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As atividades da Agerba foram para a cucuia
• Por Redação do Jornal da MídiaSexta-feira, 30/04/2010 - 10:50
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Nelson Hübner, diretor-geral da Aneel: "A Agerba não pode ser um departamento do governo"
O diretor-geral da Aneel, Nelson Hübner, reafirmou a necessidade de adequações da Agerba à realidade das agências nacionais de regulação.

“Se a agência (estadual) ficar como um departamento do governo, não funciona”, afirmou.

Segundo ele, é de fundamental importância que os mandatos da diretoria da Agerba sejam independentes politicamente.

“Não dá pra ficar trocando de dirigente de acordo com os mandatos de governo”, sustentou. Além disso, Hübner destacou a necessidade de um quadro de técnicos concursados, e não indicados.

Não precisa dizer mais nada. Na verdade, transformaram a Agerba em um cabide de emprego familiar. As atividades da agência estadual, que já foi uma referência nacional, foram para a cucuia. Hoje na autarquia do Governo do Estado só se respira política. Aliás, politicagem!

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A Agerba está estraçalhada. De quem é a culpa?
• Por Redação do Jornal da MídiaSexta-feira, 30/04/2010 - 07:00
Samuel Celestino diz que tudo na Agerba é político. Clique no player e ouça.
Que encrenca esta coisa da rescisão do convênio Aneel-Agerba. Que encrenca mesmo! A Aneel culpou o governo Wagner, o governo diz que a agência encerrou o convênio de forma unilateral...a Aneel lembra que os cargos da Agerba são de políticos, que os diretores da agência não têm mandato... que a Agerba não tem autonomia... E por aí vai.

Vem Geddel Vieira Lima e joga lenha na fogueira acusando o governo de ter negligenciado...

A verdade é que a Agerba, atualmente comandada pelo deputado federal Marcos Medrado (PDT) é hoje o retrato de uma instituição estraçalhada. E, de uns meses para cá, a coisa degringolou de vez. Dizem que o clima por lá é o pior possível.

Em Brasília, comenta-se que o deputado João Leão (PP), que foi até dia 30 de março secretário de Infraestrtura, pasta à qual a Agerba é subordinada, sempre repete a mesma frase quando perguntado sobre o que está acontecendo hoje na agência:

"Eu já sabia!"

Leão já sabia que tudo isso que enfrenta hoje a Agerba iria acontecer. Quando secretário, o parlamentar não era comunicado de nada que era decidido na Agerba. Tudo era feito exclusivamente por Marcos Medrado, ''acionista majoritário'' e controlador da autarquia. E ponto final.

O comentarista político Samuel Celestino lembrou ontem, na rádio Tudo FM, ao citar a politicagem na Agerba, aquela entrevista horrorosa do ''diretor-executivo'' da agência, Renato José.

"A entrevista dele em seu programa (de Daniela Prata, na TV Itapoan) foi parar no Youtube. O cara não sabia nada de nada", comentou. Ouça o comentário de Celestino sobre a Agerba no player acima.

Quer assistir ao vídeo do YouTube? Então confira abaixo!

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Geddel detona Wagner por fim do convênio Aneel-Agerba
Sexta-feira, 30/04/2010 - 01:01
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Geddel alfineta: "Esse tipo de gestão descuidada, de descaso com os direitos da população foi a razão do PMDB deixar o governo Wagner”.
“Dois anos depois, o governo continua de braços cruzados e a Bahia é hoje o único estado do Brasil que não fiscaliza os serviços de energia elétrica, deixando a população à mercê dos interesses de uma empresa privada que visa ao lucro”.

A afirmação foi feita pelo ex-ministro da Integração Nacional e pré-candidado do PMDB a governador da Bahia, Geddel Vieira Lima, ao comentar sobre a rescisão do convênio entre a Aneel (Agência Nacional de Energia Elética) e a Agerba, autarquia da Secretaria de Infraestrutura, que foi comandada por Antonio Carlos Batista Neves enquanto o PMDB de Geddel fazia parte do governo Wagner.

"Esse tipo de gestão descuidada, de descaso com os direitos da população foi a razão do PMDB deixar o governo Wagner”, alfinetou Geddel.

O convênio que a Aneel mantinha até junho de 2008 com a Agerba dava poderes para a agência baiana fiscalizar a Coelb, concessionária de energia elétrica da Bahia, que tem 4,8 milhões de consumidores. Com o encerramento do contrato, a Coelba passou a jogar solto e seus clientes ficaram totalmente desprotegidos.

Geddel sustentou que desde 2008, quando participava do governo do estado, o PMDB baiano tomou as providências necessárias no sentido de evitar os aumentos abusivos nas contas de luz da Coelba, que estão acontecendo hoje.

A Seinfra (Secretaria de Infraestrutura), responsável pela área de energia elétrica, elaborou um projeto de lei regulamentando a fiscalização da Coelba e avisou a Casa Civil do governo da necessidade de encaminhá-lo para aprovação da Assembléia Legislativa, ''o que não foi feito até agora", disse o ex-ministro.

Geddel disse mais:

“Tentamos evitar esse prejuízo e essa dor de cabeça para os baianos. Era uma espécie de crônica da morte anunciada, que qualquer gestor antenado e responsável poderia prever. Fizemos os comunicados, elaboramos o projeto de lei, tudo dentro do prazo. Mas, ficou por isso mesmo, o projeto até hoje não foi enviado”.

Nota da Redação: No fechamento das atividades desta quinta-feira, a 00:46 de hoje, dia 30, JORNAL DA MÍDIA foi informado através de uma fonte do PMDB que Geddel poderá divulgar em breve informações sobre um assunto não menos polêmico envolvendo uma outra concessionária de serviço público concedido. Vamos aguardar. O JM está na cola.

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Nota da Aneel critica o despreparo da Agerba e culpa o governo pelo fim do convênio
• Por Redação do Jornal da MídiaQuinta-feira, 29/04/2010 - 11:33
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A nota da Aneel sobre a polêmica da rescisão do contrato com a Agerba e a situação atual da agência da Bahia é esclarecedora. A Aneel só reforça o que o JORNAL DA MÍDIA já publicou sobre o caso.
A nota Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgada hoje, só reforça o que o JORNAL DA MÍDIA já publicou sobre a gravíssima situação da Agerba (Agência de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia).

A Agerba, que já foi uma referência nacional e detinha o status de ser uma das poucas do país capacitada para regular e fiscalizar o setor de energia elétrica, entrou literalmente em parafuso em consequência da ingerência política. A situação se agravou - interna e externamente - desde que o grupo do deputado Marcos Medrado (PDT) assumiu o controle da agência estadual, em setembro de 2009. A Aneel cita, por exemplo, o caso da saída de Antonio Lomanto Netto da Agerba por questão política.

Mas, confiram trechos da nota da Aneel e depois comparem com algumas matérias publicadas pelo JORNAL DA MÍDIA (Os links estão ao final desta matéria):

"O órgão estadual (a Agerba) é composto por uma equipe formada basicamente por servidores comissionados, ou seja, indicações políticas e não técnicas, o que comprometeria a eficiência e a confiabilidade dos serviços de fiscalização, principalmente por causa da alta rotatividade".

"...A Aneel entende que o sistema de captação de mão-de-obra é inadequado, pois a cada mudança na diretoria, como a saída do ex-gestor Antonio Lomanto Netto, face o rompimento do PMDB com o PT na Bahia, ou troca de governo, a maioria dos funcionários é substituída..."

"... Assim, a Aneel solicitou ao governo que servidores públicos fossem contratados, o que obrigaria o Estado a realizar concurso público. Como as exigências não foram cumpridas, o convênio foi cancelado e somente poderá ser restabelecido com as adequações. Por enquanto, a Aneel só tem feito as auditorias anuais na Coelba – a última foi realizada em outubro de 2009 – e em casos emergenciais poderá fazer as fiscalizações com membros do seu próprio quadro. A agência, de acordo com a sua lei de criação, não pode manter escritórios regionais.."

• Confira nos links abaixo as matérias

• Agerba: ingerência política fez agência perder convênio com a Aneel

• O aumento abusivo da Coelba e a destruição da Agerba

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Batista Neves garante que Eva Chiavon sabia de tudo
Quinta-feira, 29/04/2010 - 08:54
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Batista Neves foi secretário de Infraestrutura do governo Wagner de janeiro de 2007 a setembro de 2009.
Salvador - O ex-secretário de Infraestrutura do Estado, Antonio Carlos Batista Neves, divulgou cópia de um ofício que ele encaminhou à chefe da Casa Civil do governo da Bahia, Eva Chiavon, em que comunica a rescisão do convênio da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e a Agerba e faz exigências para reativá-lo. A decisão da Aneel, segundo Batista Neves, também já tinha sido informada anteriormente através de ofício da própria agência nacional ao governador Jaques Wagner.

A rescisão do convênio tirou da Agerba poderes para fiscalizar a concessionária Coelba, envolvida agora em um mar de denúncias de aumento abusivo praticado contra 4,8 milhões de consumidores. O motivo que levou a Aneel a encerrar o convênio foi a falta de atendimento, pela Agerba, de um requisito básico praticado pelas agências de regulação, que é o o estabelecimento de mandatos para seus dirigentes. O convênio tinha valor de R$ 15 milhões.

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Eva Chiavon, secretária da Casa Civil de Wagner, recebeu o ofício da Seinfra assinado por Batista Neves em em 16 de julho de 2008.
O ofício de Batista Neves encaminhado a Eva Chiavon, com data de 16 de julho de 2008, comunica à chefe da Casa Civil a rescisão do convênio Aneel-Agerba ocorrido em 16/06/2008.

Em uma das cláusulas do convênio, a Aneel tinha estabelecido a obrigatoriedade de mandatos para os dirigentes da Agerba. Este ítem foi colocado no projeto de reestruturação da Agerba construído entre o segundo semestre de 2007 o o primeiro semestre de 2008. Pelo teor do ofício de Batista Neves a Eva Chiavon, o projeto já estava na Casa Civil para análise e posterior envio para votação na Assembléia Legislativa.

"Solicito a V. Excia. gestões visando a aprovação pela Assembléia Legislativa do Projeto de Lei que foi encaminhado a esta Casa Civil em 9 de junho de 2008", diz um dos tópicos do ofício do ex-secretário Batista Neves a Chiavon.

O JORNAL DA MÍDIA foi o único veículo de comunicação na época a divulgar a decisão da Aneel de suspender o convênio com a Agerba. Depois, em seguidas matérias publicadas, o JM alertava o governo que o assunto era preocupante, já que o fim do contrato deixava os 4,8 milhões de consumidores de energia da Bahia totalmente desprotegidos, devido a falta de fiscalização à concessionária Coelba.

O tempo passou e agora, com este tiroteio envolvendo a Coelba e a prática de um aumento abusivo, que virou assunto nacional, volta a se questionar a falta do projeto de reestruturação da Agerba, que, segundo o JM foi informado, continua na Casa Civil. Ou seja, não foi ainda para a apreciação da Assembléia Legislativa.

