O governador Jaques Wagner comenta em seu programa de rádio desta terça-feira sobre o novo ciclo de crescimento da Bahia e se refere também ao Parlamento Brasileiro e à Democracia, destacando a posse e a importância dos senadores, deputados federais e deputados estaduais, que iniciam um novo mandato esta semana. “Uma terra sem política, sem representação, é a ditadura. E a ditadura, seguramente, não é, nem de longe, uma boa forma de conduzir o País”, enfatiza.
Ao ressaltar a importância do Poder Legislativo e lembrar que os parlamentares, além das suas convicções político-partidárias, devem colocar os interesses do país e do estado acima de suas disputas, Jaques Wagner espera que sejam aprovadas novas legislações para as áreas tributária e política porque “nós precisamos de uma reforma política que fortaleça, cada vez mais, os partidos e a representação popular para que possamos fazer as reformas necessárias e melhorar ainda mais a economia”.
A Operadora de telefonia engabelou os representantes da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos e o Ministério Público da Bahia, prometendo "pagar" R$ 100 milhões em indenizações, mas sem desembolsar um centavo de Real.
De quebra, anunciou um plano anti-incêndio (não tinha?), doando telefones e mini-modens aos consumidores.
Pior de tudo é que o secretário da Justiça, Almiro Sena, considerou a assinatura do TAC como sendo "uma vitória na luta pela efetivação dos direitos humanos". E os milhares de comerciantes e o próprio Governo que até hoje sofrem com o descaso da Oi? (Bahia Negócios)
Nomes de políticos e desembargadores poderão ser retirados de prédios do Judiciário na Bahia
Mesmo que estejam na inatividade ou fora de função pública, perderão as homenagens recebidas.
A Resolução Nº 52 do Conselho Nacional de Justiça que flexibilizou o assunto será revogada com o voto do Conselheiro Jorge Hélio Chaves de Moura, que propôs estender a proibição a toda pessoa viva.
Se aplicada na Bahia, atingirá muitos desembargadores, juízes e políticos ainda com ou sem cargos.(Bahia Negócios)
Segundo informações do Jornal do Meio Dia da TV Bahia, até agora, não foi divulgado o motivo do sumiço do estudante baiano Luiz Henrique Souza Silva, que estava desaparecido há 20 dias na Argentina, onde mora.
No domingo (30), a família recebeu um e-mail do estudante dizendo que estava em outro país da América do Sul e voltaria em breve para Buenos Aires, sem maiores detalhes.
O ferry "Juracy Magalhães" (esquerda) completou um ano abandonado em Bom Despacho. A Agerba não faz e nem cobra nada da TWB. O patrimônio público é dilapidado assim.
Não existe nenhuma novidade mais se falar que um ferry boat da TWB quebrou no meio da travessia Salvador-Bom Despacho. Virou fato corriqueiro, uma rotina. Só o governo Wagner é que faz vista grossa para o drama enfrentado cotidianamente pelos baianos.
Ontem, para variar, passageiros que embarcaram, às 20h no ferryboat Ipuaçu, no Terminal de Bom Despacho (Itaparica), retornaram após 30 minutos de viagem. Segundo um dos passageiros, o professor Ermeval da Hora, um marinheiro avisou que o ferry havia quebrado.
Sem manutenção, fica difícil manter os navios navegando. A TWB parece se preocupar exclusivamente com o dinheiro que fatura na Boa Terra. Gastar alguma coisa, nunca.
O ferry "Juracy Magalhães", por exemplo, completou um ano abandonado no Terminal de Bom Despacho. Ele está encostado em outro - o "Rio Paraguaçu". Foi assim que o "Gal Costa" foi vendido como ferro velho.
Aliás, o dinheiro que a Têdabliubê está gastando com a publicidade horrorosa "Agora Vai", devia investir nos ferries e nos terminais.
A imagem que o Terminal de Bom Despacho passa para os turistas, por exemplo, é chocante. A Agerba deixou há muito de fiscalizar a TWB, que joga soltinha e faz o que quer na Bahia.
Não foi bem recebida pela população do Nordeste de Amaralina a proposta do secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, de implantar no bairro, dentro de um ano, a primeira Unidade de Polícia Pacificadora de Salvador, semelhante às UPPs instaladas em favelas do Rio de Janeiro.
"Políticas públicas para incluir e promover socialmente os moradores, que deveriam ser prioritárias, não acontecem", protesta Cristiano Santos, que há 20 anos atua como liderança comunitária no Nordeste, depois de ter participado ativamente do movimento estudantil.
Ele pede a revitalização do projeto "Viva Nordeste", do governo Paulo Souto, hoje restrito às funções de um Centro Social Urbano.
O projeto dava apoio financeiro às atividades dos moradores, assessoria para solução de problemas técnicos, parcerias com entidades públicas e privadas e ainda promovia atividades de capacitação da juventude para o trabalho.
"Os R$ 3 milhões que foram investidos no último ano, 2006, hoje estão diluídos em projetos por toda a cidade, sem representar solução para nenhum deles", afirma Cristiano.(Por Escrito)
Otto Alencar garante que não é candidato a nenhum cargo em 2012 e que também não se preocupa com o que vai acontecer em 2014. Para migrar para o PDT, ele diz que teria que combinar com Jaques Wagner.
Está mais que confirmado agora: o vice-governador Otto Alencar, atual secretário de Infraestrutura, foi barrado pelo próprio partido, o PP, que não queria que ele fosse o escolhido por Wagner para a Seinfra. O presidente da legenda na Bahia, o ministro das Cidades Mário Negromonte, trabalhava para que o governador mantivesse na Seinfra Wilson Brito. O ministro não conseguiu dobrar Wagner, que deu o cargo a Otto.
''O que houve foi que o comando do PP vetou meu nome para eu vir para aqui para a Seinfra, mas o governador me indicou para a secretaria pela cota dele, e isso não implica que venha tomar qualquer atitude que não seja a de fazer - quero ressaltar bem isso - o programa de governo do governador Jaques Wagner, que é para atender a população da Bahia'', desabafou Otto, em uma longa entrevista à Tribuna da Bahia.
Cheio de mágoas, o vice-governador falou mais:
"A direção do PP, não sei por que, teve a ideia de vetar meu nome, mas isso é coisa que não fica nenhum ressentimento, nenhuma mágoa, e eu não costumo discutir essas coisas de partido pela imprensa. Chegará o momento que, dentro do PP, vai ser discutido isso. Eu lamento é que várias reuniões do PP, da executiva, já foram feitas nesse período todo que estou no partido e eu nunca fui convidado para participar de nenhuma. Eu achava que eu, como membro do PP, não por ser vice-governador, porque eu tenho humildade suficiente para não colocar isso aqui, mas eu nunca fui convidado para participar de absolutamente nenhuma reunião''.
O vice-governador deixou claro qe não é identificado, pela cúpula do PP, como quadro do partido, mas negou que o partido já tivesse sinalizado a sua liberação para o PDT. "Eu não tomei essa iniciativa de migrar. Primeiro porque existe uma legislação que não permite a mudança de partido. Todos nós conhecemos e eu conheço profundamente a legislação. Mesmo havendo liberação, é um risco e eu não tomei essa iniciativa de fazer a migração, eu não tenho essa ansiedade, eu não sou candidato a nenhum cargo em 2012 e também não me preocupo com o que vai acontecer em 2014. Portanto, eu não tenho pressa de tomar essa decisão. Antes eu vou refletir e vou pedir opinião do governador Wagner porque minha posição de vice-governador é uma posição que tem que estar permanentemente alinhada com o que pensa o governador, para que nós possamos ter um exemplo de unidade nesse período de quatro anos''.
