Teto de gastos não reduz orçamento da educação

Dilma Rousseff deixou 14,1 milhões pessoas desempregadas. (Foto: reprodução/Facebook)

CLÁUDIO HUMBERTO

Ao contrário do que afirmam candidatos do PT e seus “puxadinhos” na propaganda, a aprovação da emenda batizada de “PEC do Teto de Gastos” não cortou o Orçamento para Educação, por exemplo. Em 2016, último ano do governo Dilma, o orçamento foi de R$106 bilhões, mas no primeiro ano de Michel Temer, já com o Teto de Gastos em vigor, subiu para R$111 bilhões e, em 2018, para R$112 bilhões.

‘PÁTRIA EDUCADORA’?
Dilma definiu em R$101 bilhões o orçamento da Educação em 2014. Passou a R$110 bi em 2015 e o reduziu a R$106 bilhões em 2016.

TETO IMPEDE A FARRA
A “PEC do Teto” na verdade limita o total de gastos do governo, como forma de aos poucos acabar a farra de regalias do setor público.

SEM MORDOMIA, SOBRA
Para aumentar gastos em áreas essenciais como educação e saúde, os governos serão obrigados a reduzir desperdícios e mordomias.

MENTIRAS EM SÉRIE
No DF, propaganda de candidata do PT diz que havia “pleno emprego” no governo Dilma. Ela deixou 14,1 milhões pessoas desempregadas.

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