O JM vai tentar ouvir a Casa Civil sobre o assunto.

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Na Bahia, sem-terra com apoio governamental
Quinta-feira, 29/04/2010 - 08:52
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Os sem-terra acampados na área da Secretaria de Agricultura, no Centro Administrativo da Bahia.(Foto Reprodução/Correio).
Com apoio logístico do governo baiano, cerca de 5 mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra continuavam acampados ontem na área de estacionamento da Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), aguardando as negociações, em Brasília, entre a coordenação do MST e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. O MST baiano cobra pressa na reforma agrária e melhor infraestrutura nos assentamentos.

Os sem-terra ocuparam a parte externa do prédio da Seagri anteontem, após uma marcha de 108 quilômetros da cidade de Feira de Santana à capital baiana, na programação do Abril Vermelho. A direção da Seagri mandou instalar sanitários químicos e colocou um carro-pipa na área do acampamento do MST para servir aos invasores. A secretaria não considera que tenha havido ocupação do local. Alegando que o movimento é pacífico e que os manifestantes não pretendem entrar nas dependências do prédio.
(Informações de O Globo)

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O aumento abusivo da Coelba e a destruição da Agerba
• Por Redação do Jornal da MídiaQuarta-feira, 28/04/2010 - 09:18
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Hoje a principal atividade da Agerba é fingir que combate o transporte clandestino. Os clandestinos também fingem que acreditam. A agência estadual perdeu credibilidade no mercado de regulação e junto à opinião pública. Ninguém atentou: deixaram transformar a Agerba em um balcão de negócios e de emprego familiar.
O aumento abusivo de energia elétrica praticado pela Coelba contra 4,8 milhões de consumidores baianos serviu também para chamar a atenção do governo para um gravíssimo problema. A concessionária não pode continuar jogando solto, sem nenhuma fiscalização no Estado. A Aneel, que encerrou há dois anos um convênio que tinha com a Agerba, tem que assumir a responsabilidade e deslocar equipes para Salvador para acompanhar a situação, que é simplesmente vergonhosa.

Na mídia, as críticas à concessionária são pesadas e justas. E o JORNAL DA MÍDIA, no meio a este tiroteio todo, sente aquela pontinha de orgulho por estar servindo de fonte de informação quando o assunto é o mercado de regulação e quando a pergunta acontece: "Por que a Agerba deixou de fiscalizar a Coelba?".

Um artigo publicado aqui no JM em setembro de 2009, que tem como título Agerba: ingerência política fez agência perder convênio com a Aneel., está sendo consultado constantemente pelas redações dos jornais. Esse artigo conta com detalhes como foi que a Agerba se degradou e deixou de ter autonomia.

Na época, o JM alertou o governador Jaques Wagner para a necessidade de se escolher nomes para a direção da Agerba da área de regulação e não do cartel político.

Hoje a situação da agência baiana, que já foi referência nacional no mercado de regulação, é a pior possível. Uma fonte da Aneel disse ao JM que não existe mais a menor possibilidade de a agência nacional reativar o convênio com a Agerba. A agência estadual perdeu credibilidade e se desgastou mais ainda desde que o grupo do deputado Marcos Medrado (PDT) assumiu o seu comando.

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A Aneel vai esperar a criação de uma nova agência na Bahia, que cuidadará, segundo fontes seguríssimas, exclusivamente de energia elétrica.

Agência de regulação é coisa séria. Não é balcão de emprego político nem balcão de negócios de linhas de ônibus nem de linhas do transporte hidroviário. Não é também o local mais adequado para se tratar de liberação de dinheiro para compra de navio. É uma distorção sem precedentes o papel que a Agerba tem atualmente.

É uma pena também que o governo do Estado não tenha atentado, como devia, para a importância de uma agência de regulação de serviços para a sociedade. A Agerba foi retalhada, arrasada na Bahia e junto ao mercado das agências de regulação do país.

É um pena, Wagner!

PS: É importante a leitura do artigo Agerba: ingerência política fez agência perder convênio. Ele continua muito atual. Clique AQUI.

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Marília Gabriela fica retada com Aleluia
Quarta-feira, 28/04/2010 - 08:12
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Marília Gabriela sobre artigo falso publicado no site de José Carlos Aleluia: "É uma sacanagem''.
A jornalista Marília Gabriela foi alvo de uma bala perdida no tiroteio eleitoral da internet. Ontem, o site do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) atribuiu falsamente a ela um artigo com ataques à pré-candidata do PT a presidente, Dilma Rousseff, segundo informa a Folha de S. Paulo.

O episódio irritou a apresentadora, que acionou seu advogado para retirar o texto do ar. "É uma sacanagem. Eu vivo de entrevistas, não cometeria essa estupidez", protestou, em depoimento ao site "Terra Magazine".

Após a revelação da fraude, Aleluia, que apoia a candidatura presidencial de José Serra (PSDB), determinou que o texto fosse apagado. Alegou ter sido induzido a erro por um assessor, que teria encontrado o artigo na internet: "Também fomos vítimas. Não apoio a divulgação de fraudes e vírus".

O texto falsamente atribuído a Marília Gabriela reproduz em parte coluna de Danuza Leão publicada na Folha em agosto de 2009. Outro trecho, com elogios a Serra, foi acrescentado pelo autor da fraude virtual.

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Bacelar culpa Conder por problema no Mercado de Nazaré
Terça-feira, 27/04/2010 - 21:16
O deputado estadual João Carlos Bacelar (PTN) disse hoje que o problema que ocorre com o mercado municipal de Nazaré das Farinhas, no recôncavo, foi gerado por administrações passadas e pela Conder que não consegue firmar convênio para recuperação local devida a inadimplência da prefeitura. “Responsabilizar a administração municipal atual pela situação em que se encontra o mercado municipal é uma leviandade”, disse Bacelar.

Ele disse que o prefeito Milton Rabelo de Almeida Junior tem adotado todas as providências necessárias para reverter a situação, mas tem encontrado dificuldades diante da situação deixada pelos ex-gestores que não cumpriram os compromissos firmados. “Eles é que devem responder por isso”, disse Bacelar.

A interdição da antiga Central de Abastecimento Narciso da Silva Pitanga – onde funciona há mais de 20 anos o mercado municipal, a feira livre e o mercado de peixe do município de Nazaré das Farinhas – foi pedida pela promotora Thelma Leal de Oliveira na última quinta-feira, 22, devido ao risco de desabamento e as precárias condições de higiene do espaço. Bacelar ressaltou hoje que interditar a feira livre é uma solução que gerará outro problema de ordem social e que precisa ser discutido amplamente com a comunidade. “Neste ponto é imprescindível informar que o município, até o momento, não recebeu qualquer documento oficial recomendando ou determinando a citada interdição”, disse o parlamentar com base nas informações prestadas pelo prefeito.

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César Borges diz que segurança pública da Bahia é 'caótica'
Terça-feira, 27/04/2010 - 20:22
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Para César Borges, o tema da segurança será uma questão central das próximas eleições.
O senador César Borges disse nesta terça-feira (27), em nota à imprensa, que a segurança pública na Bahia vive uma “situação caótica” e pediu providências do poder público para devolver a cidadania aos baianos. “As informações trazidas pelos jornais são alarmantes e não me deixam mentir”, afirmou. O senador leu notícias relatando assassinato de policial, tiros contra um jornalista, roubo de carro blindado do governador e assalto a dois restaurantes do bairro do Rio Vermelho. Segundo ele, no Blog de Noblat “já se fala no programa ‘bala para todos’, uma crítica ao fracasso da política de segurança pública na Bahia”.

Até mesmo agências bancárias estão sendo fechadas no interior da Bahia por falta de segurança, após seguidos assaltos em municípios de todos os tamanhos, segundo informou César Borges. O senador contou que, há pouco tempo, pediu a um superintendente do Banco do Brasil a reabertura da agência desse banco em Iguaí, no sudoeste baiano. “Ele me disse que, lamentavelmente, aquela agência já havia tido dois assaltos seguidos e que ele não poderia reabrir, sob a possibilidade de colocar em risco não só a agência e os seus funcionários, como a vida dos próprios clientes”, relatou.

“Ninguém está a salvo na Bahia”, segundo sentenciou o senador baiano, para quem o tema da segurança “será uma questão central das próximas eleições”. Em aparte, o senador Romeu Tuma (PTB-BA) foi mais incisivo: “Os governadores acham que segurança pública não traz votos, mas vão acabar perdendo a eleição pelo medo que a população está sentindo”. Ex-delegado da Polícia Federal, Tuma concordou sobre a falta de entrosamento entre as forças policiais, lembrando que há “uma dicotomia muito forte” entre as policiais, que impede a “convergência no trabalho que se tem para desenvolver”.

César Borges defendeu a decisão do jornalista e professor ferido em assalto na Pituba, de cobrar providências para garantir a sua cidadania. “Como diz o professor que foi atingido em um assalto, o professor Washington Souza Filho, ele não é um irresponsável para usar uma arma para tentar se proteger, porque não cabe a ele esse tipo de papel. Isso poderia colocar a sua vida em risco, mais ainda”, afirmou o senador. Segundo ele, neste mesmo momento, outros baianos têm o sentimento igual. “Ele diz exatamente que a cidadania está ameaçada porque não há segurança na Bahia”, afirmou.

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José Serra faz campanha em Alagoinhas
Terça-feira, 27/04/2010 - 16:08
O pré-candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS), desembarcou às 14h05 em Alagoinhas. Na chegada, o ex-governador de São Paulo declarou que, durante essa passagem pela Bahia, espera aprender bastante, ouvindo ideias de um povo, representado na figura de Paulo Souto, que tem muito a contribuir para o desenvolvimento do País . "A Bahia tem um papel extraordinariamente importante na economia, política e cultura nacionais", afirmou Serra.

Sobre o Bolsa-Família, garantiu fortalecer e ampliar o programa, transformando-o em um mecanismo mais aperfeiçoado para a promoção da melhoria da qualidade de vida das pessoas. Quando questionado sobre a desitência de Ciro Gomes (PSB-CE) à candidatura presidencial, Serra decidiu não se pronunciar, dizendo que "sapo de fora não chia".

O presidenciável foi recepcionado pelos presidentes estaduais do Democratas, Paulo Souto, e do PSDB, Antonio Imbassahy, pelo prefeito Paulo César Simões (PSDB). e pelos deputados federais Fábio Souto, ACM Neto e José Carlos Aleluia. Na comitiva, que segue para a sede administrativa municipal, estão presentes ainda o ex-governador Nilo Coelho, o vice-prefeito de Feira de Santana, Paulo Aquino, e o deputado estadual Paulo Azzi.

No momento em que a comitiva chegou na Praça da Bandeira, onde se situa a prefeitura, Paulo Souto foi saudado por uma mutidão. Muitos dos presentes pediam para tirar fotos ao lado do ex-governador.

Na prefeitura de Alagoinhas, José Serra se encontrou com lideranças políticas e seguiu numa caminhada até a Associação Comercial, onde se reuniu com diversas lideranças empresariais.