Político experiente e malandro (no bom sentido, claro), o deputado federal Marcos Medrado ficou com a pulga atrás da orelha ao ler e ouvir o áudio ao lado (clique no player), aqui no JORNAL DA MÍDIA, a notícia em que o secretário de Infra-Estrutura, Otto Alencar, tinha rasgado preciosos elogios ao diretor-executivo da Agerba (Agência de Regulação da Bahia).
O diretor da Agerba, Renato José, que como já é público faz uma gestão pífia à frente do órgão, é afilhado do deputado Medrado.
O deputado do PDT, depois que confirmou os elogios de Otto ao seu pupilo, usou uma expressão popular muito conhecida para demonstrar sua desconfiança:
- Debaixo desse angu tem carne. Tem muito jabá.
A desconfiança faz sentido. Otto Alencar deixou claro, em entrevista ao apresentador Armando Mariani, na Rádio Sociedade, que quer ter a Agerba sob o controle absoluto da Secretaria de Infraestrutura, pasta que dirige. Medrado não quer saber disso e não abre mão de nada na Agerba.
Por causa dos ''elogios'' de Otto ao diretor da Agerba é que Marcos Medrado teria dado um tempo nos entendimentos que vinha conduzindo visando a substituição de Renato José, que está incompatibilizado com os outros dois diretores da autarquia (Tiago Cavalcanti e Cásio Moreti) e que virou motivo de chacota entre os servidores da casa.
Enquanto Medrado ficou cabreiro com Otto, o seu afilhado vive contando vantagem depois dos ''elogios'' que recebeu do secretário da Seinfra, principalmente quando Otto se referiu ao seu ''belo'' currículo.
Quinta feira, dia 3 de fevereiro, o governador Jaques Wagner sai do Ecoresort Tivoli Praia do Forte, após uma palestra para os presidentes de empresas de Previdência Privada e de Seguros, diretamente para o aeroporto. Seu destino é a França, mas a comitiva que o acompanhará na viagem ainda não está definida.
O governador da Bahia, Jacques Wagner (PT), não consegue digerir o plano de Lula, de fazer o presidente da Petrobras, Sergio Gabrieli, seu sucessor. Wagner tem outros nomes no seu coração. (Coluna de Cláudio Humberto)
Continua atraindo a expectativa geral o desfecho que terá o "diálogo" entre o governo e o PDT. A informação é de que, ao conversar com o governador Jaques Wagner por delegação da direção regional, o presidente nacional, ministro Carlos Lupi, disse que "o partido não abriria mão" de duas secretarias, tendo o governador lhe pedido "um tempo" para solucionar a questão.
Nos meios pedetistas, foi tomada como "missa encomendada" matéria publicada quinta-feira na imprensa dando conta de que Wagner não considerou aceitáveis os nomes indicados para a Secretaria da Indústria e Comércio. "Não foi levado nome nenhum", disse a fonte, criticando ainda o fato de ter sido atribuída a Lupi a ideia de incluir a presidência da Assembleia no espaço do partido.
Inicialmente propenso a acomodar a situação, o ministro teria se sensibilizado pela "unidade" que constatou no partido, coisa que "nunca tinha visto" na seção baiana. Informa-se que no diálogo que teve com o Lupi ao passar-lhe a responsabilidade da negociação, o presidente Alexandre Brust foi instado a "não esticar a corda", respondendo que não poderia fazê-lo sozinho. "Tem alguém do outro lado puxando também", teria dito. (Por Escrito)
A direção petista entregou ao Planalto a sua lista de prioridades para o segundo escalão.
São eles: Cláudio Vignatti (SC), candidato derrotado ao Senado, para a presidência da Eletrosul; Zeca do PT, candidato derrotado ao governo (MS), para a diretoria de Administração de Itaipu; Rodrigo Soares (PB), candidato a vice-governador derrotado, para uma diretoria da Sudene; e Paulo Rocha (PA), candidato ao Senado impugnado pela lei da Ficha Limpa, para uma diretoria da Eletronorte.
A cúpula peemedebista também informou à presidente Dilma quais os quadros do partido que estão na primeira fila para integrar o governo.
Os preferenciais são: Geddel Vieira Lima (BA), que teve um milhão de votos para o governo, para a presidência da Chesf, da BR Distribuidora ou da CBTU; José Maranhão (PB), candidato derrotado ao governo, para a vice-presidência de Loterias da CEF; Orlando Pessutti (PR), ex-governador, para uma diretoria de Itaipu ou do BRDE; e o deputado Rocha Loures (PR), sem destino definido.
O PMDB, no caso de espaços ocupados por aliados, quer um acordo para a troca de guarda. (Ilimar Franco, de O Globo)
Muito interessante a análise feita pelo cientista político Paulo Fábio Dantas, na edição desta quarta-feira do jornal A TARDE, quando ele considera que, em termos de Bahia, o poder de influência do atual governador Jaques Wagner (PT) é equivalente ao que possuía, na década de 90, o falecido senador Antonio Carlos Magalhães.
A tese do cientista é a seguinte: “É uma prova de que o método autocrático e a finalidade hegemônica pode produzir poder tanto quanto o estilo negociador e conciliador”, obviamente sendo do velho cacique ACM o método autocrático e de Wagner o estilo “negociador e conciliador”.
E, para não deixar dúvidas quanto ao que pensa de cada lado da questão, Paulo Fábio conclui: “É surpreendente o grau de concentração de poder (de Wagner) se se considerar o estilo político dele, de negociação como método e conciliação como fim. O estilo de ACM era vertical e autocrático. Diferentes caminhos políticos estão levando à mesma realidade de poder concentrado”.
Concordo com a semelhança e até fiz um post, recentemente, lembrando como a atual situação das bancadas de oposição e do governo na Assembleia Legislativa me fizeram lembrar de quando comecei a fazer reportagem política.
Não quero aqui entrar em polêmica com Paulo Fábio (a quem conheço desde os tempos em que ele era do Partidão e se elegeu vereador de Salvador), mas creio que ele esquece de mostrar o que realmente importa neste processo de aglutinação de forças: o poder que tem o Diário Oficial. Ou alguém duvida que o esvaziamento do chamado “grupo carlista” começou a partir do momento em que ACM perdeu o controle sobre o DO da União, com a eleição de Lula e a ascensão de adversários locais no plano nacional, como foi o caso do próprio Wagner e de Geddel Vieira Lima? E que as adesões ao governo estadual se deram pelo doce apelo do poder?
É evidente que o governador tem o mérito de, em vez de partir para massacrar antigos adversários ter feito esforços para atraí-los mesmo contrariando, às vezes, os seus aliados da primeira hora. Mas creio que não dá para duvidar da importância que a alteração no equilíbrio da balança nacional teve para a retumbante vitória de Wagner em 2006, haja vista a quantidade de prefeitos do PFL e de outros partidos da base “carlista” que, entre 2003 e 2006 ingressaram em legendas aliadas do governo federal (o exemplo maior é o do PMDB, que elegeu 24 prefeitos em 2000, caiu para 14 e chegou a 2006 com 120).
