Irmão Lázaro afirma que sempre apoiou Bolsonaro e que mantém ótima relação com ACM Neto

Irmão Lázaro disse que sempre apoiou Bolsonaro e que sua relação com ACM Neto segue ótima.

Segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto na corrida para uma das duas vagas da Bahia no Senado, o deputado federal Irmão Lázaro (PSC) diz que sempre foi defensor da candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Lázaro é candidato ao Senado pela coligação formada pelo DEM e PSDB, que apoia a candidatura do tucano Geraldo Alckmin. Seu companheiro de chapa é Jutahy Magalhães Jr. (PSDB). Neste domingo (23), Irmão Lázaro participou da passeata de apoio a Bolsonaro, que reuniu milhares de pessoas no Farol da Barra.

Irmão Lázaro afirmou que sua relação com o prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, e com o candidato ao governo pelo partido, José Ronaldo, “continua ótima” e que todos já sabiam do seu apoio a Bolsonaro.

“Sempre apoiei Bolsonaro, Bolsonaro sempre foi meu amigo. Quando meu nome foi aceito pela chapa, todos já sabiam que eu apoiava o Jair Bolsonaro. Mas, a minha relação com o prefeito ACM Neto é maravilhosa, a mesma coisa com o ex-prefeito de Feira de Santana, o candidato José Ronaldo”.

Lázaro está em segundo lugar nas pesquisas de intenções de votos atrás de Jaques Wagner (PT) e à frente de Angelo Coronel (PSD) e Jutahy Magalhães (PSDB), seu companheiro de chapa.

Wagner criticou evangélico – No final de semana, o PSC reagiu e criticou duramente declaração do ex-governador Jaques Wagner, para quem “a Bahia não pode permitir que um candidato evangélico ocupe a segunda vaga de senador”, referindo-se ao Irmão Lázaro, que aparece nas pesquisas em segundo lugar”.

O presidente do PSC, Heber Santana, rebateu: “O segmento evangélico merece respeito. Wagner, sim, é que não merece votos dos evangélicos”.

“Precisamos no Senado é de pessoa honestas e de conduta sem máculas, como Lázaro”, sustentou Santana. Nas redes sociais, as declarações do presidente estadual do PSC foram compartilhadas por centenas de pessoas ligadas ao segmento evangélico.

Muitos comentários com referência à Operação Lava Jato foram feitos, com o ex-governador da Bahia aparecendo como um dos investigados da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, no caso das obras da Arena Fonte Nova.

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