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Diretor da Agerba em Feira de Santana diz ser impossível combater o clandestino na região
• Por Redação do Jornal da MídiaTerça-feira, 27/04/2010 - 08:52
A Agerba conta com apenas 12 funcionários em Feira de Santana para ficalizar 77 municípios. Enquanto isso, o tráfico de influência continua rolando a todo vapor dentro da autarquia.


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Rosevaldo Ferreira, diretor da Agerba em Feira de Santana, dá entrevista e fala sobre a falta de pessoal para fiscalizar o transporte clandestino e sobre a realidade da agência. Confira os vídeos no final da matéria.
A Agerba (Agência de Regulação e Fiscalização de Transportes da Bahia) tem um efetivo de apenas 12 pessoas em Feira de Santana para atuar em 77 municípios da região no combate ao transporte clandestino. A afirmação foi feita pelo diretor da autarquia em Feira, Rosevaldo Ferreira, em entrevista à TV Subaé (confira os vídeos abaixo).

A agência deixou de fiscalizar o transporte clandestino em Feira de Santana há 3 meses. Os clandestinos atuam nas barbas da Agerba, na Rodoviária de Feira de Santana.

Rosevaldo defende a realização de concurso público visando reforçar o quadro de fiscais da Agerba, que para todo o Estado não passa de 54 pessoas. "Atualmente é humanamente impossível combater o clandestino", sustentou Rosevaldo.

As declarações do responsável pela Agerba em Feira de Santana só reforçam as colocações feitas pelo JORNAL DA MÍDIA publicadas aqui neste espaço há uma semana, com o título A Agerba de Marcos Medrado, o ''avião'' e a clandestinidade.

Desacreditada entre os funcionários, a diretoria de Marcos Medrado na Agerba não tem a menor condição para implantar qualquer coisa na autarquia. Virou até motivo de gozação entre os servidores quando uma "nova norma" ou uma "comissão" para fazer coisa nenhuma é nomeada pela diretoria. O plano de combate ao transporte clandestino anunciado pelo diretor da Agerba, Renato José, é furado.
















Tráfico de influência rola solto na Agerba

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Medrado, o dono da Agerba, e o afilhado Renato José (acima): mudança de comissão do hidroviário é no mínimo suspeita. Será que eles esqueceram o que a "Operação Expresso" detectou nas escutas telefônicas?
Aliás, a Agerba já não tem estrtutura para fazer mais nada no atual governo. Na próxima gestão, quem sabe, é possível que o destino da agência seja definido com mais profissionalismo e não com igerência política. Pelo menos é o que se comenta na área governamental. O que se sabe é que na sede da autarquia a bagunça é generalizada, com afilhados políticos do deputado Marcos Medrado (PDT), sem qualquer qualificação, sendo nomeados para atividades em áreas importantes da agência.

E mais: os membros das comissões que cuidavam anteriormente da política de transporte intermunicipal ou do contrato de concessão da TWB foram sumariamente afastados. Agora, essas comissões passaram a ser compostas por quem ocupa cargos de confiança (indicação política de Marcos Medrado, Alcindo Anunciação e até Geddel Vieira Lima - acreditem!) e não mais por funcionários efetivos da Agerba.

O caso parece não ter muita importância, mas tem e muitíssima. Existe (existia, melhor) uma implicação muito grande: a "Operação Expresso" da Polícia Civil detectou através de grampo telefônico que um diretor da TWB, muito conhecido no meio lobista, tinha exigido da Agerba o afastamento de um servidor responsável pela gestão do contrato da concessionária. A conversa dele com um ex-diretor da Agerba foi grampeada na escuta telefônica da polícia.

Pela relação de nomes da nova comissão encaminhada ao JORNAL DA MÍDIA, o servidor que tinha a cabeça exigida pela TWB caiu fora da comissão da Agerba. Vamos conferir aqui e publicar outras informações mais adiante, inclusive reproduzindo a parte da matéria do jornal A Tarde mostrando o diálogo do grampo telefônico entre a TWB e a Agerba.

Pode ser mais um escândalo envolvendo a Agerba e a concessionária TWB, além daquele da venda de cinco carros do Estado na Ilha do Rato. Que tráfico de influência horroroso e vergonhoso não é? E ninguém toma uma providência.

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Heraldo Rocha classifica de 'mentirosa' declaração de Solla
Segunda-feira, 26/04/2010 - 18:29
O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Heraldo Rocha (DEM), disse nesta segunda (26) que não há qualquer surpresa nas declarações do secretário de Saúde, Jorge Solla, publicadas pelo jornal A Tarde.

"Surpresa seria se ele falasse a verdade pelo menos uma vez na vida, mas isso não é da natureza do secretário. Mais uma vez, Solla mentiu ao dizer que nos últimos 20 anos não foram feitos investimentos na rede hospitalar da RMS. E as maternidades de Cajazeiras e Pau Miúdo? E o Hospital Eládio Lasserre? E a ampliação do Hospital Roberto Santos? Não creio que Jorge Solla desconheça essas unidades e obras, ele apenas é adepto da teoria de Goebbels (ministro da propaganda de Hitler) e acredita que uma mentira repetida à exaustão pode virar verdade", declarou o parlamentar.

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Adivaldo Cidade é reeleito corregedor-geral do MP
Segunda-feira, 26/04/2010 - 18:16
O procurador de Justiça Adivaldo Cidade foi reeleito com 31 votos, na tarde de hoje, dia 26, para o cargo de corregedor-geral do Ministério Público do Estado da Bahia, biênio 2010/2012, o qual ele espera, “mais que nunca, desenvolver com a compreensão e ajuda dos colegas”. A eleição, presidida pelo procurador-geral de Justiça Wellington César Lima e Silva, é , segundo ele, “motivo de alegria, que reforça o compromisso com a democracia interna da Instituição, fortalecendo-a e beneficiando a sociedade”. Do total de 48 integrantes do Colégio de Procuradores, 44 participaram do pleito realizado por meio de escrutínio secreto e voto uninominal, 13 deles optando por votar na procuradora de Justiça Cleonice Lima.

Natural de Salvador, Adivaldo Cidade iniciou a carreira no Ministério Público em 1981, como promotor de Justiça em Oliveira dos Brejinhos. Atuou também em Santa Bárbara, Camacã, Juazeiro, Itaberaba, Ilhéus, Guanambi, até ser promovido para Salvador em 1992, tendo atuado nas Promotorias de Justiça de Assistência Judiciária e de Família.

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PT insiste no nome de Waldir Pires para o Senado
Segunda-feira, 26/04/2010 - 10:07
O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Vitória da Conquista, reunido no último sábado aprovou a "Carta de Conquista", na qual o conjunto da militância petista defende o nome do ex-governador Waldir Pires como candidato ao Senado Federal na vaga destinada ao PT na chapa majoritária encabeçada pelo governador Jaques Wagner.

O PT de Vitória da Conquista já havia defendido o nome do ex-governador Waldir Pires em reunião realizada no dia 7 de março, quando lideranças políticas, entre as quais o prefeito municipal Guilherme Menezes, apontaram para a importância desta candidatura como forma de restituir o mandato "roubado" em 1994, quando o mesmo foi vítima de uma fraude eleitoral.

Waldir Pires senador: A Bahia em defesa da ética e da justiça social

''Desde o Processo de Eleições Diretas/PED de 2007, os militantes petistas manifestaram sua crítica à forma como era conduzida a aliança com o PMDB, uma aliança que fortalecia a imagem de Geddel Vieira Lima, herdeiro das práticas carlistas de fazer política. O PT de Vitória da Conquista participou ativamente daquele debate, demonstrando sua posição crítica, e vemos, então, o resultado: Wagner tem Geddel como seu opositor ao governo do estado.

Nessas eleições de 2010, para a composição da chapa majoritária - governador e senadores - mais uma tática eleitoral dirigida pelos governistas do PT vai à bancarrota: a tentativa de que as duas vagas ao Senado fossem ocupadas por Otto Alencar e César Borges, históricos apoiadores do PFL, atual DEM. E César Borges, após muito assédio governista para compor "nossa" chapa majoritária, recentemente, declara sua aliança com o PMDB.

Muito antes, em 07 de março, Vitória da Conquista se antecipava a esse fato. Aproveitando o Ato em Homenagem a Waldir Pires, o Diretório Municipal reivindicava para o PT uma das vagas ao Senado, e apresentava o nome do ex-governador e senador eleito da Bahia como uma alternativa. Agora, o PT da Bahia volta a ter esperança de ocupar uma das vagas no Senado e garantir que parte significativa da população vote em alguém comprometido com o nosso projeto político, o projeto de distribuição de renda, conhecimento e oportunidades. Waldir Pires - que desde 1997 integra as fileiras do PT - foi eleito senador pela Bahia, em 1994, quando, numa fraude eleitoral já reconhecida pela história, teve seu mandato roubado.

Nossa defesa é de que a vaga que fica seja ocupada pelo PT e por Waldir Pires, ex-consultor-geral de João Goulart, deputado federal, ex-governador baiano, senador eleito, Ministro do Governo Lula, militante político dos "palácios" e das passeatas do povo nas ruas. Milhões de baianos tiveram (e têm) acesso ao nome Waldir Pires. Pessoas de todas as gerações - dos idosos aos jovens, moradores da capital e do interior, dos municípios maiores aos menores. Sua defesa é suprapartidária, é dos velhos emedebistas aos militantes do MST, é de todos aqueles que ainda creditam à política um espaço de ética, de democracia popular, justiça social, da política para melhorar a vida de quem mais precisa.

Temos no PT outras lideranças políticas que poderiam candidatar-se ao Senado. No entanto, queremos Waldir Pires para mostrar que a população baiana tem memória e poder para refazer uma história que nos envergonha. Queremos Waldir para encher de emoção a campanha de Wagner, pondo fim às lembranças de uma Bahia que era empobrecida para permitir o desmando de uns poucos. Queremos Waldir agora, porque só agora o tempo nos dá a oportunidade, e não há como garantir depois''.

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João Almeida diz que pressão do PT contra propaganda da Globo é absurda
Domingo, 25/04/2010 - 12:07
O líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida (BA), condenou a pressão exercida pelo PT para que a Rede Globo retirasse do ar a propaganda comemorativa dos seus 45 anos. Segundo o tucano, no conceito dos petistas Roberto Marinho fundou as Organizações Globo em 1965 sabendo que 45 anos depois haveria um partido político com o número 45 e um candidato que se chamaria José Serra. “Isso é demais da conta. A ideia do PT é absurda. Chega a ser hilário”, afirmou em plenário nesta terça-feira (20).

Para Almeida, o fato constrangeu de tal forma que a Rede Globo a emissora optou por retirar do ar sua propaganda de aniversário. Segundo o líder tucano, o ato mostra “desespero” do partido em relação às eleições. “Os petistas entendem que essa é uma propaganda para beneficiar o PSDB. Que absurdo, que loucura! A que ponto chegou essa gente! É impressionante!”, protestou, ao alertar para os absurdos que o PT pode ser capaz de fazer na campanha eleitoral.

