Bárbara Evans encara cenas de sexo com Cauã Reymond em ‘Dois Irmãos’

Lívia, minha personagem, é o anjo e o demônio ao mesmo tempo. Misteriosa e decidida, sabe bem o que quer. De anjo e demônio eu também tenho, mas não sou misteriosa. Sou verdadeira e direta”, avisa Bárbara Evans, sem meias palavras e com uma certa dose de confiança sobre sua estreia como atriz em “Dois irmãos”, que começa nesta segunda, dia 9, na Globo.

Bárbara: "Vou tirar as críticas de letra! Não é segurança. Simplesmente, sei que vão comentar"  ( Foto: TV Globo/Divulgação)
Bárbara: “Vou tirar as críticas de letra! Não é segurança. Simplesmente, sei que vão comentar” ( Foto: TV Globo/Divulgação)

“Vou tirar as críticas de letra! Não é segurança. Simplesmente, sei que vão comentar, mas não deixo me afetar. Não é que eu seja intocável, maravilhosa. A questão é que aprendi a criar um bloqueio, porque, se tudo o que disserem me atingir, eu terei muitos problemas. Desde pequenininha falam mal de mim”, justifica.

Se Bárbara vai se sair bem em sua primeira investida na dramaturgia, é cedo para dizer. A minissérie, uma adaptação de Maria Camargo da obra de Milton Hatoum, fica duas semanas no ar. Mas não resta dúvida de que seu poder de sedução tem um alcance que nem ela é capaz de mensurar. Tanto que despertou interesse em Luiz Fernando Carvalho e ganhou o papel sem fazer sequer um teste. O renomado diretor enxergou na filha de Monique Evans mais do que a figura midiática, um diamante bruto a ser lapidado, como boa parte do elenco. Ela é a grande aposta da vez.
“Bárbara, de fato, não é uma atriz experiente, assim como outros também não são. Mas, como pessoa, tem uma energia que eu achei muito interessante de desenvolver para Lívia”, explica Luiz Fernando.

A personagem confiada a ela é uma francesa, pivô de uma disputa amorosa entre os gêmeos Omar e Yaqub, vividos por Cauã Reymond na fase adulta, por Lorenzo e Enrico Rocha na adolescência, e por Matheus Abreu na juventude.

Aqui, essa carioca de 25 anos fala sobre à chegada a Globo, os boatos de um romance com Cauã durante as gravações, além do orgulho e do preconceito por ser a herdeira de um dos maiores símbolos sexuais do país.

“Se Luiz Fernando acreditou que eu seria capaz, eu também tinha que acreditar. Quando ele conversou comigo, dei uma tremida na base, não consegui dormir de tão nervosa, mas, no dia seguinte, eu já fui apresentada ao elenco e fui superbem recebida”.

“Todo mundo ali sabia que era a minha primeira vez. Não tive medo porque me aceitaram de cara. Até Ary (Fontoura, que faz Abelardo, tio de Lívia) se ofereceu para me ajudar. Pedia para Luiz me colocar em todas as leituras para eu aprender mais. Tentei sugar o máximo. Não sei quando vou ter essa oportunidade de novo”.

Fonte: Jornal O Globo/Reprodução

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