Brasil em nome de empresa de fachada controlada pelo doleiro. Operações desse tipo são consideradas, nos EUA, retransmissões ilegais de fundos.

Os documentos que revelam as operações foram produzidos pela Assessoria de Análise e Pesquisa da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, tendo como base os achados das ações da PF e da CPI do Banestado. Num disquete apreendido na sede da Diskline e periciado pela PF, foi achada uma tabela que descreve 24 remessas feitas entre agosto de 1995 e fevereiro de 1996 no total de R$ 7,5 milhões, ou R$ 17,9 milhões atualizados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor).

O dinheiro era entregue por uma pessoa identificada pelo código "Ildinha/Fé" e tinha como destino final a conta nº 365.1.007852 do antigo Chase Manhattan Bank de Nova York (EUA), adquirido no ano 2000 pelo JP Morgan, dando origem ao JPMorgan Chase & Co.

Conforme documentos constantes do CD-Rom, as operações envolvendo o nome de "Ildinha/Fé" são operações em que a diretora do Banco de Crédito Metropolitano e de empresas do grupo da Igreja Universal, sra. Alba Maria Silva da Costa, fazia com a mesa de operação da empresa Diskline de São Paulo, sendo o nome "Ildinha/Fé" uma referência à funcionária da igreja de nome Ilda, que, inicialmente, era encarregada de levar as malas de dinheiro para a empresa Diskline", apontou o relatório.

Alba Maria, referida no relatório, é uma das pessoas denunciadas pelo Ministério Público de São Paulo, ao lado do líder da Iurd, Edir Macedo, por supostos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ela foi executiva de empresas controladas pela igreja.


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Banda larga provoca guerra teles-governo
Domingo, 25/10/2009 - 09:30
Deu na Folha de S. Paulo:

O Plano Nacional de Banda Larga criou uma guerra nos bastidores do governo e das teles pelo controle do serviço de acesso à internet e do mercado de comunicação.

De um lado, as teles privadas atuam para manter a posição atual de fornecedor privilegiado da infraestrutura que permite o acesso à rede e, com isso, seguir dominando o setor.

Do outro, Casa Civil e Planejamento defendem a criação de uma rede pública de fibras óticas, administrada por uma estatal, que permita a entrada no mercado de pequenos e médios provedores de acesso pelo país.

Nas palavras de um assessor presidencial, o que está em jogo é se as teles vão continuar praticamente monopolizando o setor no país ou se haverá um modelo concorrencial que garanta a ampliação da oferta e a redução nos atuais preços.

Em reação, as empresas de telecomunicação classificam a proposta do Planejamento de abandono do modelo de privatização do setor e a consideram cara. Defendem duas alternativas: para a população pobre dos grandes centros, subsídio e redução tributária (nos moldes do que é feito hoje para a tarifa social de energia elétrica).

Para áreas remotas, onde a baixa renda se combina com dificuldades de instalação da infraestrutura, seria necessário uma mistura de subsídio, desoneração e parceria com o governo para o uso da rede de fibras óticas das estatais.


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Agentes invadem Prefeitura de Itabuna
Quarta-feira, 21/10/2009 - 10:42
A sede da Prefeitura de Itabuna foi invadida pelos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, cansados de esperar por uma reunião com o prefeito Azevedo.

Eles reclamam que já tentaram várias vezes se reunir com o prefeito ou o secretário da Saúde, Antonio Vieira, mas foram constantemente ignorados. Por isso, decidiram por uma ação mais impactante.

Os agentes querem negociar aumento no salário, a regulamentação do termo de posse, o fardamento, o fornecimento de protetor solar para os que atuam no campo e um adicional por insalubridade.

O sindicato dos agentes acusa a prefeitura de "só retirar direitos dos trabalhadores". Ele alega que o ministério da Saúde repassa o suficiente para um salário de R$ 651, mas eles só recebem R$ 581.

Recentemente a prefeitura cassou um acréscimo histórico de R$ 44. O presidente do sindicato, Josevaldo Gonçalves, diz que "eles também descontam nossos INSS e FGTS e não repassam".
(Informações do jornal A Região)

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MP vai investigar denúncias de deputados contra a Sedur
Quarta-feira, 21/10/2009 - 07:47
O Ministério Público estadual instaurou procedimento investigatório para apurar possíveis irregularidades em convênio firmado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur) com o Instituto Brasil Preservação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), que, segundo informações do Jornal A Tarde, firmou convênio com o Estado para construir 1.120 unidades habitacionais.

A informação foi apresentada pelo procurador-geral de Justiça Lidivaldo Britto aos deputados da bancada de oposição, Heraldo Rocha, Gildásio Penedo e Luis de Deus, que estiveram no MP com o propósito de oferecer representações contra o Governo do Estado, que, de acordo com eles, “está realizando inúmeras contratações por meio de dispensas de licitação”.

Recebidos por Lidivaldo Britto e pela coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa (Gepam), promotora de Justiça Rita Tourinho, os deputados informaram que, além do convênio celebrado com o Instituto Brasil Preservação, o Estado firmou, com dispensa de licitação, convênios para execução de serviços de limpeza na área da Secretaria de Saúde, de treinamento de servidores da Secretaria da Fazenda e está gastando valores “estratosféricos” com propagandas.