O deputado afirmou que a atitude do PT exemplifica a posição do partido de censurar as empresas de comunicação, assim como fez ao lançar o Programa Nacional de Direitos Humanos no início do ano. “É o viés autoritário que conduz ao raciocínio absurdo em relação à suspensão da propaganda. Lamento tão esdrúxulo propósito”, criticou Almeida

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Wagner entrega mais 245 viaturas nesta segunda
Domingo, 25/04/2010 - 09:45
Visando otimizar as ações das Polícias Militar e Civil, na capital e interior da Bahia, o governador Jaques Wagner entrega, nesta segunda-feira (26), às 10h, na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP), no CAB, 245 viaturas blazer padronizadas. A Polícia Militar receberá 170 veículos e a Civil, 75. As blazers foram adquiridas mediante locação com manutenção.

Desde o início do atual governo, o total de foram adquiridas 1.120 viaturas, dentre elas motocicletas. Além das que serão entregues nesta segunda-feira, está prevista a chegada de outro lote de automóveis padronizados.

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Meningite faz 22ª vítima em Salvador
Sábado, 24/04/2010 - 12:01
O jovem Edenilson do Espírito Santo, de 21 anos, morreu na madrugada de ontem após ser internado no Hospital Jaar Andrade, em Cajazeiras.

Ele é a 22ª pessoa que morre de meningite C no Estado. De acordo com a emergência do Jaar Andrade, Edenilson Nunes foi internado à 0:55 e morreu às 3:25. Ele havia estado antes no hospital, onde foi medicado e voltou para casa. Mais tarde, no entanto, apresentou sintomas como febre, vômito e diarreia, sendo internado. O corpo foi enterrado na tarde de ontem, no Cemitério Bosque da Paz.

Na madrugada da última segunda-feira (19), um bebê de apenas 1 ano morreu também por meningite no Hospital Esaú Matos, em Vitória da Conquista.

Vacinação Segundo a Sesab, o cronograma de vacinação contra a meningite C entrará nas seguintes etapas: 4ª etapa (24 de abril a 7 de maio) – compreende a vacinação da população com mais de 60 anos com doenças crônicas e crianças com idade entre seis meses e menos de 2 anos de idade. 5ª Etapa (10 a 21 de maio) – vacinação da população adulta de 30 a 39 anos.
(Informações de A Tarde)

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Marcos Medrado isola e discrimina diretores da Agerba
• Por Redação do Jornal da MídiaSexta-feira, 23/04/2010 - 10:16
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O deputado federal Marcos Medrado (PDT), que controla atualmente a Agerba (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia), está mesmo disposto a isolar todas as ações de dois diretores da agência que não foram indicados por ele.

Gildásio Rocha, diretor de Qualidade e Serviços, indicado do deputado estadual Roberto Carlos (PDT), e Tiago Cavalcanti, diretor de Tarifas e Pesquisas Sócio-Econômicas, indicado do deputado federal Mário Negromonte (PP), estão sem vez e sem voz dentro da Agerba.

Isto ficou mais uma vez evidenciado ontem, quando foi anunciado um ''plano de combate ao transporte clandestino'', que a agência quer implantar.

O diretor-executivo da Agerba, Renato José, afilhado de Marcos Medrado, fez questão de demonstrar que quem vai comandar a operação é ele - ou melhor, o deputado Medrado. Aliás, um parêntese aqui: o rapaz voltou a tremer numa entrevista de apenas 15 segundos à TV Bahia.

Uma prova disso foi o release distribuído pela assessoria da Agerba para a imprensa sobre o evento. Os nomes de Gildásio Rocha e Tiago Cavalcanti sequer foram citados. No site da Agerba, o fato se repetiu e o JM fotografou a página para que não haja qualquer dúvida.

O fato, que a princípio parece ser uma briga interna entre Marcos Medrado, Negromonte e Roberto Carlos, pode ter outros desdobramentos mais adiante, pois é a diretoria de Gildásio Rocha (DQS) que é responsável por todas as ações da área de transporte da Agerba, principalmente as de fiscalização. É a DQS também quem cuida da implantação do Sistema de Transporte Complementar.

Bem ''orientado'' pelo padrinho Medrado, o diretor Renato José já começou a chamar os técnicos das áreas de transporte e de regulação da Agerba para ''conversas reservadas" tentando mostrar que agora quem manda é ele e não Gildásio - e muito menos Tiago. E quem "pisar na bola", quem não seguir as normas do "chefe", perde o cargo. O JM tem recebido várias denúncias sobre o assunto.

É este o ponto em que a Agerba chegou na "era Medrado". Se não bastasse o descrédito junto aos servidores da casa, junto às concessionárias e perante as agências de regulação do país, a diretoria do deputado-empresário não trabalha visando beneficiar o cidadão e usuários dos serviços públicos concedidos. Em ano eleitoral, tudo está sendo conduzido visando a politicagem condenável.

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Líder da oposição diz que o PT da Bahia censurou Lula
Quinta-feira, 22/04/2010 - 22:53
“O PT da Bahia conseguiu se superar. Desta vez censurou o presidente Lula” afirmou hoje (22) o líder da oposição na Assembléia, Heraldo Rocha, a respeito do pedido que fez o Partido dos Trabalhadores para retirar uma peça de propaganda política do Democratas.

O VT feito a partir de imagens captadas num evento em Ilhéus e veiculadas pela internet mostra o presidente Lula discursando e afirmando que "não adianta prometer ponte, se não tem projeto". No filme, Wagner, em resposta ao prefeito Newton Lima, de Ilhéus, que havia solicitado a construção de uma nova ponte ligando Ilhéus a Pontal, diz que vai realizar mais este sonho da população local.

“O governador fez o que mais gosta. Prometer o que não pode cumprir. Só que desta vez foi o próprio presidente que tratou de desmenti-lo”, disse Heraldo. Para ele a suspensão da peça foi uma surpresa, já que se tratava de material jornalístico amplamente divulgado pela imprensa".


O vídeo está sendo exibido na página do DEM-BA no Youtube.

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Decisão do PPS foi feita sob medida para a Bahia
Quinta-feira, 22/04/2010 - 16:55
A decisão adotada pelo PPS, a nível nacional, vetando alianças nos estados com partidos que não apoiam a candidatura de José Serra (PSDB), foi feita sob medida para a Bahia, segundo informao O Globo. . O PPS está alinhado, nas eleições para o governo, com a candidatura do deputado Geddel Vieira Lima (PMDB). Mas o partido quer que os ex-comunistas baianos passem para o lado do ex-governador Paulo Souto (DEM), aliado do PSDB.

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MST invade fazenda de multinacional na Bahia
Quinta-feira, 22/04/2010 - 08:04
Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) ocuparam ontem a Fazenda Barrinha, em Eunápolis, a 644 km de Salvador, que pertence à multinacional Veracel, empresa que cultiva eucaliptos para a produção de celulose.

Esta é a 16 fazenda ocupada na Bahia durante o Abril Vermelho — ações organizadas pelo MST para lembrar o Massacre de Eldorado dos Carajás, em 1996, quando 19 trabalhadores rurais foram mortos em confronto com a tropa de choque da PM do Pará.

De acordo com Márcio Mattos, um dos coordenadores do movimento, a intenção do MST é ocupar pelo menos 30 fazendas até o fim de abril.

Esta é a terceira vez que o MST ocupa a Barrinha, que possui 4.700 hectares e se situa às margens da BR-101, a 20 km de Eunápolis, onde fica a fábrica da empresa. Mattos informou que a área estava ocupada por 400 famílias.
(O Globo)

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Jaques Wagner fala sobre sua viagem ao Oriente Médio
Quarta-feira, 21/04/2010 - 17:51
Jaques Wagner,
governador da Bahia


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''Para este judeu brasileiro absolutamente convicto de que não há melhor caminho para resolver conflitos do que o diálogo, nada além da retribuição justa por tudo quanto já contribuíram árabes e judeus na construção do Brasil grandioso de hoje''.
Um dos momentos mais marcantes da missão brasileira ao Oriente Médio foi o encontro com representantes de organizações palestinas e israelenses dedicadas à luta pela paz.

Da conversa com Yossi Beilin, ex-chanceler de Yitzhak Rabin, um dos articuladores dos Acordos de Oslo e dirigente de uma ONG formada por palestinos e israelenses na coordenação da chamada Iniciativa de Genebra, com um plano de paz alternativo e concessões dos dois lados, partiram as palavras mais encorajadoras para que o Brasil participe ativamente das negociações, pela sua evidente neutralidade. A convivência harmoniosa entre judeus e palestinos no Brasil e a possibilidade de contribuir com o processo de paz também foi abordada no encontro do qual participei entre integrantes da Sociedade Israelita da Bahia e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em novembro passado, em Salvador.

Não nos vinculamos a um ou outro lado nem por razões religiosas nem comerciais, muito menos militares. Qualquer habitante do planeta tem razões para desejar a paz no Oriente Médio, temendo pelas consequências previsíveis de um conflito regional com capacidade de alcançar o mundo inteiro. Aí estaria, segundo o ex-chanceler israelense, a legitimidade do Brasil, personificada pelo presidente Lula, que tem sido a voz dos países emergentes e dos mais pobres nos grandes debates sobre o combate à fome, desenvolvimento e sustentabilidade.

Após a Segunda Guerra, o mundo ainda chocado com os horrores do Holocausto viu justiça no sonho de judeus espalhados pelo mundo, de construir um Estado independente.

Da mesma forma, hoje é mais do que legítimo falar num Estado palestino independente e autônomo. Esta é a posição da diplomacia brasileira, expressa com serenidade e altivez pelo presidente Lula no parlamento de Israel, que o aplaudiu de pé. Lula deixou aos dois lados a oportunidade de contar com o Brasil como mediador na busca por uma solução de paz definitiva.

A iniciativa brasileira foi bem recebida, sobretudo, por não se tratar de um país com interesses diretos na região. Esta posição de neutralidade pode facilitar o diálogo por não gerar maiores desconfianças. A trajetória política do nosso presidente está calcada na habilidade de negociador, de construtor de consensos produtivos. Como brasileiro, fiquei orgulhoso por estar ali, ao lado do presidente Lula, levando um fio de esperança para dois povos cansados de tanta violência e de tanta dor.

Hoje o mundo nos vê como exemplo de nação em busca da resolução de seus dilemas e contradições sem maiores conflitos.

Uma nação que saiu de uma ditadura cruel pelo desejo genuinamente brasileiro de paz e liberdade. E, se a história nos oferecer a oportunidade de aproximar dois povos nascidos numa mesma terra-mãe, não nos faltará disposição para ajudar. Para alguns, muita pretensão. Para outros, ingenuidade.

Para este judeu brasileiro absolutamente convicto de que não há melhor caminho para resolver conflitos do que o diálogo, nada além da retribuição justa por tudo quanto já contribuíram árabes e judeus na construção do Brasil grandioso de hoje.

