Vasco vence o Botafogo e chega a quatro jogos sem perder

O Vasco venceu o Botafogo por 1 a 0, com gol de Nenê, neste sábado, no Maracanã. O time de São Januário chegou à inédita sequência de quatro jogos invicto no Brasileiro e está em oitavo lugar, com 39 pontos. O alvinegro se manteve em sexto, com 43 pontos. O gol de Nenê contou com muita reclamação dos jogadores do Botafogo por dois toques na mão de atletas do Vasco. Para os alvinegros, o início da jogada teria sido irregular, porém a bola bate na perna e em seguida no braço de Madson, dentro da área, o que o árbitro não considerou como pênalti.

Os botafoguenses reclamaram muito da arbitragem, mas o Vasco venceu a quarta seguida. (Foto: Vasco/Divulgação)
Os botafoguenses reclamaram muito da arbitragem, mas o Vasco venceu a quarta seguida. (Foto: Vasco/Divulgação)

Em um primeiro tempo truncado e amarrado, pouco aconteceu. O Botafogo teve mais a bola, mas não foi efetivo no setor ofensivo. O Vasco equilibrou o jogo, se defendeu e saiu de forma esporádica, principalmente em cruzamentos ou chutes de longe.

É bem verdade que o Vasco ofereceu perigo real pela primeira vez aos 11 minutos, quando Wellington avançou e arriscou chute de longe, na trave. Mas o time cruzmaltino, no restante do jogo, pouco criou.

Já o Botafogo teve a bola, porém pecou na definição das jogadas. Aos 28, Bruno Silva tabelou com Marcos Vinicius e bateu por cima. Pouco depois, Arnaldo fez jogada pela direita e cruzou rasteiro, Marcos Vinicius finalizou para boa defesa de Martín Silva.

Quando o Botafogo poderia ter sua melhor oportunidade, Victor Luis roubou a bola, arrancou, tinha a opção do chute, tentou o passe para Brenner, só que a zaga cortou.

O segundo tempo começou mais agitado. Nenê teve boa chance aos 7, bateu forte e Gatito mandou para escanteio. O Botafogo arriscou de fora da área com Victor Luis (por cima), Brenner (na zaga) e Lindoso (sobre o gol).

Quando o jogo era de equilíbrio total, dois lances polêmicos foram interpretados de forma favorável ao adversário. Primeiro Pimpão dominou na área, tentou o drible e a bola parou no braço de Madson. O árbitro não marcou pênalti. Na jogada seguinte, Rabello foi fazer o corte, Nenê ajeitou com o braço e finalizou forte para abrir o placar, aos 24.

Após muita reclamação, o juiz confirmou o gol. O Botafogo teve que partir para cima e buscar a reação. Quase conseguiu em cruzamento de Lindoso que Gilson chegou perto de alcançar, em finalização de Vinicius Tanque para fora e outra de Gilson com perigo.

No fim, o árbitro voltou a ignorar bola na mão de defensor vascaíno dentro da área, mas marcou outra na meia-lua. Gilson foi para a cobrança e parou na barreira. Ficou mesmo Vasco 1 x 0.

BOTAFOGO: Gatito, Arnaldo, Joel Carli, Rabello e Victor Luis; Rodrigo Lindoso, João Paulo, Bruno Silva e Marcos Vinicius (Gilson); Rodrigo Pimpão (Guilherme) e Brenner (Vinicius). Técnico: Jair Ventura.

Em um primeiro tempo truncado e amarrado, pouco aconteceu. O Botafogo teve mais a bola, mas não foi efetivo no setor ofensivo. O Vasco equilibrou o jogo, se defendeu e saiu de forma esporádica, principalmente em cruzamentos ou chutes de longe.

É bem verdade que o Vasco ofereceu perigo real pela primeira vez aos 11 minutos, quando Wellington avançou e arriscou chute de longe, na trave. Mas o time cruzmaltino, no restante do jogo, pouco criou.

Já o Botafogo teve a bola, porém pecou na definição das jogadas. Aos 28, Bruno Silva tabelou com Marcos Vinicius e bateu por cima. Pouco depois, Arnaldo fez jogada pela direita e cruzou rasteiro, Marcos Vinicius finalizou para boa defesa de Martín Silva.

Quando o Botafogo poderia ter sua melhor oportunidade, Victor Luis roubou a bola, arrancou, tinha a opção do chute, tentou o passe para Brenner, só que a zaga cortou.

O segundo tempo começou mais agitado. Nenê teve boa chance aos 7, bateu forte e Gatito mandou para escanteio. O Botafogo arriscou de fora da área com Victor Luis (por cima), Brenner (na zaga) e Lindoso (sobre o gol).

Quando o jogo era de equilíbrio total, dois lances polêmicos foram interpretados de forma favorável ao adversário. Primeiro Pimpão dominou na área, tentou o drible e a bola parou no braço de Madson. O árbitro não marcou pênalti. Na jogada seguinte, Rabello foi fazer o corte, Nenê ajeitou com o braço e finalizou forte para abrir o placar, aos 24.

Após muita reclamação, o juiz confirmou o gol. O Botafogo teve que partir para cima e buscar a reação. Quase conseguiu em cruzamento de Lindoso que Gilson chegou perto de alcançar, em finalização de Vinicius Tanque para fora e outra de Gilson com perigo.

No fim, o árbitro voltou a ignorar bola na mão de defensor vascaíno dentro da área, mas marcou outra na meia-lua. Gilson foi para a cobrança e parou na barreira. Ficou mesmo Vasco 1 x 0.

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