Empresa de R$ 50 quer operar satélite de R$ 2,8 bi do Brasil

CLÁUDIO HUMBERTO

A americana Viasat Inc. usou participação de apenas R$50 (cinquenta reais) para criar uma empresa brasileira, a Exede Rio, para fingir que é nacional o grupo que a estatal Telebrás contratou sem licitação para explorar o único satélite brasileiro (SGDC), que deve gerar negócios bilionários todos os anos. A nova empresa foi criada em 2017 para se habilitar à contratação, pela estatal Telebrás, para operar o satélite.

A Telebrás sofreu a terceira derrota na Justiça

TERCEIRA SEGUIDA
A Telebrás sofreu a terceira derrota na Justiça, dessa vez no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que manteve a suspensão do contrato.

TENTATIVA FRUSTRADA
O Brasil investiu mais R$ 2,8 bilhões no satélite SGDC, para baratear e democratizar o acesso a internet e proteger dados governamentais.

NÃO HAVERÁ SEGREDOS
Com a contratação da Viasat, os americanos poderiam ter acesso inclusive a dados miliares secretos, que em tese seriam protegidos. (Coluna de Cláudio Humbero. Clique AQUI e leia mais)

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