Secretário inspeciona obras da Barragem do Rio Colônia em Itapé

Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, visitou as obras da barragem em companhia de técnicos. (Foto: Divulgação)
Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, visitou as obras da barragem em companhia de técnicos. (Foto: Divulgação)

Conferindo de perto as obras da barragem do Rio Colônia, em Itapé, o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, se disse satisfeito com o avanço das obras e a proximidade de entrega aos moradores da região de Itabuna, atingidos em cheio com a estiagem, a pior dos últimos 100 anos no estado. Com quase 90% dos trabalhos concluídos, já em execução final da etapa de concreto do barramento do vertedouro das águas, a próxima etapa da intervenção será a montagem dos equipamentos hidromecânicos, que é a execução das comportas, com previsão de conclusão para o início do segundo semestre.

A barragem está sendo construída pela Embasa. O valor total de investimento é R$ 108, 5 milhões. “Ver chegar ao fim uma obra que garantirá o abastecimento de água de qualidade por muitas décadas para mais de 350 mil moradores é muito bom para a nossa gestão e nossa meta é fazer muito mais pela Bahia, no quesito água e saneamento”, comentou o secretário Cássio Peixoto.

Para o secretário, a barragem do Rio Colônia, quando entrar em operação, se traduzirá não apenas em segurança hídrica, mas em mais saúde e desenvolvimento econômico e social para a região de Itabuna, no Sul da Bahia. Além da barragem em si, o projeto inclui a relocação de uma estrada, de linhas de energia, a construção de habitações, entre outras obras complementares de infraestrutura.

A barragem possui eixo com comprimento de 124 metros e altura de 21,4 metros e quando atingir o nível mais alto possuirá volume total de mais de 62 milhões de metros cúbicos de água. Minimizará ainda o problema das enchentes que inundam parte da cidade de Itabuna e melhorará as condições sanitárias do Rio Cachoeira, contribuindo com a diluição dos efluentes sanitários não tratados das áreas urbanas marginais ao rio. “Aspecto que permitirá o uso de um menor grau de tratamento para estes efluentes, bem como reduzirá a proliferação de plantas aquáticas que se acentua nos períodos de longas estiagens, principalmente na área urbana da cidade”, concluiu Peixoto.

Notícias Relacionadas