Pertence queria defesa técnica, o PT, a panfletária.

CLÁUDIO HUMBERTO

Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Sepúlveda Pertence entrou numa fria ao juntar-se à defesa do ex-presidente Lula, achando que a prioridade era livrá-lo da cadeia. E se viu desautorizado ao pedir prisão domiciliar para o corrupto condenado. Jurista brilhante, percebeu o equívoco da defesa baseada em petições-panfleto do PT de São Paulo, na estratégia de vitimização que se revelou catastrófica no Judiciário. Tentou adotar teses jurídicas, mais técnicas, e se deu mal.

Sepúlveda Pertence atuou para Lula pro-bono, sem remuneração. Foi atropelado pela vaidade e no despreparo dos garotões panfletários. (Geraldo Magela/Agência Senado)

BRIGA DE FOICE
O jurista técnico não notou que a questão, companheiro, era política. Incluindo a briga de foice interna, no PT, para a sobrevivência eleitoral.

PT-SP CONTRA LULA
O PT-SP, que banca a defesa panfletária, precisa de Lula preso para se sobrepor a ele. Ali, odeia-se a ideia de que Lula é maior que o PT.

HISTÓRICO DE DESFEITAS
Generoso, Pertence esqueceu o histórico de desfeitas de Lula, como quando “esqueceu” que o convidou a ser vice, e abraçou sua defesa.

CONTRA A OBTUSIDADE
Sepúlveda Pertence atuou para Lula pro-bono, sem remuneração. Foi atropelado pela vaidade e no despreparo dos garotões panfletários.

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