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Boa rede para os ex-governadores baianos
Sábado, 17/10/2009 - 22:15
De Lauro Jardim, na VEJA On-Line:

Está causando uma baita polêmica na Bahia um projeto de lei de autoria do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), fiel aliado do governador Jaques Wagner - aliás, os dois estão juntos em Paris neste momento.

O deputado estadual quer que todo ex-governador que tenha ocupado o cargo por pelo menos dois anos receba até o fim da vida, a título de aposentadoria, os vencimentos integrais de governador, hoje em 12 000 reais. Wagner, a propósito, apóia a medida. E Nilo, diga-se de passagem, é cotado para ser vice na chapa de reeleição dele.

Se o projeto for aprovado, cinco ex-governadores seriam imediatamente beneficiados: Roberto Santos, João Durval, Waldir Pires, Paulo Souto, Cesar Borges. E Wagner deixa garantida sua sombra para o futuro.


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Lula quer Geddel vice de Wagner em 2010
Sábado, 17/10/2009 - 17:46
Do colunista Cláudio Humberto:

O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), pré-candidato ao governo da Bahia, foi convidado pelo presidente Lula para ser o vice do atual governador Jaques Wagner (PT), em 2010, com o compromisso de ser apoiado ao governo baiano em 2014.

Com isso, Lula tenta unificar o palanque governista na Bahia, favorecendo a reeleição de Wagner e a campanha, no Estado, da ministra presidenciável, Dilma Rousseff.


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Leur Lomanto pede para Wagner aceitar aumento salarial
Quarta-feira, 14/10/2009 - 10:20
Descrição da Foto
Leus quer que Wagner doe salário excedente a instituições de caridade
O deputado Leur Lomanto Jr., líder do PMDB na Assembléia Legislativa, criticou a ''inconstitucionalidade'' do projeto que aumenta o teto do salário dos servidores do Estado para R$ 15,6 mil. O parlamentar sugeriu que o governador Jaques Wagner aceite o aumento salarial e aquilo que considerar excedido seja doado por ele a instituições de caridade.

“Apesar de ainda não ter reunido a bancada para trazermos o posicionamento oficial, somos a favor do aumento do subteto desde que ele seja extensivo ao salário do governador, porque assim não sendo, o projeto se torna inconstitucional".

Leur Lomanto Jr. lembra que a Constituição estadual é clara quando diz que nenhum servidor pode receber um salário maior do que o do governador.

“Sugiro ao governador Jaques Wagner , que tem deixado claro para a imprensa ser contra o aumento do salário do governador, que ele não torne o projeto inconstitucional, mas que aceite o aumento e aquilo que exceder ao seu salário, que faça uma doação para um instituto de caridade”, disse, ratificando que somente dessa forma o projeto se tornaria constitucional.

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PSB não é uma sublegenda do PT, afirma Ciro
Quarta-feira, 14/10/2009 - 09:00
De Soraya Aggege em O Globo:

O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) anunciou ontem que seu partido deve lançar o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, para o governo paulista em 2010.

Ciro descartou qualquer possibilidade de desistir da disputa à sucessão do presidente Lula. Diante de uma plateia de empresários, banqueiros e ambientalistas, ele foi levado por Skaf para o palco da entidade, ao lado do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, Nobel da Paz de 2007, e posou para uma foto.

— Filiamos Skaf para ser o nosso candidato ao governo de São Paulo — disse Ciro, ao lado do empresário.
Perguntado sobre a rejeição do PT paulista para uma possível aliança com seu partido, se o candidato for o líder empresarial paulista, Ciro foi enfático:

— PT é PT, PSB é PSB. Somos amigos, mas queremos que o PT nos respeite porque não somos sublegenda do PT.

Sobre as expectativas petistas para sua candidatura ao governo do estado e o projeto do presidente Lula para lançá-lo em São Paulo, ele voltou a argumentar que se sente liberado até fevereiro, quando as alianças serão fechadas, mas adiantou:

— O verbo desistir supõe um sujeito, e eu não desisto (da candidatura a presidente da República).

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A viagem providencial de Dom Cappio
Quarta-feira, 14/10/2009 - 08:01
De Luiza Damé e Chico de Gois, do jornal O Globo:

A personalidade mais famosa de Barra (BA), Dom Luiz Flávio Cappio, que fez greve de fome de 23 dias, em dezembro de 2007, contra a obra de transposição do São Francisco, será a ausência mais comentada na festa preparada para receber hoje o presidente Lula e sua comitiva.

Nos governos federal ou estadual não se admite que foi providenciada uma saída estratégica do polêmico bispo, mas desde sábado ele está em Barreiras, cidade do Oeste da Bahia, para alívio da comitiva presidencial.

A suspeita é de que o governo baiano e políticos ligados ao ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, teriam facilitado para que Dom Cappio estivesse fora de Barra. O bispo tem evitado entrar nessa polêmica.

A informação da Igreja Católica é que Dom Cappio participa, em Barreiras, de um encontro de dioceses de Barra, Bom Jesus da Lapa, Irecê e Barreiras que acontece todos os anos, e que já estava marcado há algum tempo.

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