Campeões de voto mostram a inutilidade do ‘fundão’

Campeões de votos, deputados como Janaína Paschoal, Kim Kataguiri, Joyce Hasselmann e o Príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança não precisaram de tempo de TV e dinheiro público do fundão. (Foto: Diário do Poder/Rprodução)

CLÁUDIO HUMBERTO

Além de desmoralizarem as pesquisas de intenção de votos, grandes derrotadas do dia 7, as campanhas vitoriosas no primeiro turno, como a de Jair Bolsonaro (PSL) ou de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais e ainda de Wilson Witzel (PSC), no Rio de Janeiro, têm em comum o reduzidíssimo tempo de propaganda no horário gratuito no rádio e na TV. Eles tampouco usaram dinheiro do indecoroso Fundo Eleitoral.

BAIXO CUSTO, MUITOS VOTOS
Os campeões de votos não se valeram de produções milionárias para rádio e na TV. Preferiram produções até primárias, nas redes sociais.

ISSO PRECISA ACABAR
Eleito senador com 9,3 milhões de votos, Major Olímpio (PSL-SP) vai propor a extinção Fundo Eleitoral, que chama de “fundo da vergonha”.

FUNDO ELEITORAL PARA QUÊ?
Para obter mais de 2 milhões de votos, a deputada Janaína Paschoal (PSL) gastou menos de R$60 mil e se valeu das redes sociais.

CAMPANHA BARATA
O deputado eleito Kim Kataguiri (DEM-SP), 458 mil votos, só precisou de redes sociais. Dispensou até os R$500 mil oferecidos pelo partido.

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