Então, em vez de polemizar, só quero concordar com o cientista, acrescentando, porém, que da forma como ainda se comportam os nossos políticos pouco importa o estilo de quem está no poder, desde que ele saiba usar bem a chave que dá acesso às páginas mágicas do Diário Oficial. E, pelo que vejo, esta é uma tendência que ainda vai durar muito.(Blog Política e Cidadania)
A cerimônia de transmissão do cargo de secretário do Planejamento do Estado da Bahia ser´realizada às 10 horas da próxima sexta-feira (4) , no auditório da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem). Na ocasião, Zezéu Ribeiro vai assumir a pasta em substituição a Antônio Alberto Valença. O nome de Zezéu para a Secretaria do Planejamento (Seplan) foi anunciado no último dia 18, mas a titularidade da pasta será assumida após o mesmo se licenciar da Câmara dos Deputados.
Zezéu Ribeiro é arquiteto e urbanista, deputado federal, e vinha atuando como membro titular da Comissão de Desenvolvimento Urbano, da qual foi presidente em 2003. Na sua atuação parlamentar, ele também se destacou como coordenador da bancada do Nordeste na Câmara dos Deputados.
Mesmo com o sistema de hora marcada e a ampliação para 11 postos em Salvador, as filas nos SACs continuam imensas. Obras em andamento e até a falta de água em banheiros aumentam o desconforto. "Cheguei às 7h e só fui atendida de tarde no Comércio. Não pude trabalhar e tive prejuízo", diz a ambulante Rosa Maria, 38.
Os postos do Comércio e do Shopping Iguatemi são os mais procurados, mas a quantidade de senhas não é suficiente. No Comércio, por exemplo, há 420 por dia só para emissão de RG, mas quem quiser ser atendido tem que chegar uma hora antes do início da distribuição, às 5h da manhã.
A Secretaria de Administração diz que é comum o aumento de 30% na demanda nesta época do ano. Outro fator que colabora para a lentidão do atendimento nos SACs é a reforma do posto da Boca do Rio, fechado desde junho de 2010, com reabertura prevista para março.(Massa!)
Cena bizarra e uma tremenda barbeiragem da Justiça baiana. Assassino confesso, Rogério Mendes da Silva, 19 anos, saiu tranquilamente pela porta da frente do Fórum Rui Barbosa, no Campo da Pólvora, quando aguardava uma audiência que foi adiada. O absurdo é que havia um mandado de prisão contra ele em aberto.
Quer dizer, o rapaz era um foragido e estava ali, sentadinho, só faltando as algemas. Agora a polícia não sabe onde ele está. O rapaz não é pouco bandido, não.
Em maio de 2010, Rogério matou Michele Gabriela da Silva Chaves, 14 anos, que namorava com ele. Ele deu dez facadas na garota porque ela tinha terminado o namoro. A audiência foi adiada porque a juíza Rosana Passos faltou.
O fora só foi descoberto quando o advogado do Centro de Defesa da Criança, Maurício Freire, entrou no cartório da vara criminal onde aconteceria a audiência e, conversando com uma funcionária, soube que o rapaz tinha mandado e prisão preventiva em aberto.
“Isso é um absurdo”, bradou o advogado, que se juntou a outros funcionários do Cedeca para procurar o foragido. A audiência foi remarcada. Resta agora esperar que Rogério apareça. Mas dá para duvidar.(Massa!)
O presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), parte para o terceiro mandato à frente da Casa e até hoje o Tribunal de Contas do Estado (TCE) não julgou a prestação de contas de nenhum ano da sua gestão, mesmo tendo sido detectadas irregularidades. O primeiro processo, relativo a 2007, está em tramitação desde 2008.
A demora deve-se a uma confusão na escolha do relator das contas, à lentidão comum a trabalhos de auditoria e a problemas na prestação de contas da Assembleia.
As contas de 2007, primeiro ano de gestão de Nilo, chegaram em abril de 2008 ao TCE e, após sorteio, foram entregues à relatoria do conselheiro Antônio Honorato Neto. Como o processo está em andamento, o TCE não se pronuncia nem pode dar acesso aos documentos.
A reportagem apurou que o trabalho de auditoria sobre as contas de 2007 levou mais de um ano e, após ser concluído o primeiro relatório, a auditoria teve que ser reaberta. O motivo, de acordo com fontes do tribunal, é que a Assembleia Legislativa não teria prestado inicialmente todas as informações, por isso foi necessário novo trabalho de análise. Foram encontradas irregularidades nesse primeiro ano de gestão de Nilo, algumas até classificadas como “graves” por fontes ouvidas pela reportagem, mas que não foram divulgadas porque o processo ainda não se concluiu.
A tramitação das contas de 2008 passa por uma novela ainda maior. As contas foram protocoladas no tribunal em janeiro de 2009 e sorteadas ao relator Antônio Honorato. Porém, uma discussão que os conselheiros haviam tido pouco tempo antes no plenário levou ao entendimento de que o relator das contas do Legislativo deve ser o mesmo relator das contas do Executivo. Com esse entendimento, Honorato encaminhou as contas em maio de 2009 para o conselheiro Pedro Lino, que estava relatando o Executivo. Lino declinou a relatoria em novembro daquele ano e o processo acabou submetido à assessoria jurídica da Casa.
Pedido de vistas - Em março de 2010, a equipe jurídica chega a um entendimento e devolve a relatoria a Pedro Lino. De acordo com a presidência do TCE, o processo estava pronto para ser julgado em plenário no final do ano passado, mas acabou suspenso por um pedido de vistas feito pelo conselheiro França Teixeira – manobra legal que permite a um magistrado ter mais tempo para analisar alguma questão e tirar dúvidas. Por causa desse pedido, as contas de 2008 estão paradas.
As contas de 2009 da Assembleia chegaram ao TCE em fevereiro e ainda estão em fase de instrução, sem relatório da equipe de auditoria. O relator é o conselheiro Manoel Castro. Já as contas de 2010 devem ser encaminhadas ao tribunal nos próximos dias.
A presidente do TCE, Ridalva Figueiredo, não quis comentar a demora nos julgamentos. Argumenta que o andamento do processo é da responsabilidade de cada relator.(A Tarde)
O deputado ACM Neto (BA), que disputa a liderança do DEM na Câmara, é acusado no próprio partido a utilizar os métodos que fizeram seu avô, o falecido Antônio Carlos Magalhães, ganhar a reputação e o apelido de “Toninho Malvadeza”. Adversário de Eduardo Sciarra (PR) na briga pela liderança, ele é acusado de estimular o ressurgimento de denúncias contra deputados do DEM baiano que não o apóiam.
Fundo do baú - Os deputado Fernando Torres (BA) se queixa de estar sob ameaça de retomada de velhas acusações contra ele, na mídia baiana.
Retaliações - Outro deputado, Cláudio Cajado, cuja mulher é prefeita de Dias D’Ávila, também reclama de retaliações por não declarar voto em ACM Neto.
