Petistas da Bahia ficam apreensivos com cerco a Armando Trípodi

Cria do Sindicato dos Petroleiros da Bahia e doador de campanhas do PT, Armando Trípodi  e gerente de Responsabilidade Social Armando Trípodi e já foi chefe de gabinete dos ex-presidentes da estatal José Sérgio Gabrielli. (Foto: Divulgação/Petrobras)
Cria do Sindicato dos Petroleiros da Bahia e doador de campanhas do PT, Armando Trípodi e gerente de Responsabilidade Social Armando Trípodi e já foi chefe de gabinete dos ex-presidentes da estatal José Sérgio Gabrielli. (Foto: Divulgação/Petrobras)

Fora a prisão da secretária executiva Maria Lúcia Tavares pela Lava Jato, o cerco a outro baiano na Operação Acarajé também provocou inquietação entre políticos petistas do estado. Sobretudo, os que gravitam no núcleo próximo ao ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli.

Levado anteontem para prestar esclarecimentos à Polícia Federal no Rio de Janeiro, o ex-chefe de gabinete de Gabrielli, Armando Tripodi, o Bacalhau, entrou no radar dos investigadores federais a partir da delação premiada do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, que revelou suas relações com empreiteiras acusadas de participar do esquema de corrupção.

Cria do Sindicato dos Petroleiros da Bahia e doador de campanhas do PT, Tripodi foi nomeado gerente de Responsabilidade Social da Petrobras logo após a saída de Gabrielli. Passou a controlar os gordos investimentos da companhia em projetos sociais desenvolvidos por ONGs, algumas delas suspeitas de servir de duto para o caixa 2 de campanhas do PT estadual.(Coluna Satélite/Correio)

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