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Galvão Bueno recebe em Salvador Título de Cidadão
• Por Redação do Jornal da MídiaQuarta-feira, 21/04/2010 - 08:58
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Em seu programa "Bem Amigos", no SporTV, Galvão agradeceu antecipadamente a honraria
O narrador e apresentador esportivo da Rede Globo, Galvão Bueno, receberá nesta quinta-feira (22) o Título de Cidadão Soteropolitano. A honraria será entregue pelo vereador Paulo Magalhães Jr. (PSC) às 19h, no Plenário Cosme de Farias, na Câmara Municipal de Salvador.

A honraria foi proposta pelo vereador Paulo Magalhães Jr. (PSC), que considera o narrador “ um promotor do esporte e do turismo de nossa terra”.

Em seu programa "Bem Amigos", no SporTV, Galvão agradeceu antecipadamente a indicação de seu nome e disse que estava orgulhoso em se tornar um cidadão soteropolitano.

Galvão Bueno, o “vendedor de emoções”, como ele próprio se define, nasceu no município do Rio de Janeiro, tem 35 anos de carreira, sendo quase 30 na Globo, e se consagrou como um dos maiores locutores esportivos do país. Em seu programa “Bem, amigos!”, no canal a cabo SporTV, Galvão comentou sobre sua vinda à Bahia: “Vou a Salvador receber o título de cidadão, cidade pela qual sempre fui apaixonado”.

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César Borges ameaça deputados do PR em votação na AL
Quarta-feira, 21/04/2010 - 07:44
O senador César Borges (PR) deu ultimato, ontem, por meio de uma carta, a Gilberto Brito, Ivo de Assis e Pedro Alcântara, deputados de sua bancada na Assembleia Legislativa (AL) que até então não se identificam como oposição ao governo, para que votassem contra o projeto de lei do Executivo que autoriza contratação de crédito de R$ 563 milhões do BNDES, sob ameaça de sofrerem penalidades, como advertência até a expulsão do partido.

Ivo de Assis votou a favor, Pedro Alcântara, contra, e os outros três do PR se abstiveram – como fez a oposição que se negou a votar o projeto alegando irregularidades no texto. O governo aprovou o empréstimo por 31 a 2 depois de quase 32 horas de sessão, findo o prazo regimental da obstrução mantida pela bancada de oposição.

O recado foi dado por meio de uma carta assinada de próprio punho por Borges, entregue por um emissário do partido aos deputados por volta das 18h, no calor da sessão plenária, pegando os republicanos de surpresa.

Alinhamento - Na carta, Borges destaca que o PR, em resolução partidária, fechou questão em relação ao projeto do empréstimo, que o governo tinha urgência em aprovar para financiar programas social e de infraestrutura. E aconselha os correligionários a votarem contra “em não sendo possível a obstrução”. Procurado, o senador César Borges, por meio de sua assessoria, disse que não comentaria o fato.

Desde quando desistiu da chapa do governador Jaques Wagner (PT) para fechar aliança com o PMDB com vista às eleições deste ano, o PR ainda não tinha sido colocado à prova no Legislativo – antes os deputados estavam livres para votar. Parlamentares próximos ao senador revelaram que o acordo com Geddel Vieira Lima (PMDB), pré-candidato a governador, é de alinhamento na oposição.
(Informações de A Tarde, Regina Bochicchio)

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Heraldo Rocha parabeniza TCE por impedir contratação de terceirizado
Terça-feira, 20/04/2010 - 21:15
Frente a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de suspender o edital de licitação do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba) para contratação de 325 servidores através de empresa terceirizada, o líder da bancada da oposição na Assembléia Legislativa, deputado Heraldo Rocha (DEM), afirmou que foi uma ação sábia pois impede que, mais uma vez, “façam farra com o dinheiro público”. Rocha, pediu ainda que a matéria do jornal A Tarde, que tratou desse tema seja incluído nos anais da Casa.

De acordo com a matéria, “num raro ímpeto de impedimento de ações do governo, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu edital de licitação do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), no valor estimado de R$9,764 milhões, para contratação de 325 pessoas pelo período de 12 meses, via empresa terceirizada. Para o TCE o pessoal deveria ser concursado”, afirma o texto. Segundo a matéria, “no entendimento dos conselheiros Pedro Lino, Zilton Rocha e Jayme Baleeiro – substituto do presidente Manoel Castro –, que assinam a decisão, os funcionários desempenhariam atividade fim (própria do órgão) cujas vagas são para efetivos”.

Os conselheiros afirmaram que o Estado não pode deixar de fazer concurso público. “Estamos estudando casos semelhantes e, em breve, divulgaremos”, avisou o conselheiro Pedro Lino. As vagas do Derba eram para ajudante de mecânico, operador de equipamentos, motorista, soldador, mecânico e auxiliar de campo. A decisão do TCE, publicada dia 15/04, no Diário Oficial, dá 30 dias para que o órgão regularize a situação. Mas o edital já foi revogado pelo Derba. Diferente das atividades meio, como vigilância e limpeza, cuja contratação via terceirizada não é considerada irregular – embora às vezes abusiva – as chamadas atividades fim são para concursados, diz a lei.

O Sistema de Informações Contábeis e Financeiras do Estado (Sicof) não mostra gasto específico com pessoal terceirizado executando atividade fim. Porém, acusa que, só em 2009, o Estado desembolsou R$381 milhões em contratação de mão-de-obra terceirizada (todas) aliado à contratação de pessoas físicas (sem concurso). O preço unitário máximo admitido no edital do Derba para cada funcionário variava, por mês, de R$1.687,13 a R$3.502,20 (mecânico de máquinas pesadas) – valores que a terceirizada receberia. Calculando, a média paga por cada funcionário sairia em torno de R$2,5 mil/mês. Se fossem contratados por via direta, porém, o valor desembolsado pelo Estado poderia chegar a 50% menos.

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MPF pede suspensão imediata de demolição da Fonte Nova
Terça-feira, 20/04/2010 - 17:23
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Se depender do Ministério Público Federal, a demolição da velha Fonte Nova vai demorar.
A fim de conciliar os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 e a proteção do meio ambiente e do patrimônio histórico e cultural brasileiro, o Ministério Público Federal (MPF/BA) ajuizou ação civil pública com pedido liminar de suspensão imediata das autorizações concedidas pelo poder público para a demolição da Fonte Nova. Na ação, distribuída à 11ª Vara da Justiça Federal, o MPF pede que o Estado da Bahia e o consórcio Fonte Nova Negócios e Participações S.A abstenham-se de iniciar a demolição total ou parcial do complexo esportivo até que sejam realizados estudos técnicos prévios, aprofundados e aptos a fundamentar qualquer decisão do poder público, seja pelo tombamento, seja pela negativa de conferir ao bem a referida forma de proteção.

A ação civil pública é fruto de dois procedimentos administrativos instaurados em 2008 e 2009, com o objetivo de avaliar a eventual possibilidade de tombamento federal da Fonte Nova e de prevenir possíveis danos ao patrimônio histórico decorrentes da demolição do estádio. A ação fundamenta-se em uma representação pelo tombamento da Fonte Nova encaminhada ao MPF pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (Faufba), Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Bahia (IAB-BA), e pelo Núcleo Bahia do Docomomo Brasil (International Working Party for Documentation and Conservation of Buildings, Sites and Neighbourghoods of the Modern Movement), em atendimento a demanda existente no seio de comunidades esportivas, acadêmicas, profissionais e do público em geral ligado ao futebol.

O MPF elenca cinco razões principais para a realização dos estudos prévios antes da anunciada demolição da Fonte Nova. O primeiro deles é o reconhecimento de que o complexo esportivo é dotado, inquestionavelmente, de valor histórico, cultural, paisagístico, de uso, identitário e de singularidade. O segundo é o indeferimento pelo Iphan do pedido de tombamento formulado pelas entidades acima reportadas, sem fundamento nos devidos estudos técnicos, conforme assinalado por perito da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal em Brasília.

A terceira razão está relacionada à efetiva execução do projeto da “Nova Fonte Nova”, no qual se prevê a demolição da atual estrutura, por meio da técnica de implosão, com larga utilização de explosivos, remoção de 40 mil metros cúbicos de entulhos, construções e edificações nos arredores do Dique do Tororó. A implosão acarretará sérios riscos aos bens tombados localizados no entorno: casa à Avenida Joana Angélica n°. 149 (ex-escola da Professora Anfrísia Santiago), o Convento e Igreja de Nossa Senhora do Desterro e o Dique do Tororó. Os outros motivos referem-se à ausência de respostas satisfatórias aos questionamentos do MPF por parte dos entes públicos diretamente envolvidos no projeto e à falta de estudos técnicos e documentos adequados e imprescindíveis para a verificação da sua regularidade.

Na ação, o MPF antecipa que em relação à Copa do Mundo de 2014 “o cronograma estabelecido pela FIFA é rígido, todos o sabem. Porém, não menos rígido deve ser o empenho do Ministério Público, dos órgãos municipais, estaduais e federais diretamente envolvidos nos preparativos para a Copa e a atuação do Poder Judiciário na defesa do meio ambiente e do patrimônio histórico e artístico nacional”.

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A Agerba de Marcos Medrado, o ''avião'' e a clandestinidade
• Por Redação do Jornal da MídiaTerça-feira, 20/04/2010 - 09:26
A Agerba tem apenas 50 fiscais para atuar em 417 municípios baianos. Em vez de buscar alternativa para fortalecer o quadro de pessoal da autarquia, diretor da ''agência do avião'' anuncia projeto faraônico para enrolar as empresas de ônibus, a imprensa e a opinião pública.


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A Agerba não tem estrutura nenhuma para implantar política de combate ao transporte clandestino. Dizem que não tem mais do que 50 fiscais em seus quadros. Mas parece que o ''diretor'' continua pensando e apostando que a autarquia cuida mesmo de avião.
A ''grande novidade'' da Agerba para a política de transporte intermunicipal de passageiros começa a ser ''discutida'' nesta quinta-feira (22). A agência estadual vai analisar com as policias rodoviárias Federal e Estadual um plano que diz ter pronto para combater o transporte clandestino na Bahia, chamado agora apenas de ''irregular''

A notícias poderia até ser boa se não fosse fantasiosa. O diretor da Agerba, Ranato José, está querendo implantar na agência o que o seu superior, deputado Marcos Medrado, lhe determinou, que é divulgar propostas faraônicas para ficar na mídia. Foi assim que ele fez naquela primeira e horrorosa entrevista a Daniela Prata, na TV Itapoan. Estão lembrados? Pois é, foi falar de transporte clandestino e acabou no Youtube.

JMMas vamos ao que interessa. Esta coisa de combater transporte clandestino na Bahia já vem desde 1998, quando a Agerba foi criada. É uma eterna briga de rato e gato - e o pior: ninguém sabe atualmente quem é quem.

Só quem realmente não entende nada do setor de transporte, só para quem realmente é despreparado para assumir o comando de uma agência de regulação, é que não sabe avaliar que em um Estado com a dimensão territorial da Bahia e com uma Agerba caindo aos pedaços, que é impossível se exercer um combate efetivo sobre o transporte clandestino. Acabar, acabar mesmo, nunca isto vai acontecer. Nem com todo o efetivo das polícias rodoviárias só cuidado disso, seria possível.

