Ministro assegura em Salvador agilidade para obras de infraestrutura turística

Em visita às obras de requalificação da Orla de Salvador, entre Amaralina e o Jardim de Alah, nesta quinta-feira (16), o ministro do Turismo, Marx Beltrão, afirmou ao secretário do Turismo da Bahia, José Alves, que o objetivo do governo federal é eliminar entraves burocráticos e acelerar o ritmo das intervenções de infraestrutura turística.

Ministro do Turismo, Marx Beltrão visitou as obras   de requalificação da Orla de Salvador, entre Amaralina e o Jardim de Alah, em companhia do secretário  José Alves.
Ministro do Turismo, Marx Beltrão visitou as obras de requalificação da Orla de Salvador, entre Amaralina e o Jardim de Alah, em companhia do secretário José Alves.

Executadas pelo Governo da Bahia, em parceria com o Ministério do Turismo, as obras preveem investimento de R$ 34 milhões. As intervenções incluem a construção da terceira faixa da ponte sobre o Rio Camarajipe, no Costa Azul, requalificação urbana e ciclovia no Jardim de Alah e terceira faixa para veículos.

O ministro desembarcou pela manhã em Salvador. No início da tarde, visitou o complexo turístico-religioso do Santuário e Memorial Irmã Dulce, situado na Cidade Baixa, e discutiu ações para o fortalecimento do turismo religioso na Bahia. A Secretaria do Turismo da Bahia e a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder) realizam obra de requalificação do Largo de Roma. O projeto prevê a eliminação da rotatória entre o Largo e o Memorial Irmã Dulce, que passarão a integrar um único conjunto.

Marx Beltrão comprometeu-se a colaborar para tornar o santuário o principal eixo do turismo religioso na Bahia, incluindo desde a Conceição da Praia até a Igreja do Bonfim. Igreja e memorial recebem mais de 80 mil visitantes por ano e estão entre os destaques do turismo religioso na Bahia.

Perspectiva – José Alves e o ministro também analisaram as expectativas do setor, diante de informações sobre o aumento nas perspectivas de viagens para os próximos seis meses de 19%, de janeiro de 2016, para 22%, em 2017, independentemente da faixa de renda. “Se as pessoas continuam viajando, o impacto é positivo também em outros setores da economia, reforçando a nossa convicção de que o turismo tem potencial e capacidade para contribuir de forma decisiva para a recuperação da economia”, resumiu Beltrão, num diálogo em que José Alves também falou com otimismo sobre o crescimento da atividade turística.

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