Criminalidade atesta o fracasso da intervenção

Forças Armadas ocupam o complexo de favelas da Maré no Rio de Janeiro para implantar uma UPP. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.)

CLÁUDIO HUMBERTO

Nem parece que a segurança do Rio de Janeiro está sob intervenção federal. A sensação na cidade é de fracasso. Rezando para não se surpreender em meio a arrastões ou tiroteios, hoje, como antes, a população conta apenas com os policiais militares e civis na linha de frente na guerra contra os bandidos. Como sempre, são mortos quase diariamente. Só este ano, já são 60 os policiais mortos, 47 baleados.

DENÚNCIA ESQUECIDA
O ministro Torquato Jardim (Justiça) denunciou em outubro que “os comandantes da PM são sócios do crime”. Não se fala mais nisso.

O CRIME NO COMANDO
Na rotina do crime, bandidos bloqueiam túneis para fazer arrastão, fecham o aeroporto e até o bondinho do Pão de Açúcar. Que vexame.

MÉDIA ASSUSTADORA
Em 2017 foram registradas 134 mortes de policiais militares no Estado do Rio, 71 deles assassinados na capital.

QUEDA PARA O ALTO
Com a sensação de insegurança confirmada nos relatos das vítimas, perdem sentido as estatísticas cor-de-rosa de “queda” na criminalidade.

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