Bahia já vacinou contra a gripe H1N1 mais da metade do público-alvo

A prioridade da campanha é imunizar idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos incompletos, gestantes ou mulheres com até 45 dias após o parto (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
A prioridade da campanha é imunizar idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos incompletos, gestantes ou mulheres com até 45 dias após o parto (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

A três dias do fim da campanha de vacinação contra o vírus influenza, que transmite a gripe H1N1, pouco mais da metade do público-alvo do estado da Bahia foi imunizada.

Na tabela de vacinação do Ministério da Saúde, estavam previstas 3.286.957 pessoas, mas a Secretaria de Saúde (Sesab) informou que cerca de 1,9 milhão delas foram imunizadas, até o momento, no estado, o equivalente a 57,8% do público-alvo.

O número está abaixo da média nacional, que é de 71% de imunização do público-alvo, de acordo com o Ministério da Saúde. Entre as regiões do país, o Nordeste apresenta a menor taxa de vacinação (58,4%), enquanto a Região Sul supera os 80%.

Segundo dados atualizados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Sesab, até a última sexta-feira (13) a Bahia já confirmou 73 casos de H1N1, dos quais 15 provocaram a morte dos pacientes. Até o fim de abril, eram 45 casos. Em toda a Bahia, 26 municípios registram casos da gripe e a capital, Salvador, lidera o número de casos (26) e também o de mortes (5).

Depois de Salvador, as cidades de Vitória da Conquista e Guanambi – ambas no Sudoeste do estado – registraram oito e cinco pessoas com H1N1, respectivamente.

A Sesab informou, em nota, que apesar da taxa abaixo da média nacional, continua com a meta preconizada pelo Ministério da Saúde de vacinar pelo menos 80% da população baiana até a próxima sexta-feira (20).

A prioridade da campanha é imunizar idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos incompletos, gestantes ou mulheres com até 45 dias após o parto, doentes crônicos, indígenas, pessoas em restrição de liberdade, funcionários do sistema prisional e profissionais de saúde. (Sayonara Moreno – Correspondente da Agência Brasil)

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