Campanha será de 100 m, não de resistência.

CLÁUDIO HUMBERTO

O tucano Geraldo Alckmin precisa se atualizar para encarar a difícil campanha presidencial. Ao comentar pesquisa Datafolha, que o coloca em posição modesta (de 3º a 5º), recorreu ao velho chavão de pré-candidatos em má situação: “é muito cedo, a campanha será de resistência”. Não percebeu que não será “de resistência” e sim de “tiro curto”, tipo 100 metros rasos: apenas 37 dias de campanha eleitoral.

Geraldo Alckmin (PSDB): posição modesta na pesquisa DataFolha.

ÓTICA DE RETROVISOR
Os institutos ainda fazem pesquisas de intenção de voto segundo regras e parâmetros que já não existem. Também serão surpreendidos.

SERÁ ESTONTEANTE
A campanha será inovadora, rápida, estonteante, e marca o começo do fim do guia eleitoral. Mais do que nunca, redes sociais serão cruciais.

GAZUA ELEITORAL
Antes, pesquisa com tamanha antecedência servia só para políticos anteciparem “doações” de empresas como Odebrecht, JBS etc etc.

PARTIDOS MAIS FORTES
Antes coadjuvantes, partidos serão protagonistas: poderão escolher os candidatos que terão acesso ao “fundão” público de R$1,7 bilhão. (Coluna de Cláudio Humberto. Clique AQUI e leia mais)

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