Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificadosEmpregosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!













Um produto da
Texto Pronto Comunicação

Publicação produzida com o sistema JornalFácil da
PBP Interativa

:: Alô Bahia ::

Há nesta página 6 notas de um total de 6 Próxima Página >>

Projetos da Agerba serão votados pela Assembléia Legislativa
Quinta-feira, 24/04/2008 - 10:47
o
Lomanto Netto mostrou a Marcelo Nilo, presidente da Assembléia Legislativa, a importância dos projetos para a regulação dos transportes intermunicipal e hidroviário
A Agerba (Agência de Regulação da Bahia) tem três importantes projetos para serem votados em breve pela Assembléia Legislativa da Bahia. O primeiro é o que prevê a reestrturação da agência baiana, visando adequá-la à realidade das agências nacionais de regulação.

O segundo estabelece a criação do marco regulatório do sistema de transporte intermunicipal, que criará, também, o transporte complementar. Com ele, a Agerba quer garantir o trabalho de centenas de pessoas que atuam no transporte de passageiros de forma clandestina. A idéia é organizar esses trabalhadores em cooperativas.

Só poderão participar do processo licitatório do transporte complementar pessoas físicas residentes há mais de quatro anos nos municípios de origem ou destinho da linha.

O terceiro projeto é o que regulamentará todo o sistema de transporte hidroviário da Bahia.

Para pedir apoio dos deputados baianos na votação dos três projetos, o diretor executivo da Agerba, Antonio Lomanto Netto, visitou o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Nilo. Lomanto disse a Marcelo que a partir de maio, começando pela AL, a Agerba promoverá um ciclo de palestras para diversas instituições com a finalidade de mostrar o funcionamento e o papel institucional das agências reguladoras.

• 

O enigma da ausência
Quinta-feira, 24/04/2008 - 09:10
Da coluna Tempo Presente, em A Tarde, hoje:

Uma pergunta boiou nas cabeças durante a assinatura de convênio, entre o governo do Estado e a Unesco, para revitalização do Centro Antigo de Salvador (é assim que os técnicos chamam agora o Centro Histórico): onde está o prefeito João Henrique? A solenidade foi realizada terça-feira na Governadoria, e o convênio, no valor de R$ 1,4 milhão, assinado pelo governador Jaques Wagner (PT) e o representante da Unesco, Vincent Defourny.

Por que João Henrique (PMDB) não estava lá? O prefeito de Salvador não foi, mas o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), estava lá. De terno xadrez.

Muitos usaram o episódio como um termômetro para medir as relações entre o governo estadual e a Prefeitura de Salvador, a partir do desembarque do PT da caravela do Thomé de Souza. Mas, segundo o secretário de Comunicação de Salvador, André Curvello, a temperatura está legal: “Não há clima hostil entre as duas administrações. E estamos trabalhando em alto-astral”.


Leia Mais (para assinantes de A Tarde)

• 

Cesta do Povo terá miniSAC e franquia para pequenos comerciantes
• Por Antonio Raimundo da SilveiraTerça-feira, 22/04/2008 - 16:58
Foto: Agecom
Reub Celestino, na entrevista à imprensa: 'A Ebal também vai entrar no ramo atacadista'.
Até o final do ano as lojas da Cesta do Povo estarão prestando uma série de novos serviços à população.

A Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), que administra a Cesta do Povo, vai incorporar ao mix de suas lojas a prestação de serviços que fogem da sua tradicional função, que é a venda de artigos de primeira necessidade a preços baixos.

Da instalação de uma espécie de miniSAC em lojas do interior do estado à prestação de serviços financeiros – como o recebimento de contas de água, luz e telefone e do pagamento do Bolsa Família –, as unidades da Cesta do Povo terão também infocentros – para permitir que pessoas de baixa renda possam acessar a internet –, o que transformará muitas unidades da rede em verdadeiros centros de atendimento ao cidadão.

As novidades foram anunciadas hoje durante encontro do presidente da Ebal, Reub Celestino, com a imprensa.

