Fórmula 1 se despede do piloto francês Jules Bianchi

O brasileiro Felipe Massa chora no enterro de Bianchi (Foto: France 24/Reprodução)
O brasileiro Felipe Massa chora no enterro de Bianchi (Foto: France 24/Reprodução)

AGÊNCIA ANSA
O funeral e o enterro do piloto francês Jules Bianchi, 25 anos, nesta terça-feira (21) em Nice, na França, reuniu pilotos, dirigentes e funcionários da equipe Manor de Fórmula 1. Dezenas eram as saudações e as homenagens ao jovem que faleceu após ficar nove meses em coma.

Felipe Massa, Lewis Hamilton, Nico Rosberg, Sebastian Vettel, Romain Grosjean, Pastor Maldonado, Nico Hülkenberg, Jenson Button, Daniel Ricciardo, Marcus Ericsson, Roberto Mehri, Esteban Gutiérrez e Adrian Sutil foram os pilotos de F1 que participaram da cerimônia realizada na catedral Sainte-Réparate.

Apesar de pilotar pela Manor-Marussia, que compareceu em peso na missa, Bianchi era da base da Ferrari. A equipe italiana foi representada por seu atual chefe de equipe, Maurizio Arrivabene, pelo responsável da Academia de Pilotos, Luca Baldissieri e pelo diretor Massimo Rivola.

Além dos protagonistas atuais da categoria, os ex-pilotos Alain Prost e Jean Alesi também prestaram homenagens a Bianchi.

Durante a homilia, o sacerdote afirmou que “a morte de Jules é profundamente injusta, mas ele conseguiu transformar seu sonho em realidade. E Jules era feliz”. Neste momento, acordes da canção “Hotel California” da banda Eagles, a favorita do francês foram tocados.

O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt, também foi à igreja. Ontem (20), ele havia anunciado que o número utilizado por Bianchi na temporada de 2014 será aposentado. Com o “17”, o francês disputou 15 provas na temporada e foi o responsável pelos primeiros pontos da história da Manor na F1.

Bianchi faleceu na noite de sexta-feira (17) após passar nove meses internado em coma em um hospital em Nice. Ele sofreu um grave acidente durante o Grande Prêmio de Suzuka, no Japão, no dia 5 de outubro de 2014.

Ele ficou internado por semanas em um centro médico japonês e chegou a fazer cirurgias para aliviar a pressão no crânio. Em novembro, quando conseguia respirar sozinho, ele foi transferido para a França. (ANSA)

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