TCU: farra de isenções gerou rombo nas contas.

Tribunal de Contas da União

CLÁUDIO HUMBERTO

A aprovação por unanimidade do relatório do ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU), nesta quarta (13), destacou que o fator primordial para os seguidos rombos nas contas públicas foi a concessão de isenções de impostos federais. Segundo o relator, se o governo mantivesse a média de 3,4% do PIB nas renúncias fiscais, as receitas teriam aumento de R$131 bilhões este ano, e não haveria déficit. Mas os governos do PT exageraram e o governo Temer manteve tudo.

INCENTIVOS PARA RICOS
Vital do Rêgo também criticou o direcionamento dos incentivos para a região Sudeste. “O benefício não vai para quem mais precisa”, disse.

PELO RALO, 5,4% DO PIB
O TCU constatou que o governo abriu mão de R$354,7 bilhões em impostos só em 2017, 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do País.

SEM TER COMO INVESTIR
Os ministros do TCU também culpam a profusão de renúncias fiscais pela perda de capacidade do governo de fazer investimentos mínimos.

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