Desafio - ACM Neto nega, indignado, suposta perseguição a adversários baianos no próprio DEM. E desafia os anunciantes a provarem a acusação. (Coluna de Cláudio Humberto)
O "Esuqadrão Carlista", como está sendo chamado a nova equipe da Secretaria de Infraestrtura, comandado por Otto Alencar, chegou com força total ao Derba (Departamento de Infraestrutura Rodoviária da Bahia).
A edição deste sábado (29) do Diário Oficial do Estado está recheada de portarias demitindo e nomeando ocupantes de cargos de comissão.
Na próxima edição do DO, aguarda-se pelo menos mais 15 exonerações.
O diretor Geral do Derba, Saulo Pontes (ex-Denit) é um velho conhecidos dos servidores do Derba.
Marcos Medrado parece que está de novo "deprê" com a atuação pífia de Renato José na Agerba
Ao ser questionado se o "Esquadrão Carlista'' também iria atuar na Agerba (Agência de Regulação da Bahia), com mudanças nos cargos comissionados, o deputado federal Marcos Medrado foi curto e grosso:
- Lá na Agerba não. Lá quem nomeia somos nós e em hipótese alguma vamos aceitar interferência - sustentou.
Portanto, Dr. Otto Alencar, o "esquadrão" da Agerba é de Medrado, que detém a maioria dos cargos comissionados da casa.
Ou seja, no terreiro da Agerba quem canta de galo é Marcos Medrado. E ponto final.
É o deputado do PDT quem escolhe, por exemplo, o diretor-executivo, hoje Renato José.
Aliás, comenta-se que Medrado segue sendo pressionado para tirar Renato José da Agerba e colocá-lo em outro posto, dentro ou até mesmo fora da agência.
Sem entender absolutamente nada de agência de regulação, Renato comete erros sucessivos e até amadores. O último foi ter anunciado que "um grupo de trabalho" da Agerba já estaria atuando no regulamento do transporte hidroviário.
Tudo conversa fiada, tudo lorota.
Em ampla matéria, o JORNAL DA MÍDIA acabou com a farsa (leia matéria mais abaixo). Ontem tinha gente na equipe de assessores do governador Jaques Wagner devorando as unhas. De ódio.
"Quando não é a TWB é a Agerba que complica. Assim fica difícil".
Marcos Medrado não está satisfeito com as falhas e gafes do seu afilhado. Toda as vezes que é provocado, pensa o que vai dizer ao sogro do rapaz.
Renato, o diretor-executivo da Agerba, é genro do dono da rede de delicatessem Albani, com lojas na Pituba e Barra, um velho amigo de Medrado.
A TWB, concessionária ''fiscalizada'' pela Agerba por quem Renato nutre uma verdadeira adoração, já teria oferecido um lugar em sua equipe para o atual diretor-executivo da Agerba. Ficou mais fácil para Medrado, agora.
Diante das informações de que o ex-ministro Geddel Vieira Lima poderia assumir a presidência da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), vinculada ao Ministério das Cidades, o presidente do PMDB da Bahia, Lúcio Vieira Lima, negou que isso pudesse vir a acontecer. Segundo Lúcio, o momento para o ex-ministro é de “tocar a vida” e resolver seu lado empresarial.
“Se formos recapitular, Geddel já foi cotado para a Infraero, para o Dnit, para Embratur e agora para a CBTU. Todos esses boatos, sem dúvida, é fruto do reconhecimento de um trabalho. Ficamos felizes, mas tudo não passa de especulações”, destacou.
Lúcio Vieira Lima assegurou ainda que neste momento Geddel, apesar das lembranças em torno do seu nome, não está interessado em ocupar nenhum cargo, mas sim continuar militando em prol da Bahia. “Muitos esquecem que para se fazer política não é preciso ter um cargo. A atual meta de Geddel é continuar militando em encontros com prefeitos, viajando para encontrar as bases por todo estado, mas tudo isso porque ele é um ser político e prioriza o seu estado”.(Raio Laser)
O governador Jaques Wagner (PT) garante que o contigenciamento que fará no orçamento de 2011, estimado em R$ 26,6 bilhões, não comprometerá o salário do funcionalismo, que deverá ter um reajuste linear de 5,93%. O índice corresponde à inflação acumulada no ano passado e será proposto na mensagem a ser encaminhada à Assembleia Legislativa, com data retroativa a janeiro.
Apesar de ter começado o seu segundo governo “apertado”, o governador disse que não pretende cortar custeio. “A gente procura fazer custeio bom, que é o pagamento de médico, enfermeira, remédio...Para dar o reajuste linear integral da inflação tenho que fazer um belo esforço, porém, entendo que o funcionalismo merece, porque o salário, na verdade, não está crescendo; estamos repondo perdas”.
O mais impressiona nos números crescentes da violência na Bahia, publicados nesta terça-feira pelo jornal A TARDE, é que nosso Estado está na contramão da história em relação às unidades da Federação que lideravam os casos de homicídio ou seja, Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco. Segundo os dados oficiais, enquanto a Bahia registrou um aumento de 50, 72% nos últimos quatro anos, naqueles três estados o mesmo índice teve uma queda média de 25%.
A Secretaria de Segurança Pública e o governador Jaques Wagner (PT) tem insistido em atribuir o aumento da violência ao tráfico de drogas, especialmente ao “crack”. Não duvido que isto seja verdadeiro, mas o que será que paulistas, cariocas e pernambucanos têm feito de diferente dos baianos nestes últimos quatro anos? Não seria o caso de procurarmos saber o que as autoridades daqueles Estados fizeram para conseguir a redução dos homicídios enquanto na Bahia amargamos uma clara derrota para a onda de crimes?
Espero que o novo secretário de Segurança Pública descubra o caminho das pedras (sem trocadilho com o “crack”, embora também valha como opção) nesta história de combate ao tráfico de drogas e promova políticas capazes de dar mais segurança às famílias baianas e reduza a angústia que significa sair às ruas das grandes cidades, especialmente em Salvador.
Como contribuição, lembro aqui o que já disse neste espaço: não creio que nenhuma política de segurança pública seja eficiente se não estiver acompanhada de ações estratégicas nas áreas de inteligência, social e educacional.(Blog Política e Cidadania)
A mudança do secretário da Cultura foi um gesto de boa vontade do governador Jaques Wagner, mas parece que alguns segmentos partem para criar com o novo titular, Albino Rubim, o mesmo clima de instabilidade que atravessou a gestão de Márcio Meirelles.
A cultura baiana não acabou nos quatro anos de Meirelles, cujo desempenho deve ter agradado ao governador, do contrário não o conservaria tanto tempo. Rubim é petista de formação, amigo do ex-secretário, e embora conteste a influência que teria tido na gestão chega para preservar realizações e ampliá-las com sua visão.
Em entrevista acidamente criticada pela oposição, assegurou a continuidade da interiorização das ações da secretaria e definiu muito bem o papel da política na cultura, considerando que investimentos são uma opção. Sua análise sobre esse tema permite concluir que Rubim não vê o Estado como empresário de setores que não se sustentam com seu trabalho.