Na ocasião, Celestino falou também de outra inovação da Ebal: a empresa está desenvolvendo um projeto de franquia destinado a pequenos e médios comerciantes. Eles poderão montar mercadinhos com a bandeira Cesta do Povo e usar a popularidade da rede para fazer bons negócios.

A Ebal pretende, dessa forma, capilarizar sua atuação em bairros periféricos e no interior do estado, maximizando o desempenho da empresa e reforçando sua ação social entre as faixas mais pobres da população.

Dentro desse contexto está a decisão de lançar em breve a cesta básica e o cestão, que serão vendidos a preços inferiores ao do mercado.

A Ebal também vai entrar no ramo atacadista, com o suporte logístico das cinco centrais de distribuição localizadas em Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Senhor do Bonfim e Buerarema.

De um estado de pré-falência no final do governo passado, a Ebal vive atualmente uma fase de pleno crescimento. Celestino considera 2008 como o ano de consolidação da Nova Ebal, designação adotada para reforçar as mudanças introduzidas na empresa.

Atualmente existem 271 lojas em todo o estado, das quais 56 estão localizadas em Salvador e Região Metropolitana. Até dezembro 39 novas lojas serão inauguradas.

• 

Wagner não gosta de crítica de empresário à classe política
Sábado, 19/04/2008 - 23:17
O governador da Bahia, Jacques Wagner, foi muito enfático ao afirmar aos 320 empresários presentes ao 7º. Fórum de Comandatuba, em Ilhéus, que, “querer imputar unicamente à classe política as mazelas do País é negar o lugar da política, sem a qual, só sobra o autoritarismo”.

Wagner respondia ao presidente do Ponto Frio, Manoel Amorim, que fizera duras críticas ao desempenho do governo, principalmente na área educacional. Amorim, imediatamente, explicou que não tivera essa intenção mas sim de alertar o empresariado para suas responsabilidades no desenvolvimento do País.

• 

Biodiesel de mamona emperra na Bahia
Quinta-feira, 17/04/2008 - 12:48
Do Jornal Valor Econômico, hoje:

Apesar de a Bahia ser o maior produtor de mamona do país, com 141 mil hectares plantados, as usinas do Estado pouco utilizam essa oleagionosa na produção de biodiesel. Hoje existem duas em operação, e a participação da planta é pequena. A soja continua sendo a matéria-prima mais usada.

A maior parte das plantações não tem produção destinada para essas usinas. Como a cadeia da mamona ainda está desestruturada, a produção fica na mão dos agricultores e é utilizada como moeda de troca no interior baiano. "É comum o agricultor guardar a mamona em casa. E quando precisa comprar algo, leva à loja para trocar por produtos", diz Napoleão Beltrão, da Embrapa Algodão.

A solução, segundo Geraldo Simões, secretário da agricultura do Estado, passa pelo melhoramento do manejo e da qualidade das sementes, para aumento da produtividade e pela aproximação dos elos da cadeia produtiva. Em agosto, visando essa aproximação, a Bahia promoverá o 3 º Congresso Brasileiro de Mamona. A busca por maior produtividade também levou o governo a firmar uma parceria com a Petrobras por meio da qual foram distribuídas, no final ano passado, 240 toneladas de sementes de mamona melhoradas para pequenos produtores.

A idéia da estatal é usar apenas oleaginosas da agricultura familiar em suas usinas. Ter como matéria-prima a produção da agricultura familiar não é tarefa fácil, dada a baixa produtividade. Segundo Beltrão, são produzidos em média 700 quilos por hectare no Estado. O potencial, em condições climáticas ideais, é de 15 toneladas.

As três primeiras usinas da Petrobras começam a funcionar em fase de teste na segunda quinzena de maio. Uma está em Candeias (BA). As outras foram instaladas em Quixadá (RN) e Montes Claros (MG). Com a nova unidade, a Bahia passará a ter três usinas de biodiesel em funcionamento. As demais, que hoje produzem cada cerca de 100 milhões de litros de biodiesel por ano, são da Comanche Clean Energy e da Brasil Ecodiesel.

