Luiz Luiz Viana protesta contra ex-presidente do TJB: “Ato de desrespeito”.

Viana: ataques à advocacia baiana não ficarão sem resposta.
Viana: ataques à advocacia baiana não ficarão sem resposta.
O presidente da OAB da Bahia, Luiz Viana Queiroz, encaminhou ofício à nova presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA), desembargadora Maria do Socorro Santiago, protestando contra o que chamou de “um último ato de desrespeito à advocacia baiana perpetrado pelo então presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Eserval Rocha”, que durante a cerimônia de transmissão do cargo, ocorrida na manhã desta segunda-feira (01/02), deixou de convidar para compor a Mesa de Honra a Vice-Presidente da OAB da Bahia, Ana Patrícia Dantas Leão, que representava Luiz Viana na solenidade.

Demonstrando que ataques à advocacia baiana não ficarão sem resposta, Viana disse considerar que “depositar flores na cripta de Ruy Barbosa, Patrono da Advocacia Brasileira, para logo em seguida ultrajar toda a advocacia baiana é ato cínico, vil e indigno da magistratura e da presidência de um Tribunal de Justiça. Um ato que ficará na memória das advogadas e dos advogados baianos como distintivo de uma Presidência do Tribunal de Justiça marcada por uma anacrônica falta de diálogo com advogados, magistrados e servidores, pela ineficiência na administração de pessoal e dos recursos orçamentários que resultaram em atrasos de salários de magistrados e servidores, e pelo agravamento da crise do Judiciário baiano que levou o Tribunal a sofrer intervenção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”.

Luiz Viana reiterou os votos de boa sorte à nova presidente do Tribunal, que ele visitou no dia 9 de dezembro do ano passado, fazendo votos de que “com empenho, diálogo e boa vontade” os integrantes da nova Mesa Diretora do Tribunal “possam liderar os esforços para unir os três poderes e a sociedade baiana em prol da reestruturação do Judiciário baiano e da superação de sua pior crise nos últimos trinta anos, mantendo sempre a elegância, a urbanidade e o respeito no trato com os operadores da Justiça”.

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