“Los Catedrásticos Nova Mente ” faz curta temporada no Teatro Módulo

As sessões do espetáculo  "Los Catedrásticos Nova Mente"  serão sexta a domingo, às 20 horas.
As sessões do espetáculo “Los Catedrásticos Nova Mente” serão sexta a domingo, às 20 horas.

Sucesso de público e de crítica, o espetáculo “Los Catedrásticos Nova Mente” faz curta temporada no Teatro Módulo, com sessões de sexta a domingo, às 20 horas, e ingressos a R$ 50,00 (inteira) e R$ 25 (meia). Dirigida pelo aclamado encenador Paulo Dourado e com Jackson Costa, Ricardo Bittencourt e Cyria Coentro no elenco, a peça fica em cartaz até 2 de agosto.

O diretor Paulo Dourado destaca o interesse do público por uma dramaturgia local, nova, sem historinhas, mas com uma temática baiana e contemporânea. “A história do grupo começou em 1989 e é um dos registros de qualidade e profissionalismo do teatro baiano. Isso é difícil de se manter e acontecer. E os atores (premiados) de Los Catedrásticos se mantêm em atividade e com grande visibilidade. Cyria Coentro (teatro, novelas e séries na TV Globo), Jackson Costa (comanda o Programa Aprovado, participação em espetáculos e trabalhos na TV Globo) e Ricardo Bittencourt (teatro, TV e publicidade)”. E arremata: “Catedrásticos é a última polêmica do teatro baiano? Onde estão os grupos que fazem polêmica?”.

Três Atores – Pela primeira vez em mais de 25 anos de trajetória, a montagem será encenada só com três atores. Jackson Costa ressalta que “Nova Mente” faz uma abordagem interessante sobre o conteúdo das letras, “o apelo com a sexualidade, o desrespeito à figura da mulher e a falta de criatividade poética e musical. Los Catedrásticos é um grupo de teatro que traz tantos questionamentos importantes para a nossa cultura”.

Já Cyria Coentro afirma que “o espetáculo é instigante, faz refletir, com humor, e é sempre bem recebido pelo público, mas acho estranho a falta de apoio e patrocínio para um grupo tão influente e popular na história do teatro baiano. Isso também acontece de uma maneira geral no Brasil, na Bahia”. Ricardo Bittencourt chama a atenção que pela primeira vez a montagem será levada à cena apenas com três atores. “Já fizemos com quatro, mas três é a primeira vez. Mais um desafio”.

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