Expulsa do sambódromo após ficar nua, musa diz estar à base de calmante.

Ju ISen (Foto: Reprodução/EGO/Amauri Nehn/ Brazil News)
Ju Isen (Foto: Reprodução/EGO/Amauri Nehn/ Brazil News)
Um dia após virar o centro das atenções no desfile da Unidos do Peruche na noite do úçltimo sábado, no Carnaval de São Paulo, Ju Isen deu entrevista exclusiva ao site EGO. A Musa das Manifestações, como ela é conhecida, foi proibida de entrar no Sambódromo do Anhembi usando um tapa-sexo anti-Dilma, mas mesmo assim não deixou de causar e tirou a fantasia no meio da Avenida, sendo expulsa e agredida por um integrante da escola.

“Não consegui dormir. Estou muito abalada, à base de calmantes. Estou indo para a praia com a minha avó, de 86 anos, descansar. Ela também está muito assustada com o tudo que aconteceu”, declarou Ju.
Ego nas redes sociais.

Segundo a reportagem do EGO, a modelo disse que sua intenção era fazer um protesto. “Eles sabiam que eu era a Musa das Manifestações. Como não pude entrar com o tapa-sexo, achei outro jeito de manifestar. Quando entrei na Avenida e vi todos os brasileiros lá, quis me manifestar”, explicou ela, que garantiu que não quis prejudicar a escola: “Agi no calor da emoção. Não gostaria que a Peruche fosse penalizada. Ela não merece ser rebaixada. E não fiquei nua, como disseram, meu seios estavam cobertos com bronzeador, meus mamilos não estavam aparecendo”.

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Ju Isen quer esperar a ‘poeira baixar’ para ver o que será feito a respeito às agressões que sofreu. “Quando passar o Carnaval, vou sentar com meus advogados e eles vão me orientar. Estou muito abalada, desestruturada, não consigo pensar direito nisso”, declarou.

Sobre as ameaças da ex-rainha de bateria da Peruche, Luana Safire, que disse “que essa put* corra, mas corra muito porque quem me conhece sabe”, Ju pretende tomar providências. “Me enviaram o que ela escreveu, porque estou evitando ler essas coisas. Mas ninguém pode sair ameaçando os outros assim. Meus advogados também vão ver o que fazer. Mas agora não quero mais falar disso, por enquanto”, disse. (Site EGO).

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1 Comentário

  1. Flávio

    …a violência contra a mulher nunca pode ser justificável, nunca…

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