• 

Geddel Vieira Lima sonha ser governador da Bahia
Sexta-feira, 11/04/2008 - 07:12
De Marcos Seabra no Jornal do Brasil:

Um dos principais projetos do governo Lula, o centenário plano de transposição do rio São Francisco, está praticamente nas mãos de um só homem: Geddel Vieira Lima, ministro da Integração Nacional. São R$ 4,5 bilhões em investimentos na construção de canais, sistemas de adutoras, barragens, saneamento básico e fornecimento de água, além de recuperação ambiental nas regiões mais inóspitas do Nordeste. O ministro, como outros tantos, já foi crítico ferrenho do projeto, mas mudou de idéia, provavelmente um pouco antes de ser indicado por seu partido, o PMDB, para ocupar a pasta. Enquanto toca a obra, Vieira Limal encaminha o seu projeto pessoal, conseguir o governo do estado da Bahia, sua terra natal. Para tanto — e ele não nega —, o Ministério da Integração Nacional serve como plataforma de lançamento. Desde que assumiu a pasta, em março de 2007, praticamente triplicou os recursos liberados para municípios baianos em relação aos doze meses anteriores. "E foi pouco", garantiu.

(...)

No seu período como ministro, pouco mais de 12 meses, o senhor praticamente triplicou as liberações de recursos para a Bahia em relação aos 12 meses anteriores.

Absolutamente natural, afinal eu sou ministro da Bahia. Se eu não puder trabalhar com o meu Estado, afinal para quê eu sou ministro? Aliás, acho pouco, deveria trabalhar mais. Tudo o que eu puder levar para a Bahia eu vou levar, não há nenhuma discriminação a outro Estado.

O senhor gostaria de ser governador da Bahia?

Eu lhe responderia que sim. Se perguntar se essa é uma obsessão, eu lhe direi que não. Se não for governador da Bahia, encontrarei outros mecanismos para servir ao meu Estado.

O senhor será candidato?

Não sei. Em determinado momento posso ser, e não posso lhe responder com certeza por que vai depender das circunstâncias. Ao longo da minha história e da minha biografia não vão encontrar palavras como quebra de compromisso, traição e felonia. Portanto, eu saberei identificar a hora se o destino me reservar essa posição. Mas que eu gostaria, gostaria.

Um dos principais projetos do governo Lula está nas mãos de seu ministério, a transposição do rio São Francisco. Qual é, afinal, o conceito desse projeto?

O principal conceito é a segurança hídrica que, por sua vez, se encaixa dentro de um conceito mais amplo — e aí louve-se o presidente Lula que trouxe para a agenda nacional uma discussão que estava absolutamente abandonada — que é a questão do desenvolvimento regional. Salvo aquele período em que o Celso Furtado, durante o governo do Juscelino Kubitschek criou a Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) e mais alguns espasmos na década de 80. Em fevereiro de 2007, o presidente criou a política de desenvolvimento regional. Esse projeto, como outros que estamos fazendo aqui com a Secretaria Nacional de Desenvolvimento Hídrico está dentro desse conceito de uma política de desenvolvimento regional.

A transposição serve para combater a pobreza?

A questão e o conceito de desigualdade regional não estão atrelados à pobreza. Pobreza existe em qualquer lugar. A pobreza individual é combatida com políticas públicas sociais, como o Bolsa Família, por exemplo. O conceito de desenvolvimento regional está atrelado a território e é isso que está se tentando fazer e é onde entra o projeto do São Francisco.

O senhor argumenta, então, que a transposição irá trazer desenvolvimento econômico?

Temos a região do semi-árido setentrional que está completamente à margem do crescimento, gerando outro fenômeno que identificamos nesta questão do desenvolvimento regional que é o fluxo migratório para as grandes cidades. Percebemos o retorno ao campo, um fluxo inter-regional. As cidades médias passaram a receber o fluxo migratório dos pequenos municípios e de populações dispersas do Nordeste mais profundo. Com a transposição e a segurança hídrica poderemos fixar o homem ao campo, na medida em que ele não precise mais, no período de seca, repetir aquelas imagens de um sujeito com uma mochila de roupas nas costas procurando sobrevida em outros lugares.

