Clínica vai atender gratuitamente 100 casais inférteis e orientar sobre o Zika Vírus

Especialista em Reprodução Hiumana, Joaquim Lopes diz: "As gestantes ou mulheres que estão em tratamento para engravidar devem dobrar a atenção''.
Especialista em Reprodução Hiumana, Joaquim Lopes diz: “As gestantes ou mulheres que estão em tratamento para engravidar devem dobrar a atenção”.

Nos próximos dias 5 e 6 de maio uma clínica de Salvador vai promove atendimento gratuito de 100 casais inférteis que não têm acesso aos serviços de reprodução assistida. A proposta da Insemina Centro de Reprodução Humana é orientar os casais sobre possíveis problemas que estão dificultando a gravidez e esclarecer as dúvidas com relação aos riscos do Zika Vírus e sua prevenção.

O atendimento, dentro do limite de vagas, será realizado das 8h às 12h e das 13h às 17h, na sede da clínica, no Comércio (Rua Miguel Calmon, nº 40, Edifício Conde dos Arcos, salas 102 e 103).

Cerca de 15 % da população brasileira em idade fértil é afetada pela infertilidade, mas nem todos têm condições de ter acesso aos especialistas da área de reprodução assistida. Mulheres com pouca reserva ovariana ou com mais de 35 anos de idade, ou seja, com a fertilidade entrando em declínio, devem avaliar com sua família e com o especialista as alternativas possíveis para a maternidade. Adiar a gravidez, nesses casos, pode comprometer a capacidade reprodutiva do casal, mas a decisão de conceber é um direito exclusivo da mulher.

“Os casais em tratamento para engravidar precisam ser informados sobre as formas de prevenção, as vias de transmissão do Zika Vírus e a relação da doença com a microcefalia nos bebês”, explica a o ginecologista Joaquim Lopes, especialista em Reprodução Humana.

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