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Rui promete sete hospitais, mas só entrega dois, denuncia Alan Sanches

Alan Sanches: ‘Recursos do governo estadual para a saúde estão cada vez mais próximos do mínimo legal’

O deputado estadual, Alan Sanches, líder do bloco DEM/PRB na Assembleia Legislativa, denuncia que além de na Bahia os recursos do governo estadual estarem cada vez mais próximos do mínimo legal – de acordo com a Lei Complementar nº 141/2012 os estados devem investir no mínimo 12% de suas receitas na saúde – o governador Rui Costa não cumpre com o que promete e o caos aumenta cada vez mais.

Ele cita como exemplo, que no Plano Plurianual (PPA) estava programado a construção de sete novos hospitais até o final de 2017, mas só foram entregues dois: o Hospital Regional da Chapada (Seabra) e o Hospital da Costa do Cacau em Ilhéus. Estão pendentes ainda: o Metropolitano, o Regional de Feira de Santana, o novo Hospital Couto Maia, o Hospital de Seabra, o Hospital do Sisal e Nordeste, além de um novo hospital para atender os territórios de Piemonte do Itapicuru e Chapada Diamantina.

“De todos esses, só foram entregues o Hospital Regional da Chapada (Seabra) e o Hospital da Costa do Cacau em Ilhéus, que embora inaugurado ainda não funciona em sua totalidade por falta de estrutura. O Hospital Regional em Feira de Santana foi prometido no primeiro ano de governo e até agora nada. E isso pode ser comprovado pelos recursos investidos que beiram o mínimo a cada ano”, enfatizou, lembrando que em 2015 foi investido somente 12,69% do que manda a lei, em 2016 12,49% e em 2017 um total de 13,35%.

“Prometeu ainda a construção de 28 Policlínicas, sendo 11 no seu primeiro ano de mandato. Porém, entregou somente quatro no penúltimo ano, as vésperas da eleição: Irecê, Jequié, Teixeira de Freitas e Guanambi). Policlínicas essas, que serão administradas pelos consórcios municipais de saúde, onde o Estado participa financeiramente com 40% e os municípios com 60%. Ou seja, o povo pagando um preço altíssimo, sem ter atendimento médico de qualidade por uma gestão que não prioriza um dos principais setores”.

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