Haverá segurança para os empreendimentos privados?

No sentido empresarial teremos segurança hídrica para que os empreendimentos geradores de empregos, capazes portanto de gerar renda para as pessoas em projetos de irrigação, indústria e tantos outros, tenham certeza que aquela região, de solo fértil e infra-estrutura em construção terão também o que a natureza lhes negou, a água. Esse é o conceito.

É possível identificar regiões onde vão surgir as oportunidades?

Onde o projeto estiver atendendo. No agreste pernambucano, Cariri paraibano, no Rio Grande do Norte e no Ceará. Serão os quatro estados contemplados com esse projeto.

Algum interesse empresarial já foi manifestado?

Evidentemente devem ter interesses latentes, mas isso seria muito antecipado. Mas é natural que os empresários de diversos setores se interessem. É claro que há outras expectativas, além daquela prioritária estabelecida na proposta de eliminar de uma vez por todas o problema de oferta de água para beber para as pessoas e os animais, aumentando, inclusive, a possibilidade de se estabelecer uma rede de distribuição ampla naquela região. Parte já avançou muito no Rio Grande do Norte na construção de adutoras assim como na Paraíba, por exemplo.

Quem vai gerir a água?

Vou explicar. Você tem um açude, o Armando Ribeiro Gonçalves, ele tem uma capacidade para 2,4 bilhões de metros cúbicos de água. Quanto disso é realmente aproveitável? Naquela região você perde de 70% a 75% com evaporação. A sua alternativa é manter a lâmina sempre completa, o açude sempre cheio para a sobrevivência à seca do outro ano. Mas corremos dois riscos: você perde com certeza 75% da água com evaporação ou você vai perder água para o vertimento. O açude não pode ficar em ponto de espera por medo da seca, sob o risco de romper ou verter e a água ir para o mar. Então o conceito do projeto é chegar em uma "armando ribeiro gonçalves" e criar uma torneira de forma que se possa utilizar a água por decisão e critério do gestor naquele estado. Que aliás vai pagar por ela para o consumo humano. Se não chover, com três ou quatro anos de seca, depois de encher você tem a garantia de que a população não vai morrer de sede e sua plantação não vai se estropiar. Esse é o conceito do projeto.

O debate sobre a obra foi politizado?

O debate foi muito contaminado. Essa agitação não cola pra mim. Eu já disse claramente no Senado, Dom Cappio (Frei Luiz Cappio que chegou a fazer greve de fome contra o projeto de transposição) e outros insistem nisso por má-fé. O projeto é de uso múltiplo de água. Não tem o que discutir. A prioridade é o uso humano e o abastecimento de animais. Eu uso sempre o argumento de que não existe ninguém que viva sem beber água, mas também não conheço ninguém que viva só bebendo água.

O Banco Mundial vai ajudar?

Ao contrário do que dizem, o que o Paulo Souto (ex-governador da Bahia que é contra o projeto de transposição) dizia muito é que o Banco é contra a transposição. Isso não é verdade. Apenas foi um projeto que não submetemos a um financiamento, assim como outros projetos.


• Leia Mais

• 

Índice Geral | Esta é a página 1 de um total de 1 | Arquivo Mensal
   1   Próxima Página >>

JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
Primeiro Nome:
Profissão:
E-Mail:
Assinar  
Cancelar  
Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

<< Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


BLOG DO JM

ALÔ BAHIA

:: Plantão
(15:17) Petrobras contrai empréstimo de US$ 200 milhões
(15:15) BC liberou R$ 94 bilhões de depósitos compulsórios
(15:14) Dilma garante adoção de medidas para evitar desemprego
(15:07) Bancada do PT formaliza apoio a Michel Temer
(15:06) Câmara proíbe demitir trabalhador cuja mulher esteja grávida


:: Enquete
A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
Desculpe-nos pelo transtorno.

Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


CapaClassificadosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

Copyright 2001-2007 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.