Traficante brasileiro extraditado do Paraguai é levado para o Paraná

Alex Rodrigues e
Douglas Corrêa
Agência Brasil  

Acusado de tráfico internacional, falsidade ideológica e homicídios, Marcelo Pinheiro Vieira, o Marcelo Piloto, foi transferido para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no oeste do Paraná, na tarde de hoje (19). Sua transferência para a penitenciária federal foi determinada pelo juiz Rafael Estrela, titular da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

O juiz atendeu pedido da Secretaria de Segurança Pública do Rio, que considerava uma ameaça à segurança que o traficante ficasse detido em um presídio estadual. Na decisão, o magistrado destacou que Marcelo Piloto “possui um histórico de diversas ações criminosas”, fugiu de uma unidade prisional estadual em agosto de 2017 e foi preso no Paraguai no mesmo ano. Ele é acusao de tráfico internacional, falsidade ideológica e homicídios.

Esta manhã, as autoridades paraguaias o extraditaram para o Brasil. Inicialmente, para a delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR), onde permaneceu até o meio da tarde, quando foi conduzido para Catanduvas.

Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, é preso no Paraguai - Divulgação Polícia do ParaguaiMarcelo Piloto é acusado de tráfico internacional, falsidade ideológica e homicídios – Polícia do Paraguai

Um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, Vieira deixou o Brasil após ser condenado a 26 anos de prisão. Em dezembro de 2017, ele foi detido na cidade de Encarnación, no Paraguai, alvo de uma operação internacional conjunta entre várias agências.

No último sábado (17), Vieira matou com 17 facadas uma jovem de 18 anos que o visitava em sua cela, no Paraguai. Autoridades paraguaias acreditam que ele cometeu o crime para tentar evitar sua extradição para o Brasil.

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