Intolerantes comemoram atentado a Bolsonaro

CLÁUDIO HUMBERTO

O clima de intolerância já dominava a campanha, sobretudo nas redes sociais antes do atentado contra Jair Bolsonaro (PSL). Mensagens no Twitter e no Facebook faziam apologia a atos de violência contra o candidato, exortando moradores de Juiz de Fora (MG) a “meter bala” ou que “acabassem” com ele. Após, o atentado outras mensagens, até cruéis, se espalharam nas redes sociais comemorando o atentado.

Mensagens no Twitter e no Facebook faziam apologia a atos de violência contra o candidato Bolsonaro

SUGESTÃO DE MORTE
No Twitter, uma Ana Laura pediu: “quando Bolsonaro vier a ‘JF’ alguém poderia matar ele”. O atentado ocorreu meia hora depois.

PEDIDO DE SEQUESTRO
Outra usuária das redes bolou até um plano: [a visita de Bolsonaro a Juiz de Fora] “é uma ótima oportunidade para sequestrar ele”.

TORTURA E ASSASSINATO
Eduarda, como se identifica nas redes, sugere que depois do sequestro se faça “umas torturas” no candidato e “depois matar com tiro na testa”.

OUTRO INELEGÍVEL COBIÇA A CNC
Presidente da Fecomércio-PI e candidato a 1º vice da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Francisco Valdeci Cavalcante está duplamente inelegível até 2026 pelo TCU: suas contas no Sesc-Senac foram rejeitadas. Com status de “trânsito em julgado” desde junho.

SÓ QUANDO OUTUBRO VIER
Após votar punhado de matérias sem muita relevância, cerca de 40, o Senado só vai restabelecer a rotina de trabalho após as eleições. Seu presidente, Eunício Oliveira, agendou sessão para 9 de outubro.

ABUSO TRANSPARENTE
Na sabatina que aprovou sua indicação vapt-vupt, feita pelo PP, para a presidência da “agência reguladora”, Paulo Roberto Vanderlei Filho foi cobrado sobre aumentos abusivos dos planos de Saúde. Ele deixou bem claro a quem serve: prometeu “transparência”, não reduzi-los.

A VIDA COMO ELA É
Piadinha brasiliense: de Jair Bolsonaro a Fernando Haddad, quem for eleito presidente fará duas ligações imediatamente: para João Roberto Marinho, do Globo, e para o presidente do MDB, Romero Jucá (RR).

VALE LEMBRAR
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) gastou nos sete primeiros meses de 2018 mais de R$1,8 bilhão em salários. Até o fim do ano serão R$ 3,2. Para o Museu, liberou só R$98 mil.

NA JUSTIÇA É QUE VALE
Após quase cem recursos rejeitados por todas as esferas da Justiça no Brasil, Lula diz ter “vencido” num comitê de ativistas da ONU. Mas lá não tem contraditório, nem acusação. Tampouco é instância da Justiça.

JAIR NAS REDES
O atentado contra Bolsonaro dominou os assuntos nas redes em todo o mundo, segundo estudo da FGV/DAPP. Em duas horas, estava nos Trending Topics de 12 países, incluindo EUA, Reino Unido e Espanha.

JOGO SÓ DE AZAR
A Caixa continua devendo clareza nos sorteios das suas loterias. Até agora, este ano, somente 12 de 72 sorteios realizados tiveram vencedores no prêmio principal.

PENSANDO BEM…
…até o ataque a Bolsonaro, atentado mesmo era a campanha deste ano.

Coluna de Cláudio Humberto. Clique AQUI leia mais.

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