O transporte clandestino é, também, não esqueçamos, um problema social. Ninguém foi para a clandestinidade, literalmente, porque quis. Portanto, não é apenas com o ''poder de polícia'' que a Agerba diz que ''ganhou'', que o problema deve sr enfrentado.

A principal causa para esta ineficiência do Estado para acabar com a irregularidade do transporte vem de dentro da própria Agerba, que o ''diretor'' Renato José ainda desconhece, por ''falta de tempo'' para ler os detalhes da lei que criou a agência, para aprender sobre a própria estrutura da autarquia que ele ''comanda''. Tudo indica que o rapaz continua pensando, acreditando e apostando que a Agerba cuida mesmo é de avião.

Em vez de tentar fazer oba-oba para chamar a atenção da mídia e da opinião pública, Renato José deveria falar a verdade e dizer que a Agerba, infelizmente, não tem estrutura nenhuma para combater o transporte clandestino na Bahia. Como enfrentar uma situação com esta magnitude se a Agerba só dispõe de apenas 50 fiscais em seus quadros? Isto mesmo: apenas 50 fiscais para cobrir 417 municípios. Esta é a realidade.

Será que ele está pensando em pedir apoio das empresas de ônibus, como vinha acontecendo há pouco tempo, para manter as blitze nas estradas? Preferimos não acreditar nessa hipótese vergonhosa. As empresas, é verdade, são muito prejudicadas pelos clandestinos, mas não podem dar dinheiro para a Agerba bancar blitze. Isto cheira a coisa podre!

Para se ter idéia da falta de condições da Agerba, caros leitores, em uma região, por exemplo, como a de Bom Jesus da Lapa, onde a concentração do transporte clandestino está entre as maiores do Estado, a agência conta com apenas um (é isso mesmo, um) presposto para atender a mais de 10 municípios. Isto não existe. Na Chapada Diamantina acontece a mesma coisa, em Irecê, ídem. Calcula-se que na Bahia estejam transportando irregularmente passageiros quase 10 mil veículos, enquanto a frota do sistema intermunicipal, o regular, é de pouco mais de 3 mil ônibus. A Agerba tem um quadro de pessoal limitadíssimo e incapaz de cobrir as exigências so setor.

Então, em vez de ficar iludindo e falando bobagem, o afilhado de Marcos Medrado deveria pensar mais alto e defender junto ao Governo do Estado um projeto para fortalecer a estrutura da Agerba, com a abertura de concurso público para contratação de fiscais e de agentes de regulação. Foi dito aqui:concurso público e não criação de vagas para cargos de confiança para abrigar a família Medrado.

A outra saída para tentar se controlar o crescimento do transporte clndestino é a implantação imediata do sistema complementar de transporte, cuja lei foi sancionada há mais de um ano pelo governador Wagner. Mas implantá-lo com correção, como ele foi construído, com base na lei e não para atender a interesses políticos. Aliás, esse projeto do transporte complementar realmente é um mistério: o governador apoiou, apoiou, e não sai do papel. Chegou ao ponto de o Ministério Público detectar há duas semanas várias coisinhas equivocadas no edital de licitação das linhas e determinou que a Agerba suspendesse o processo.

No mais, é esperar que os ''aloprados do Medrado'', como são chamados dentro da Agerba, caiam na real e pelo menos se esforcem para aprender trabalhar um pouco.

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A Bahia do presente sente falta de ACM
• Por Deputado Antonio Carlos Magalhães Neto, em artigo no jornal A TardeTerça-feira, 20/04/2010 - 09:25
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ACM Neto: ''As características do administrador e do político de envergadura nacional de ACM deixaram um grande vácuo na política baiana e brasileira e permanecem mais vivas do que nunca''.
Nos últimos tempos, tenho lido muitos artigos sobre o fim ou não do carlismo.

Antes de nos precipitarmos em conclusões superficiais, comuns em anos eleitorais, é preciso entender o que significa essa marca plantada na Bahia há mais de 40 anos. Em primeiro lugar, nenhum cientista, acadêmico ou político batiza uma era sem que essa etapa seja pintada com cores fortes.

Antonio Carlos Magalhães criou o carlismo por suas características pessoais e com as virtudes de líder, de grande político e administrador público, de homem visionário, à frente do seu tempo, que modernizou a Bahia em todos os aspectos.

As características pessoais se foram com a sua morte. E o tornaram um personagem único e inimitável. Já as características do administrador, do político de envergadura nacional, que foi deputado, prefeito, senador, governador, ministro de Estado, deixaram um grande vácuo na política baiana e brasileira e permanecem mais vivas do que nunca. O homem se foi, mas seus ideais ainda nos inspiram.

Até a sua morte, ACM carregou a bandeira da luta incansável pela Bahia, do amor sem limites pelo povo da sua terra, da seriedade no trato com o dinheiro público, do pulso firme no combate à criminalidade, do olhar sempre atento e vigilante aos mais pobres, além de formar os melhores quadros da política baiana.

Isso é o legado do carlismo que ficou para a posteridade. Se esses ideais estão vivos em todas as pessoas que querem uma Bahia melhor, então, o carlismo vive também.

E o carlismo está mais forte do que nunca porque a fraqueza e a incompetência do governo Wagner só aumentam as saudades de ACM. Wagner é tão condescendente com os outros estados nordestinos na disputa por empregos e desenvolvimento que hoje, certamente, é mais “importante” para Pernambuco do que para a Bahia, porque sua omissão fez a Bahia perder o protagonismo do desenvolvimento do Nordeste.

Wagner é um governador do papel, e não das obras de verdade, como era ACM, um político que mostrava os dentes pela Bahia.

Wagner gosta de gastar muito em publicidade, mas detesta governar, é amigo do presidente, mas não tem prestígio para conseguir as verbas necessárias ao desenvolvimento da Bahia. Então, pergunto: como não sentir saudade daquele que colocava a Bahia como a razão de sua vida? ACM está no coração de todos os baianos que perderam a esperança, que tiveram seus bairros e ruas dominados pela criminalidade, que veem a qualidade nos serviços de saúde e educação despencar.

O carlismo vive porque o PT que aparelha o Estado e mente em propagandas jamais conseguirá mandar no coração dos baianos.

O PT não conseguirá matar o carlismo porque a Bahia é livre. Livre para tudo. Inclusive para amar sem patrulhamentos seus filhos preferidos, como Mãe Menininha, João Ubaldo, Caetano, ACM, Jorge Amado, Irmã Dulce e muitos outros. É no coração dos baianos que o carlismo vive com mais intensidade.

No lançamento da pré-candidatura de José Serra senti a presença de ACM cada vez mais forte. Centenas de pessoas de todas as faixas etárias vieram me cumprimentar porque, ali, estava começando mais um capítulo da história deste País que ACM ajudou a construir.

Ajudou no processo de redemocratização que levou Tancredo Neves ao poder – um ato de coragem. E contribuiu muito na eleição de Fernando Henrique Cardoso.

Mas é nas andanças por essa Bahia de meu Deus que mais sinto a sua presença e a importância de fazer da militância política um sacerdócio. São velhos, jovens, ricos e pobres que têm sempre uma palavra de carinho quando falam de ACM, quando lembram do seu amor incondicional pela Bahia. Claro que sempre me emociono e tenho a certeza de que, à medida que o tempo avança, mais a obra e a figura de ACM vivem no imaginário do nosso povo.

Como neto de Antonio Carlos Magalhães, posso dizer que aprendi muito. Esse aprendizado ajuda em minha trajetória política em todos os momentos. Mas recebi dele também uma bênção hereditária, uma “herança bendita”: vem do berço o meu amor pela Bahia e a força para lutar pelo meu Estado. ACM viveu um verdadeiro caso de amor com os baianos. Melhor, viveu um casamento próspero, apaixonado, um casamento eterno.

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Heraldo Rocha denuncia governo por desvio de recursos para custeio
Segunda-feira, 19/04/2010 - 14:16
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Para Heraldo Rocha, o procedimento revela uma situação de descontrole.
O líder da oposição na Assembléia Legislativa, o deputado estadual Heraldo Rocha (DEM), fez uma pesquisa no SICOF Gerencial e constatou que boa parte dos recursos provenientes de operações de crédito feitas pelo governo estadual com o BNDES e Banco Mundial, no ano passado, ainda não foi aplicada em investimentos.

“Do total de R$ 746,6 milhões liberados pelo Banco Mundial para o Procofins, até agora só R$ 375,4 milhões foram empenhados, havendo ainda um saldo de R$ 371,2 milhões. Isso sem falar nos recursos provenientes do empréstimo do BNDES, cujo valor é de R$ 385 milhões, mas só houve a liberação de uma parcela de R$ 187,9 milhões no ano passado”, explica Heraldo Rocha.

Diante do frequente atraso no pagamento das despesas governamentais, o deputado oposicionista infere que o atual governo estaria gastando os recursos para investimento no custeio da máquina pública. “Esse procedimento revela uma situação de descontrole e deixa comprometida a capacidade futura de investimento do estado”, denuncia Heraldo Rocha.

O deputado democrata indaga: “É preciso que o governo explique por que ainda não foi liberada a segunda parcela do empréstimo do BNDES? Será mais uma demonstração de incapacidade de realização e efetivação de projetos?”

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César Borge afirma que nunca houve 'acordo fechado' com Wagner
Segunda-feira, 19/04/2010 - 09:25
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Borges: ''Algumas pessoas do PT não entenderam o acordo, foram sectários mesmos''.
Trechos da entrevista do senador César Borges à jornalista Patrícia França, de A Tarde:

Depois de muita conversa com o governador Wagner,o senhor deu uma guinada nos rumos e decidiu fechar aliança com o PMDB. O que aconteceu?

Primeiro quero que fique claro que eu vinha conversando com as forças políticas e os pré-candidatos, mas que passava por uma definição do meu partido em nível nacional. Quando o PR decidiu apoiar Dilma (Rousseff, candidata do PT àPresidência) ficamos com duas possibilidades: o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), com quem vinha conversando e com quem nunca deixei de conversar, e o governador Jaques Wagner (PT). Como nós estamos vivendo um novo momento político eu não me furtei a conversar com o governador. Uma conversa de alto nível, que existiu no início, no meio e no fim. E espero que se mantenha assim. Não é porque sou noivo hoje, desejado, e amanhã, na hora que o casamento não se concretizou, o noivo se transforme num ogro, num Shrek (Nota da redação: herói do cinema animado, cuja aparência é grotesca, disforme e verde).

Mas o que aconteceu para o acordo com o PT não sair?

Basicamente eu não poderia, como dirigente partidário que sou, fazer uma coligação que não contemplasse os deputados federais e estaduais. Até porque tinha esse compromisso com a direção nacional do partido. Então não poderia ter anunciado que havia um acordo fechado, que eu tinha abandonado os deputados.

Mas o governador Jaques Wagner chegou a declarar a A TARDE que o acordo estava concluído. Isso foi interpretação dele.

