Skank levanta a plateia no segundo dia do Festival Virada Salvador

Com 26 anos de estrada, o Skank honrou a plateia, queimando até a última ponta de emoção com sucessos do naipe de “Uma Canção”, “É Proibido Fumar” (Roberto Carlos/Erasmo Carlos) e “Saideira”.

Com “Do Mesmo Jeito”, do álbum Velocia (2014), Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zanetti e Haroldo Ferreti, entraram em campo no Festival Virada 2018. O jogo seguiu lembrando que “bola na trave não altera o placar”, mote que embala o hit “Uma Partida de Futebol”, onde os músicos do Skank, atleticanos e cruzeirenses, fizeram o público vibrar como quem comemora um gol aos 45 do segundo tempo, com direito a chapéu, drible desconcertante e desmoralização do goleiro, pela carência de humildade em gol.

Com 26 anos de estrada, a banda honrou a plateia, queimando até a última ponta de emoção com sucessos do naipe de “Uma Canção”, “É Proibido Fumar” (Roberto Carlos/Erasmo Carlos) e “Saideira”. De olhos vidrados hoje, como se fossem ainda os mesmos adolescentes que há 12 anos fundaram o Los Skankeiros, Caroline da Luz e Felipe Arouca – dirigentes – comandam um dos mais longevos e atuantes fã clubes da banda.

Mais distante do que desejava, o grupo – que somente na capital baiana conta com mais de 100 sócios -, se emocionou e estendeu camisetas com o nome da banda mineira quando escutaram a guitarra latina de “Canção Noturna”, do algum “Maquinarama”, um dos maiores êxitos do quarteto. E entoavam juntos “Minha camisa estampada com o rosto de Elvis. A minha guitarra é minha razão. Minha sorte anunciada e misteriosamente a lua sobre nada”, emoção que terminou em lágrimas na plateia.

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