Talvez por isso tenha sido desencavado esse documento do Conselho de Cultura quando presidido pelo atual secretário, em que é atacada a decisão do governo de demolir a Fonte Nova. Uma monumental perda de tempo, porque Wagner não demitirá um secretário somente por ter uma opinião diferente da dele. (Por Escrito)
Não é esse fato político que estão tentando pintar a vitória do prefeito Luiz Caetano para a presidência da União dos Municípios da Bahia (UPB), com o envolvimento do governador Jaques Wagner após duas derrotas de petistas - a de Carlos Brasileiro, em 2007, para Orlando Santiago (DEM), e a do próprio Caetano para Roberto Maia (PMDB) em 2009.
Comenta-se até que, eleito em chapa única, o prefeito de Camaçari posiciona-se para a corrida sucessória de 2014, como se a UPB tivesse, nos moldes em que funciona historicamente, alguma influência de verdade nos destinos do Estado ou mesmo dos municípios que diz representar.
A entidade, com sede própria no Centro Administrativo e custosa estrutura sustentada pelos contribuintes, é mais um escritório de prestação de serviços e informação, promovendo eventuais debates e protestos que não dão em nada, além de, certamente, propiciar mordomias e quejandos a seus aplicados administradores.
Nada muda nas contas das prefeituras - Teve sua razão o governador quando resistiu, em embates anteriores, a meter-se nesse arranca-rabo. A UPB não é capaz nem de orientar prefeitos sobre a legislação contábil, o que seria uma contribuição efetiva para evitar que, todo ano, o TCM rejeite ou ponha ressalvas em contas de dezenas, até centenas de prefeituras.
Entretanto, o prefeito Caetano tem suficiente experiência administrativa e respaldo político para movimentar-se e inovar na gestão, mas limitado aos recursos da entidade e à ajuda que os municípios possam dar. Apoios mais vultosos para sua projeção dependerão do duro jogo político destes quatro anos. (Por Escrito)
Nem bem o ano começou e a chefe da Casa Civil do governo, Eva Chiavon, poderá ter que enfrentar novas turbulências decorrentes de ações nada lisonjeiras praticadas pelo empresário que aboletou num dos setores mais estratégicos de sua pasta. O rapaz, que não se emenda, andou mexendo com quem não devia e, o que é pior, deixando as digitais.(Raio Laser)
O governador Jaques Wagner (PT) já afirmou em entrevista que não afastará nenhum assessor por causa de notas na imprensa. Wagner sabe que este tipo de pressão, se ocorrer sem motivo aparente, não funciona mesmo. O problema é que as trapalhadas do novo secretário de Cultura, Albino Rubim, já estão irritando o governador e vários petistas que foram contrários à indicação do novo comandante da Cultura para secretário.
Depois de afirmar que Salvador deve se virar sozinha com sua cultura, esquecendo-se da sua responsabilidade com a capital, um documento assinado por ele, quando foi presidente do Conselho Estadual de Cultura, atacando o governo de Wagner por causa da demolição da Fonte Nova, surge em meio a um tiroteio da oposição contra a sua indicação.(Correio, coluna de Emmerson)
A agência de regulação não tem nenhum estudo sobre o transporte hidroviário da Bahia para nortear a construção do regulamento do setor. Mas seu diretor-executivo mente ao garantir que "um grupo de trabalho'' fantasma já atua na elaboração do documento.
A Agerba (Agência de Regulação da Bahia) armou uma grande farsa no sentido de confundir a opinião pública, enganar setores do governo e favorecer a interesses de terceiros, sobre o regulamento do transporte hidroviário da Bahia, cuja lei foi sancionada dia 4 de janeiro pelo governador Jaques Wagner. Antes de o governador assinar a lei, o projeto foi aprovado dia 16 de dezembro de 2010 sem sequer ser discutido ou votado pela Assembleia Legislativa da Bahia. Foi aprovado no meio de um "pacote", no final de ano, sem que ninguém atentasse para o assunto: muitos deputados da base governistas passaram batidos e os da oposição sequer leram alguma coisa sobre o projeto de lei do transporte hidroviário.
A notícia mentirosa do "grupo de trabalho" do transporte hidroviário da Agerba está no site oficial da agência.
Aproveitando-se da situação, o diretor executivo da Agerba, Renato José, logo se apressou em anunciar que tinha criado um "grupo de trabalho" para se dedicar integralmente ao regulamento do transporte hidroviário. Foi mais além: no site oficial da autarquia, garantiu que o tal "grupo de trabalho" já tinha tido sua primeira reunião, dia 21 de janeiro. O press release fajuto da agência foi divulgado por alguns veículos de comunicação menos preocupados com o teor real do seu conteúdo. E foi distribuído, sem o cuidado devido, até pela Agecom (Assessoria Geral de Comunicação do Governo do Estado). E mais: até o deputado estadual Zé Neto (PT) acreditou e publicou o absurdo em seu site oficial.
Renato José é o mesmo que já deu 50% de reajuste para as tarifas da TWB. É o mesmo que tentou fechar a travessia de lanchas entre Salvador e Mar Grande e é o mesmo que queria transferir para a concessionária do ferry boat o Terminal Náutico da Bahia. E mais: queria até conceder por conta própria uma linha de ônibus para a TWB explorar na Ilha de Itaparica. Um verdadeiro escândalo!
Mentir, inventar e anunciar medidas sem consultar o governo são uma tônica da atual direção da Agerba, comandada pelo deputado federal Marcos Medrado (PDT). Na Agerba não existe, e nenhum ''grupo de trabalho'' foi criado, ainda, para elaborar o regulamento do hidroviário. O que tem atualmente na autarquia, na verdade, são duas pessoas, ocupantes de cargo comissionados, ambas ''gestoras'' do contrato de concessão da TWB, que não entendem absolutamente nada de transporte hidroviário, respondendo pelo "grupo de trabalho" que o desastrado diretor da Agerba disse ter criado.
Se o diretor Renato José está mais uma vez pretendendo favorecer a TWB, que favoreça. Nada vai surpreender, absolutamente nada, já que é público dentro da autarquia que quem na prática dita as ordens na Agerba hoje são os donos da TWB .
Para a formação de um "grupo de trabalho" especial visando a construção de um regulamento para o setor hidroviário ou outro qualquer da área de transportes, a direção da Agerba teria que fazê-lo através de Portaria da Diretoria, aprovada em reunião do Colegiado, publicada no Diário Oficial do Estado, com a indicação dos membros e a especialização de cada um deles. Renato José não fez nada disso, mas teve a preocupação de mandar sua Assessoria de Comunicação, que como ele também é desprovida de qualquer conhecimento sobre o funcionamento de uma agência de regulação, distribuir uma nota mentirosa para a imprensa sobre o ''trabalho'' que já estaria sendo desenvolvido visando a regulação do transporte hidroviário.
Mais grave que isso: o diretor-executivo da Agerba ainda envolve o nome da Capitania dos Portos nessa jogada ridícula e suja. Mais uma vez, aliás, esse rapaz que não tem nenhuma responsabilidade e que é absolutamente incapaz, joga a Capitania, um órgão da gloriosa Marinha do Brasil, respeitado, no meio de uma sujeira que ele quer aprontar para favorecer a interesses próprios ou, quem sabe, a de seu grupo político, mas sempre em benefício da concessionária TWB. Não é a primeira investida que ele faz no mesmo sentido, na mesma direção.