Eu sempre disse que só poderia estar fechado nas duas coisas (majoritária e proporcionais). É mais ou menos um casamento em que você não pode casar só com o rosto semlevar o restante. E tem um ponto também a ressaltar: o PT estava dividido. Lamentavelmente algumas pessoas do PT não entenderam o acordo, foram sectários mesmos, inclusive comemoraram posteriormente. Isso não dava segurança, não me deixava confortável do ponto de vista político enfrentar uma campanha se tem um partido que metade me queria e metade não me queria.

O governador disse que o queria na chapa dele. O senhor acha que faltou atuação mais direta do governador nesta questão das proporcionais?

Que o governador queria, eu não tenho dúvidas, até porque ele próprio declarou que ficou triste porque a negociação não foi fechada. Agora, quem comanda estas negociações, a meu ver, é o governador. Eu diria que é indelegável essa coordenação política, porque se você entrega a presidente de partido cada um vai defender o seu partido. O governador me dizia: acho que para federal nós vamos fechar uma chapa única. E não era chapa com o PSB e com o PCdoB, era com o PT.

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TCE suspende edital para contratação de terceirizados no Derba
Segunda-feira, 19/04/2010 - 09:11
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As vagas do Derba eram para ajudante de mecânico, operador de equipamentos, motorista, soldador, mecânico e auxiliar de campo.
Num raro ímpeto de impedimento de ações do governo, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu edital de licitação do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), no valor estimado de R$ 9,764 milhões, para contratação de 325 pessoas pelo período de 12 meses, via empresa terceirizada.

Para o TCE o pessoal deveria ser concursado.

No entendimento dos conselheiros Pedro Lino, Zilton Rocha e Jayme Baleeiro – substituto do presidente Manoel Castro –, que assinam a decisão, os funcionários desempenhariam atividadefim (própria do orgão) cujas vagas são para efetivos.

“O Estado não pode deixar de fazer concurso público. Estamos estudando casos semelhantes e, em breve, divulgaremos”, avisou o conselheiro Pedro Lino.

As vagas do Derba eram para ajudante de mecânico, operador de equipamentos, motorista, soldador, mecânico e auxiliar de campo. A decisão do TCE, publicada dia 15/04, no Diário Oficial, dá 30 dias para que o orgão regularize a situação. Mas o edital já foi revogado pelo Derba.

Diferente das atividadesmeio, como vigilância e limpeza, cuja contratação via terceirizada não é considerada irregular – embora às vezes abusiva – as chamadas atividadesfim são para concursados, diz a lei.

O Sistema de Informações Contábeis e Financeiras do Estado (Sicof) não mostra gasto específico com pessoal terceirizado executando atividadefim. Porém, acusa que, só em 2009, o Estado desembolsou R$ 381 milhões em contratação de mão-de-obra terceirizada (todas) aliado à contratação de pessoas físicas (sem concurso).Lucro O preço unitário máximo admitido no edital do Derba para cada funcionário variava, por mês, de R$ 1.687,13 a R$ 3.502,20 (mecânico de máquinas pesadas) – valores que a terceirizada receberia.

Calculando, a média paga por cada funcionário sairia em torno de R$ 2,5 mil/mês.

Se fossem contratados por via direta, porém, o valor desembolsado pelo Estado poderia chegar a 50% menos.

O próprio diretor do Derba, Berchris Moura Requião Filho, admite que não chega a pagar R$ 1,9 mil para o cargo de mecânico de máquinas pesadas.

E que a média salarial do pessoal que seria contratado é de R$ 1,6 mil.

A empresa que hoje fornece essa mão-de-obra para o Derba é a Climex Serviços Ltda, também concorrente do edital suspenso pelo TCE. Em 2009, a Climex recebeu do Estado R$ 6,746 milhões ( dados da Transparência Bahia) de um contrato de R$ 9,030 milhões, que sofreu autuação do TCE, em 2008, mas ainda não foi apreciado.

Limite O diretor do Derba, Berchris Requião, alega que há tempos o órgão solicita abertura de concurso. E que o quadro efetivo do Derba está despreparado para manusear equipamentos modernos.

Ele avalia, ainda, que do ponto de vista da administração do Estado, a abertura de concursos implica a possibilidade da ultrapassagem do limite máximo para gasto com pessoal previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 48,60% da receita.

Por outro lado, defendese, o TCE critica as contratações atuais: “Vou ter, agora, de abrir no lugar desse edital licitação para prestação de serviços”.

No último balanço quadrimestral apresentado pela Sefaz, o gasto com pessoal estava em 46,75%, ultrapassando limite prudencial de 46,17%. Hoje são 267 mil funcionários no Estado, entre ativos – concursados, comissionados e Reda –, inativos e pensionistas, que custam ao erário R$ 658,6 milhões/mês, segundo a Secretaria de Administração – Saeb.

A Saeb não informou quanto representa cada segmento desse na folha de pessoal.
(Regina Bochicchio, em A Tarde)

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Valmir Assunção volta às origens em marcha do MST
Sábado, 17/04/2010 - 09:59
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Assunção: ''Marcha tem o caráter contra a criminalização dos movimentos sociais''
Nesta segunda-feira (19), o deputado estadual Valmir Assunção estará na Marcha do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) que sairá de Feira de Santana para Salvador. Mais de cinco mil trabalhadores rurais sem terra devem participar da marcha, que está prevista para chegar à capital no dia 26 deste mês.

Outras lideranças políticas estarão presentes para apoiarem as pautas do Movimento. Entre eles estão o ex-superintendente da Pesca na Bahia, Marcelino Galo, o vice-presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia (PT) Weldes Valeriano e Renata Rossi da direção nacional do PT.

Valmir Assunção, que é militante do MST, disse que a participação na marcha é fundamental para fortalecer a legitimidade deste movimento que não deixará de lutar pelos seus direitos. “Essa marcha tem o caráter contra a criminalização dos movimentos sociais e contra a impunidade no campo”, afirma.

Na Bahia, o MST sofre com o atraso no processo de assentamento das mais de 25 mil famílias acampadas debaixo das lonas pretas. Pautas negociadas em marchas anteriores ainda estão à espera de cumprimento, como assistência técnica, crédito, construção de casas, estradas e escolas nos cerca de 120 assentamentos do MST no estado.

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PPS oficializa hoje apoio a Geddel Vieira Lima
Sábado, 17/04/2010 - 09:11
O PPS da Bahia realiza, neste sábado, a reunião ampliada do seu Diretório Regional, para oficializar a posição da legenda em relação às eleições de outubro. Embora esteja fechada com o PSDB e o DEM, no nível nacional, a legenda que é herdeira do PCB, o “Partidão”, tomará rumos diferentes na Bahia.

Pelo que soube, de fontes muito seguras, o caminho do PPS baiano já está definido em favor da candidatura do deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB) e a reunião deste sábado deverá homologar esta posição, que é consensual nas instâncias partidárias.

Embora o compromisso ainda seja com a candidatura de José Serra (PSDB), enquanto o PMDB baiano está com Dilma Rousseff, o PPS considera que não dá para acompanhar Paulo Souto em decorrência da imagem do DEM ainda estar muito identificada com o grupo carlista.

Quanto ao PT, o problema é a falta de identificação com os princípios defendidos pelo PPS em termos nacionais. E, também, apesar de ter integrado a base aliada que ajudou a eleger Jaques Wagner em 2006, a legenda socialista faz sérias críticas à administração estadual, o que inviabiliza a aproximação com a chapa governista.

Outro fator que ajudou na definição em favor do nome de Geddel Vieira Lima foi a integração que já existe, em muitos municípios, entre PPS e PMDB. O candidato peemedebista vai, assim, acumulando apoios, superando o período em que se imaginou que ele ficaria isolado nesta sucessão estadual.(Blog de Paixão Barbosa)

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Audiência pública vai discutir transtornos na Br-324
Sexta-feira, 16/04/2010 - 10:16
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Júnior Mgalhães: "Qualidade do recapeamento da Br-324 é preocupante"
O deputado estadual Júnior Magalhães solicitou a realização de audiência pública, pela Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, da Assembleia Legislativa, com o intuito de discutir questões relacionadas à recuperação da BR-324, que liga Salvador a Feira de Santana.

O intuito é propor uma maior fiscalização quanto à qualidade do trabalho realizado pela concessionária da rodovia, bem como a redução dos transtornos causados aos motoristas durante o período de recuperação.

Segundo o parlamentar, os serviços até então realizados pela empresa demonstram que o material utilizado para o recapeamento do asfalto pode comprometer o trabalho final da obra, uma vez que parte do asfalto desgastou-se com as chuvas dos últimos dias.

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César Borges, Geddel, Otto Alencar e Wagner travam debate no Twitter
Sexta-feira, 16/04/2010 - 09:47
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A campanha eleitoral ganha força na internet. O Twitter é a bola da vez.
Numa prévia de como o debate eleitoral deverá ser travado este ano, agora que a campanha eletrônica ganha força, twitter, blogs e sites políticos da Bahia serviram de arena, esta semana, para que ex-carlistas – hoje abrigados em chapas encabeçadas pelo governador Jaques Wagner (PT) e pelo deputado Geddel Vieira Lima (PMDB) – protagonizassem um verdadeiro tiroteio verbal sobre o passado recente de cada um. O detonador da discórdia foi o ex-ministro Geddel.

Empolgado com a rasteira dada no governador por ter atraído para sua aliança o senador e ex-carlista César Borges (PR), Geddel trouxe à tona o episódio dos grampos telefônicos – escândalo que quase levou à cassação do mandato do senador Antonio Carlos Magalhães (DEM), acusado de ser mandante das escutas ilegais.

Geddel usou como alvo o também ex-carlista Otto Alencar (PP), governador da Bahia em 2002 quando ocorreram os grampos. Otto é nome confirmado para a chapa do governador petista Jaques Wagner.

“Meninos do PT” - Em seu twitter, o ex-ministro soltou o verbo: “Muito engraçadas as reações governistas baianos a apoio que recebemos do PR. Um bate-cabeça só. Melhor é tentarem falar mal do que buscavam com ardor rsrs” / “Estou achando graça os meninos do PT/BA.

Depois que levaram chute, esculhambarem o César, que até ontem queriam, e de fininho esquecerem Otto”.

Para rebater as críticas de petistas, segundo os quais a aliança com o PR ruiu por falta de identidade ideológica entre os dois partidos, Geddel prosseguiu no ataque: “A aliança PT/PP na Bahia, representada por Otto Alencar – aquele da época dos grampos – é fruto da identidade de princípios, uma identificação atávica. rs”.

Irritado por ter seu nome vinculado aos grampos, o ex-governador e ex-conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) Otto Alencar respondeu a Geddel.

Em nota, disse que “se ele (Geddel) for querer discutir a questão de grampo, deve perguntar ao novo aliado dele, o senador César Borges (PR), o porquê da nomeação das pessoas envolvidas. Geddel está com as informações em casa”, atacou o pepista.

O senador rebateu de pronto.

