Barroso critica ‘libertação a granel’ de corruptos

Ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, segue provocador em suas análises. (Foto: STF/Imprensa)

CLÁUDIO HUMBERTO

O ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, segue provocador em suas análises. Considera que os corruptos são uma minoria muito bem protegida no Brasil e lamenta que essas pessoas que desviaram milhões e que mantêm suas contas no exterior sejam “libertadas a granel” de forma que desprestigia os juízes que enfrentam “a cultura de desigualdade que sempre protegeu os mais ricos.”

CULTURA DA LENIÊNCIA
Barroso vê os juízes de primeiro grau decidindo dentro da Constituição, com fundamentação adequada, “contra a cultura de leniência”.

O FIM DA VELHA ORDEM
São os juízes, segundo Barroso, que assumiram a responsabilidade de transformar o que chama de “velha ordem”.

RICOS DELINQUENTES
Para o ministro, o Brasil virou “um país de ricos delinquentes que acham que podem fazer qualquer coisa e escapar da Justiça.”

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