O governador Jaques Wagner precisa realmente ter alguém em seu governo que esteja atento às maluquices que esse rapaz da Agerba vive a aprontar. Há duas semanas, ele disse que iria fechar o transporte da travessia de lanchas entre Salvador e Mar Grande, um velho sonho da sulista TWB, que quer e utiliza de todos os meios para afastar os operadores baianos do sistema, tomar a travessia e prejudicar a população, como já faz com o sistema ferry boat há seis anos.
Renato José disse que, para fechar as lanchas de Mar Grande, já contava, inclusive, com o apoio da Capitania dos Portos e da Polícia Militar. Sequer previu as consequências que a medida poderia representar para os usuários e para o próprio governo Jaques Wagner. Ainda bem que o juiz Ruy Eduardo Almeida Brito veio de público confessar que o diretor da Agerba tinha entendido tudo errado e que ele, o juiz, não havia pedido a interdição das lanchas coisa nenhuma. A Capitania dos Portos também se posicionou contra, mas o rapaz da Agerba não tem jeito e continua aprontando.
Isso tudo para não se falar do aumento estúpido de 50% para as tarifas do sistema ferry boat, que ele, o mandatário da Agerba, queria presentear a concessionária TWB. O aumento foi abortado pelo governo, mas Deus sabe lá como. Seria um verdadeiro escândalo, que chegou a ser praticado por um dia, mas que graças também às denúncias da imprensa, não vigorou. A espertíssima TWB, de péssimos serviços prestados aos baianos, teve que devolver o dinheiro que queria levar do povo por conta de um benefício que recebera da Agerba.
Quando soube da formação do tal "Grupo de Trabalho" para criar o regulamento do transporte hidroviário da Bahia, o JORNAL DA MÍDIA, dentro da responsabilidade que sempre marcou a formação de seus profissionais, enviou um solicitação ao diretor-executivo da Agerba (leia matéria mais abaixo), com perguntas sobre a constituição legal do ''grupo'', a data de publicação no Diário Oficial da portaria, sobre os preparativos da Agerba para lançar os editais de licitação, as pesquisas envolvendo a quantidade de linhas marítimas existentes na Bahia, entre outras perguntas.
Sabíamos que estávamos perdendo o nosso tempo, porque o diretor da Agerba não possui a menor condição de responder a nenhuma pergunta técnica que envolva qualquer assunto da agência de regulação - que já foi uma referência nacional por sua organização, pela sua estrutura e pelo excelente corpo técnico que possuía, mas que hoje é o retrato fiel de um órgão desmantelado pela irresponsabilidade política de alguns aventureiros que estão sob o seu comando. O seu "assessor de comunicação", depois de procurado pelo JORNAL DA MÍDIA por telefone, disse apenas:
"O questionário com as perguntas já foi entregue ao Dr. Renato. Mas, entenda, ele anda muito ocupado e não vai ser possível responder agora", disse o assessor. Ficamos a imaginar aqui, caros leitores, que tipo de "ocupação" seria essa do Dr. Renato do seu Chico. Quem sabe lá, poderia ser alguma sister do Big Brother Brasil 11 que estivesse ocupando tanto a cabeça do diretor-executivo da agência de regulação. Tudo é possível, caros leitores. Tudo é possível.
O governador Jaques Wagner tem que dar um basta em tudo isso. Aliás, já era para ter dado há muito tempo O governador está sendo omisso diante de uma situação que maculou os primeiros quatro anos de seu governo e que vem se agravando dia após dia. A Agerba não pode ser um cabide de emprego, não pode ser um balcão de negócios. Precisa ser dirigida profissionalmente e por gente realmente capacitada. A Agerba precisa voltar a funcionar como um instrumento de política do Estado e não do governo. Precisa voltar a desempenhar o seu papel de órgão realmente regulador e fiscalizador, defendendo sempre os interesses do Estado e do cidadão -- e não interesses de pessoas inescrupulosas que possam favorecer a grupos empresariais do setor de transportes para se locupletarem.
Salvador - Com o objetivo de informar à opinião pública sobre o que realmente é o Regulamento do Transporte Hidroviário da Bahia, o JORNAL DA MÍDIA encaminhou para o diretor-executivo da Agerba, Renato José Andrade, 13 perguntas sobre como seria a atuação do "Grupo de Trabalho" responsável pela construção do documento que ditará as normas do transporte marítimo. Esse grupo, conforme o próprio Andrade anunciou, já ''estava trabalhando'' na elaboração do documento.
As perguntas do JM foram encaminhadas com cópia para os outros dois diretores da Agerba: Cássio Moreti (Qualidade e Serviços) e Tiago Cavalcanti (Pesquisas e Tarifas). O JM acionou duas vezes a Assessoria de Comunicação da Agerba pedindo a colaboração para que as respostas fossem encaminhadas. A Ascom/Agerba, no último contato feito por telefone, ontem ao final da tarde, explicou apenas que o diretor da Agerba estava de posse do questionário, mas que por estar "muito ocupado" não poderia responder as questões.
Normalmente em uma instituição, quem levanta dados e quem responde questões solicitadas pelos veículos de comunicação é a própria Assessoria de Comunicação. De antemão o JM já sabia que o diretor-executivo da Agerba não possui conhecimentos sobre o funcionamento da autarquia para responder a coisa nenhuma. Mas é estranho -- e causa espanto também -- que um profissional de imprensa não saiba dar conta às demandas de sua área. Fazer press release "chapa branca" contando lorotas é muito fácil e serve para enganar a setores menos cuidadosos da mídia. Agora... trabalhar mesmo, dizer a verdade com transparência, não é a especialidade desse pessoal da Agerba. É preciso ter mais cuidado e mais respeito da próxima vez com a profissão. Até mesmo o jornalismo oficial, o "chapa branca", exige dedicação e respeito. E um pouquinho de competência. Pelo menos um pouquinho.
Confira as perguntas do JORNAL DA MÍDIA não respondidas pelo diretor-executivo da Agerba.
De: JORNAL DA MÍDIA
Para: Renato Andrade Diretor-Executivo da Agerba
Com cópia para os Diretores Tiago Cavalcanti e Cássio Moreti
Ref.: GRUPO DE TRABALHO DO TRANSPORTE HIDROVIÁRIO
Em relação à matéria divulgada pela AGERBA dando conta que "um GRUPO DE TRABALHO" já está trabalhando na construção do regulamento do Transporte Hidroviário da Bahia, o JORNAL DA MÍDIA está preparando uma matéria especial sobre o tema, que será divulgada nesta sexta-feira, dia 28.
Diante disso, gostaríamos de contar com as seguintes respostas da AGERBA:
1. Quando o ''GRUPO DE TRABALHO'' da Agerba foi criado?
2. Supondo-se que um ''GRUPO DE TRABALHO'' deve envolver vários técnicos da AGERBA, gostaríamos de saber quando e onde foi publicada a PORTARIA criando esse GRUPO DE TRABALHO? Quais as pessoas que integram?
3. Normalmente a construção de um regulamento envolve a tarefa de se levantar subsídios dos setores envolvidos, no caso aqui o transporte hidroviário. Isto aconteceu, por exemplo, com o regulamento do transporte complementar da AGERBA, quando a agência realizou diversas audiências públicas na capital e no interior para construir o regulamento do setor. Gostaríamos de saber se a AGERBA vai consultar os setores envolvidos, como operadores, a comunidade de Vera Cruz, a Prefeitura de Vera Cruz, o Ministério Público, as prefeituras de Valença e Camamu. A AGERBA vai consultar esses setores dessa vez?