Informou que o escândalo dos grampos não ocorreu no seu governo, razão pela qual foi excluído do processo federal sobre a questão desde 10 de outubro de 2003. Borges lembra que deixou o governo em seis de abril de 2002 para disputar o Senado. As conversas grampeadas ocorreram nas dependências da Secretaria de Segurança Pública (SS) durante o período pré-eleitoral, de 19 de maio a 21 de agosto de 2002. E ataca Otto Alencar, cujo nome consta no processo que investiga o caso.

“Lamento que uma autoridade arrolada no processo e que, portanto, está sob investigação da Justiça Federal, busque encobrir sua responsabilidade alegando que manteve auxiliar do antecessor, como se não fosse comandante efetivo dos servidores que foram mantidos ou confirmados”, diz na nota.

Invasão da Ufba - A acusação de César Borges mereceu tréplica de Otto Alencar. “Vindo de César Borges nada me surpreende. Não será surpresa que o senador César Borges negue a responsabilidade de ter mandado espancar os estudantes de Direito da Faculdade Federal da Bahia”.

Referia-se à invasão da Ufba pela tropa de choque da PM, ocorrida em 2001, por ordem de César Borges, então governador da Bahia. Os policiais queriam acabar com o protesto de estudantes que exigiam punição para o senador ACM (morto em 2007), pela suposta violação do painel eletrônico no Senado.

“Que graça os meninos do PT.

Depois do chute, esculhambarem o César, que eles queriam; agora, esquecem Otto” - Geddel Vieira Lima)
(Informações de A Tarde)

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Assessor de Wagner rebate críticas de Serra
Sexta-feira, 16/04/2010 - 09:40
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Robinson Almeida disse que as áreas de segurança pública e saúde foram preteridas por Souto.
As críticas às áreas da saúde e segurança pública da Bahia feitas pelo pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, em Salvador foram rebatidas ontem pelo assessor-geral de Comunicação do governo baiano, Robinson Almeida, com ironia: “Temos que concordar com ele que as deficiências são muitas ainda, pois ao longo dos anos essas duas áreas foram preteridas na Bahia”, disse, alfinetando as administrações dos herdeiros do extinto PFL, acomodados no DEM.

Citou que, enquanto o Ministério da Saúde de Serra deixou 760 equipes do Programa Saúde da Família, nos governos de Wagner e do presidente Lula “esse número já chegou a 2.539 equipes”. Conforme ele, “Serra e seus aliados na Bahia deixaram as obras do Hospital de Santo Antônio de Jesus paradas por 18 anos, e só agora, na atual gestão, o equipamento foi entregue”.

Afirmou ainda que outras unidades de saúde já foram entregues em cidades do interior.

Na área de segurança, citou que de 1999 até 2006 a taxa de homicídios (em 100 mil habitantes) na Bahia saltou de 6,8% para 23,5%, o que teria reflexos nos dias de hoje e “permanece um desafio”. Referiuse ainda ao “sucateamento de veículos, equipamentos e déficit de pessoal encontrado pelo atual governo” e disse que o governo Wagner adquiriu 1.120 viaturas, contratou 3.400 policiais e forma outros 3.200.
(A Tarde)

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Marcos Medrado dorme com Wagner e acorda com Geddel
• Por Redação do Jornal da MídiaQuinta-feira, 15/04/2010 - 14:36
Jaques Wagner
Abra o olho, governador! Será que Wagner realmente acredita que Marcos Medrado vai votar nele?
Governador Wagner... governador, tenha muito cuidado com esses políticos de passado carlista, fisiologistas, que agora estão do ''seu lado"! Leia esta matéria mais abaixo, governador! Foi publicada em destaque no Correio Braziliense. Leia e interprete! Sabe quem estava do lado de Geddel Vieira Lima, seu adversário? Só deputados que lhe fazem oposição.

Desculpe, governador, desculpe a nossa falha!

Tinha um deputado também que diz ser do ''seu lado'', não é? O Marcos Medrado, governador. Ele mesmo. Um deputado, também de oposição, confessou ao Jornal da Mídia que Medrado foi o que mais vibrou do grupo que estava com Geddel, quando o ministro declarou que "vocês vão ver: vai ser pau!” (em Wagner).

Governador, com todo respeito à sua inteligência política, ao seu jeito apaziguador de ditadores e ao seu jogo de cintura. O senhor tem mesmo convicção de que Marcos Medrao vai ficar do seu lado? E se a balança começar a se equilibrar mais para a frente, em plena campanha, governador? Mesmo assim, o senhor continuará tendo esta certeza? O senhor acha que Medrado pode ter do senhor a mesma confiança de Alexandre Brust, Marcelo Nilo ou Roberto Carlos, todos do PDT?

Governador, o senhor deveria consultar os deputados Mário Negromonte e João Leão para saber se eles também têm convicção de que Medrado não ficará com o ministro Geddel Vieira Lima. Leão e Negromonte sabem e têm consciência que sim, Wagner. Eles não têm nenhuma dúvida de que Medrado estará com o ministro.

Olha, governador, existem funcionários em cargo de confiança colocados por Marcos Medrado na Agerba que não negam para ninguém: "Eu estou aqui para trabalhar por Geddel e Medrado". Um, inclusive, atua em uma assessoria estratégica dentro da agência de regulação de Marco Medrado. Eles não estão nem aí para a Agerba e muito menos para o governo.

Governador, com todo respeito, mas como o senhor permitiu que Marcos Medrado, um empresário com fortes ligações com o setor de transportes de passageiros, fosse tomar conta de uma agência que cuida exatamente de transportes, de concessão de linhas, de sistema ferryboat?

Governador, o senhor se recorda o que foi que o jornalista e comentarista político Samuel Celestino escreveu quando soube que o senhor iria aceitar Marcos Medrado na Agerba?. Relembre alguns trechos do comentário:

"...É inacreditável, inconcebível, é desnorteante a informação que acabo de receber e neguei à fonte como inverídica. Por não crer. Devo transmitir, nauseado, aos leitores o que vai pelo breu das tocas é o que o governo Jaques Wagner está prestes a engolir: a indicação do deputado federal Marcos Medrado, um zero à esquerda e ao infinito, para ser superintendente da Agerba..."

Mais um pouquinho:

"...Medrado já foi “secretário” municipal dos Transportes e de lá saiu sob intenso zum-zum-zum e mais não digo. Dirão que ele é “expert” no setor, no que talvez concorde.’”Expert”, é um anglicismo que cai bem, no caso. Que Jaques Wagner não venha dizer, em explicação, que faz parte do naco negociado com o PP. Porque a explicação não vai colar..."

Samuel concluiu assim seu artigo:

"Qualificar o governo de fisiológico seria pouco adjetivo. Medrado é advérbio de negação, embora seja um substantivo próprio. Assim, definitivamente, entendo."

Se não bastassem as colocações e o alerta de Samuel Celestino, governador, uma comissão de funcionários da Agerba foi recebida por um dos seus secretários. Eles fizeram um relato sobre a situação da Agerba e mostraram como seria prejudicial para a imagem da instituição a presença de Marcos Medrado por lá. Ninguém ouviu e ninguém se interessou.

A Agerba é um órgão hoje caminhando a passos largos para a desmoralização completa. Em grande parte porque o governo entregou os destinos da agência, que já teve o respeito do mercado de regulação do país, a um político fisiologista e que tem menos de 50 mil votos.

P.S.: Uma perguntinha fora do tema deste artigo, governador: por que é que Marcos Medrado nutre este ódio infernal pelo secretário César Nunes, da Segurança Pública? Algum problema? Este será o tema de um artigo do JORNAL DA MÍDIA. Aguardem!

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Wagner terá um duro embate pela frente
Quinta-feira, 15/04/2010 - 12:51
Descrição da Foto
O ministro Geddel comentou numa rodinha de deputados que vai bater firme no governador. O deputado Marcos Medrado, da ''base'' de Wagner, dizem, aplaudiu muito. Como se dissesse: "Este é o cara".
O jornal Correio Braziliense diz, em matéria de hoje assinada por Denise Rothenburg, que o candidato à reeleição, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), terá um duro embate pela frente e não será apenas com o DEM do ex-governador Paulo Souto.

A depender do minicomício que o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) fez para os colegas baianos no plenário da Câmara na noite de terça-feira, a briga será feia entre os aliados do presidente Lula.

“Qual a obra de Jaques na Bahia? Me digam: qual é a obra importante que ele fez? Não tem nada. O que saiu, saiu com o dinheiro federal”, afirmava Geddel, numa roda por onde passaram Colbert Martins (PMDB), Félix Mendonça (DEM), Marcos Medrado (PDT), João Carlos Barcelar (PR), entre outros conterrâneos do ex-ministro da Integração Nacional.

Como o nome do PMDB para concorrer ao governo da Bahia, Geddel tentava convencer seus colegas na Câmara que as pesquisas feitas até agora não podem ser tomadas como o resultado eleitoral.

“É óbvio que eu não vou aparecer bem agora. Um (Wagner) é governador. O outro (Paulo Souto) foi governador duas vezes. Como é que eu estaria bem? Eles têm recall, eu não. Mas eu vou ter 14 minutos na TV. Vocês vão ver: vai ser pau!”, prometeu o peemedebista, numa conversa presenciada ainda pela reportagem do Correio.

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Maria Luíza acha que Geddel se assemelha a ACM
Quinta-feira, 15/04/2010 - 11:25
Primeira-dama abre o jogo
Descrição da fotoMaria Luiza: ''Vivemos por muito tempo aqui na Bahia com uma abordagem semelhante (referência ao senador ACM) e isso é passado''.
A primeira-dama de Salvador e deputada estadual, Maria Luíza (PSC), que ontem surpreendeu a todos ao anunciar, em pronunciamento, que estava desistindo de sua candidatura à Câmara Federal porque não queria apoiar o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB) ao governo estadual, voltou a direcionar as suas críticas hoje ao ex-ministro em entrevista concedida ao site Terra Magazine. Mesmo não citando diretamente o nome de Vieira Lima, Maria Luíza criticou uma espécie de “abordagem” de um grupo do PMDB que comparou com o passado, fazendo referência ao ex-senador ACM.

“Não é um processo recente, tá certo? É um desgaste apenas político. São decisões políticas e eu, neste momento, falo pra você em relação a isso: muitas vezes concordamos ou não com ações políticas. Mas já havia, sim, um desgaste. Em outubro, eu consegui me deslocar um pouco, indo pro PSC, mas mesmo assim a coisa foi se mantendo. Existe uma abordagem, uma forma de agir, digamos assim, do grupo do PMDB, que não é muito… Não sou muito simpática. Por conta disso, tomei a decisão de ter a oportunidade de, como parlamentar e cidadã, fazer a escolha por outro candidato e não por ele”, disse.

Perguntada se estava se referindo ao deputado Geddel, Maria Luíza respondeu: “Não quero tecer nenhum comentário, nenhum juízo de valor, não me interessa estar depreciando, julgando as pessoas. Te falo assim do ponto de vista político: posicionamentos políticos que não me agradam. Vivemos por muito tempo aqui na Bahia com uma abordagem semelhante (referência ao senador ACM) e isso é passado: na minha cabeça, o meu raciocínio seguiu essa linha”, disse.
(Thiago Ferreira, do Terra Magazine)

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