Sem ministro, trabalho já poderia ser extinto

CLÁUDIO HUMBERTO

Acéfalo há dois meses, sem o afetar em nada, o Ministério do Trabalho já passou da hora de ser extinto. Custa muito caro ao contribuinte, R$ 90,5 bilhões por ano, para que o ministro apareça uma vez ao mês no factoide que divulga os números do Caged, cadastro que permite saber quantos empregados e desempregados há no País. Servem também para o governo federal fingir ligação à classe trabalhadora.

Menos da metade (39,8%) dos 18.883 servidores no Ministério do Trabalho estão na ativa.

PARA QUE MINISTRO?
A sonolenta rotina do Ministério do Trabalho não se alterou desde a saída do ministro Ronaldo Nogueira há 54 dias, em 27 de dezembro.

E CUSTA MUITO CARO
O Ministério do Trabalho gasta R$3,5 bilhões do contribuinte com a folha de pagamento dos seus servidores.

ATIVOS SÃO MINORIA
Menos da metade (39,8%) dos 18.883 servidores no Ministério do Trabalho estão na ativa. Todos os demais são aposentados.

GASTOS ELEVADOS
Somente uma tal Coordenação-geral de Recursos Logísticos do Ministério do Trabalho nos custa R$ 200 milhões. (Coluna de Cláudio Humberto. Clique AQUI e leia mais)

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