4. Existem engenheiros de transporte ou consultores em engenharia de transporte fazendo parte do citado ''GRUPO DE TRABALHO'' anunciado pela AGERBA para o regulamento do transporte hidroviário?
5. Depois que o "GRUPO DE TRABALHO" da AGERBA concluir o documento, o REGULAMENTO será levado a audiência pública?
6. A Diretoria de Pesquisas da AGERBA já fez estudo de comportamento de demanda das linhas existentes na Bahia no transporte hidroviário?
7. Quantas linhas ou travessias com viabilidades econômica-financeira para serem outorgadas como concessão ou permissão existem?
8. A AGERBA possui levantamentos dessas linhas ou travessias?
9. Já existem Termos de Referências para as linhas e travessias que podem ser licitadas?
10 . A Diretoria de Qualidade e Serviços, que é responsável pela política de transportes da AGERBA, tem alguma participação - tipo coordenação - desse ''GRUPO DE TRABALHO'' do hidroviário?
11. O JORNAL DA MÍDIA tem recebido inúmeras informações de que nesse ''GRUPO DE TRABALHO'' tem uma ou duas pessoas ligadas à TWB. A AGERBA se posiciona como?
12. A AGERBA disse também através de um release que a SEINFRA está envolvida no GRUPO DE TRABALHO. Quem são e quantos são os técnicos da SEINFRA?
13. Quando realmente a AGERBA pretende deslanchar o processo de licitação das linhas?
Contamos com as respostas da AGERBA para que a matéria que estamos produzindo não seja publicada sem a participação da agência de regulação, que é o principal órgão do ESTADO envolvido com a questão.
Passadas a disputa na UPB e a arrumação do secretariado, que tem ainda como incógnita o espaço que será ocupado pelo PDT, o cenário político se volta agora para a Assembleia Legislativa.
Depois de enfrentar com resistência o projeto de reeleição do deputado Marcelo Nilo (PDT) à presidência da Casa, a bancada do PT entrou ontem em consenso e acordou o fechamento de uma chapa única tendo o pedetista como candidato. Ao lado dos demais parlamentares, Nilo formaliza a composição que o levará à recondução do comando do Legislativo pelo terceiro mandato.
O lançamento ocorrerá às 12h, no restaurante Baby Beef. Entretanto, apesar da definição, a briga agora será pelas vagas da Mesa Diretora. Alguns partidos que não entravam na conjuntura devem formar blocos para pleitearem uma fatia do bolo.
“Conversamos muito e houve um acordo geral em torno da chapa”, disse Marcelo Nilo. Na costura de adesões, ficou decidido que a 1ª vice-presidência deve ficar em poder do PMDB. O deputado Leur Lomanto Jr., atual líder do partido, foi sacramentado como o nome da bancada. A 2ª vice-presidência ficará com o PP, com grandes chances de permanecer na vaga o deputado Aderbal Caldas.
A 3ª vice pertencerá à aliança PTN-PSC. Nos bastidores consta que Carlos Ubaldino (PSC) é o indicado pelo partido, mas a tendência é que a primeira-dama do município, deputada Maria Luiza, aceite o desafio de integrar a Mesa Diretora da Assembleia.
O PT, que até ontem protagonizava o impasse da chapa única, vai ficar com a 1ª secretaria. É citado como possível indicado ao cargo o deputado J. Carlos. A 2 ª secretaria fica com o DEM, que deverá indicar o deputado Paulo Azi. Já a 3 ª secretaria deve parar nas mãos do PCdoB e 4 ª com o PRB/PSL/PTdoB.
No entanto, conversas de bastidores apontam previsões de disputa por espaços na Mesa. Primeiro partido a formalizar o apoio a Nilo, o PCdoB assegurou seu lugar, mas pode pretender uma fatia maior. Agora, a legenda será representada por três deputados. Entretanto, segundo ele, o partido tem trabalhado para formar um bloco com o PSB e o PRB ou PRP, com o intuito de reforçar “o direito de capacitação na Mesa.
Há um consenso entre a maioria no sentindo de termos espaço”. O comunista enfatizou a importância da Mesa como “mais um espaço de se fazer política”. Outros partidos pretendem pleitear mais influência nas questões da Casa. Deputados do PRP, PSDB e PTdoB já se articularam e devem formalizar hoje o novo bloco. O grupo será composto de seis deputados. Segundo Marcelo Nilo, o cálculo é aritmético, ou seja, “dentro da proporcionalidade, para não haver privilégios entre os partidos”.(Lilian Machado, Tribuna da Bahia)
O vereador Everaldo Bispo (PMDB) foi assaltado por dois homens na entrada da Câmara Municipal de Salvador, na tarde desta quinta-feira, 27, segundo informa o site do A Tarde Online. Bispo havia acabado de sacar R$ 1.700 em uma agência do banco Santander, que fica em frente à casa legislativa e próxima à prefeitura.
Logo após atravessar a rua, Bispo foi abordado por dois criminosos. Ele foi empurrado por um dos assaltantes, enquanto o outro roubou o dinheiro do seu bolso. O vereador estava acompanhado por uma assessora, Lucinete da Silva, que afirma não ter visto policiamento na área no momento do crime. "Gritamos por ajuda. O vereador chegou a dizer 'pega ladrão', mas apenas um guarda municipal estava perto. Depois, dois policiais militares apareceram, mas as buscas pelos bandidos só começaram 30 minutos depois'', contou.
O vereador e a assessora não ficaram feridos. Ela afirma que, aparentemente, os assaltantes estavam desarmados. Apesar de bastante abalado, Everaldo Bispo deu continuidade as atividades previstas na agenda e participou de uma reunião do partido durante a tarde.
As vítimas não prestaram queixa em nenhuma delegacia, mas, segundo a assessora do vereador, a Polícia Militar prometeu apurar o episódio, inclusive a suposta ausência de policiamento na região.
Os jogadores do time sub-18 do Esporte Clube Bahia, vice-campeões da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2011, serão homenageados pelo governo baiano. A equipe todinha de tricolores do governo estará presente: governador Jaques Wagner, o chefe de gabinete do governador, Fernando Schmidt; o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esportes, Nilton Vasconcelos; a presidente das Voluntárias Sociais e primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, e o superintendente de Desportos do Estado da Bahia, Raimundo Nonato Tavares (Bobô).
Os quatro novos secretários anunciados esta semana assinam, nesta sexta-feira (28), às 10h30, na sala de reunião da Governadoria (CAB), o termo de posse na presença do governador Jaques Wagner. São eles: Almiro Sena, da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos; Carlos Brasileiro, de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza; Carlos Costa, da Indústria Naval e Portuária, e Wilson Brito, que deixou a pasta da Infraestrutura para assumir a de Desenvolvimento e Integração Regional.
Hoje a TWB transporta menos passageiros e veículos no ferry boat se comparado com o ano de 1988 (Governo Waldir Pires), quando o sistema era operado pela estatal Companhia de Navegação Bahiana. É mentira, portanto, quando se tenta atribuir a crise eterna da TWB a um "aumento de demanda". Até o novo secretário de Infraestrutura, Otto Alencar, já engoliu esta lorota.
O ferry boat da TWB continua de mal a pior. Hoje, só três navios em tráfego. A concessionária, cheia de padrinhos na Seinfra (Secretaria de Infraestrutura) e um monte deles na Agerba (Agência de Regulação da Bahia), parece que está pirraçando os baianos.
E maltratando os turistas que se aventuram a chegar a Salvador pelo mar.
Nem há 15 anos atrás o ferry boat operava no verão com apenas três embarcações.
É o fim da picada.
E o secretário de Infraestrutura, Otto Alencar, ainda vai na onda da têdabluibê, na mentirada.
Em sua primeira entrevista depois que se tornou secretário do governo Wagner, Otto chegou a dizer que parte dos problemas do ferry é causado pelo aumento da demanda.
Secretário, já dissemos aqui: a Seinfra é uma fraqueza só em termos de ferryboat. Os relatórios dos técnicos são todos baseados no que a TWB diz. Não existe estatística.
A demanda do ferryboat, Dr. Otto Alencar, caiu e caiu muito.
Em 1988, a antiga Companhia de Navegação Bahiana que o seu ex-companheiro Paulo Souto doou ao pessol do Sul Maravilha (Comab, Kaimi e no último ano dele no governo à TWB), chegou a transportar 5,5 milhões de passageiros e 1,2 milhão de veículos.
A população de Salvador devia ser a metade de hoje.
Como é que a TWB transporta hoje pouco mais de 700 mil veículos e o secretário Otto Alencar fala em "aumento de demanda"?
É querer tapar o sol com peneira. Se precisar de números, Dr. Otto, nós temos.
O radialista Ivan Carlos de Oliveira Silva, conhecido como Ivan Carlos, continua pres, na Delegacia de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (DREOF), na Baixa do Fiscal, acusado de tentar extorquir o diretor da Rádio Salvador, Diogo Medrado, filho do deputado federal Marcos Medrado, segundo informa o jornal A Tarde.
Ivan Carlos foi preso em flagrante na noite desta quarta-feira, 26, no Aeroclube, onde marcou com Diogo Medrado para receber o pagamento da extorsão. Diogo Medrado denunciou o fato para a polícia e armou um flagrante para o radialista ser preso.
O radialista cobrava R$ 150 mil mais um carro no valor de R$ 70 mil para não divulgar gravações de funcionários da rádio criticando a empresa. De acordo com policiais, esses depoimentos foram gravados sem autorização dos empregados.
O advogado do radialista argumenta que Ivan Carlos cobrava da rádio o valor referente à sua rescisão por ter sido demitido da empresa há um mês, que não teria sido paga. Policiais informaram que há e-mails indicando a extorsão e o fato do radialista estar no Aeroclube onde aconteceria o suposto pagamento, configura extorsão.
Caetano Veloso não gosta do projeto de construção de ferrovia desembocando entre Ilheus e Itacare. “Saber que se vai mexer no que o cacau ajudou a preservar a varde Mata Atlantica no Sul da Bahia é sempre doloroso para mim”, escreveu domingo, num artigo em grande jornal baiano. Curiosidade :na edição distribuida pela região afetada, o pensamento de “Cae” sobre o assunto desapareceu misteriosamente.
Para variar, acabou sem uma decisão, há poucos minutos, a reunião da bancada do PT para tratar da sucessão na Assembleia Legislativa. O encontro, que teve a presença do presidente regional, Jonas Paulo, realizou-se na sala da liderança da maioria, e foi tão fechado que até o acesso à ante-sala estava bloqueado.
Por Escrito teve a informação de que o líder Paulo Rangel e o presidente Jonas receberam delegação para conversar ainda hoje com o secretário de Relações Institucionais, Cezar Lisboa, e em seguida iriam ao deputado Marcelo Nilo.
A impressão é de que vão cobrar do presidente o compromisso de apoiar a tramitação de uma emenda constitucional que proíba a reeleição na mesma legislatura ou, no mínimo, a promessa de que não tentará o quarto mandato em 2013.
Quanto à emenda, Nilo já afirmou que não concorda, embora vá cumprir o dever regimental de fazê-la tramitar caso seja apresentada dentro dos requisitos legais. O presidente não estava na Assembleia e não pôde ser ouvido com relação ao quarto mandato.
Zé Neto saiu desanimado e não quis falar - O primeiro a deixar a sala foi o deputado Zé Neto, opositor do apoio a Nilo, que não quis fazer declarações, resumindo-se a dizer que Rangel e Jonas falariam. Mostrava, no entanto, semblante desanimado, de alguém cuja posição não foi vitoriosa.
Rangel e Jonas não confirmaram o roteiro que lhes foi atribuído. O deputado disse que teria informações "dentro de uma hora". Jonas, adepto das frases da sabedoria popular, alegou para seu silêncio o fato de que "a fruta só dá no tempo".
Insistentemente questionado enquanto esperava a saída de Rangel para, segundo ele, darem "uma passada na eleição da UPB", Jonas Paulo revelou que "hoje será batido o martelo, mas sem estresse". Sobre o placar de uma presumível votação dos deputados, disse que "na bancada não tem placar, é 14 a zero para qualquer posição". (Por Escrito)
O primeiro secretário da Assembleia Legislativa, deputado Roberto Carlos (PDT), disse hoje que, mesmo diante de um acordo praticamente selado para eleição da Mesa Diretora, irá disputar novamente o cargo, dia 2 de fevereiro, possivelmente contra um representante do PT a ser indicado na negociação conduzida pelo presidente Marcelo Nilo.
Indagado se retiraria seu nome a pedido de Nilo, que é seu companheiro de partido, respondeu negativamente. "Estou atendendo ao apelo de colegas que pedem minha continuidade na primeira secretaria porque consideram que minha gestão teve transparência e democracia, além de valorizar os parlamentares", explicou.
Na verdade, essa questão do acordo é algo para se ver. É insinuado da parte de Nilo, do PT e do governo, mas não é anunciando formalmente, com a participação os 14 deputados estaduais. A bancada está reunida neste momento na Assembleia, podendo sair, enfim, uma decisão.(Por Escrito)
Os constantes assaltos às agências do Banco do Brasil - que tem a bilionária conta de depósitos e pagamentos da administração estadual - chegaram ao ponto de preocupar o Superintendente Regional de Varejo, Edson Pascoal Cardoso. Ele bateu nas portas da Governadoria para acordar a segurança exigida pela sociedade. Principalmente para os funcionários públicos e contratados que recebem seus salários no BB.(Bahia Negócios)
Os pedetistas marcham hoje para uma reunião com o ministro Carlos Lupi (Trabalho), presidente nacional do PDT, em Brasília, completamente descrentes de que ele tenha algum tipo de influência sobre a montagem do secretariado do governador Jaques Wagner, que anunciou ontem mais seis nomes da equipe que vai assessorá-lo, mantendo, entre eles, o secretário James Correia na Indústria e Comércio, cargo que era abertamente cobiçado pelos pedetistas, depois que perderam a possibilidade de fazer o secretário de Justiça. Hoje, a dúvida é saber como os pedetistas vão se comportar diante da decisão do Executivo.(Tribuna da Bahia)